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Flagrado na decisão da Libertadores, Bruno Covas se defende em rede social

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação

31/01/2021 | 15:55


Flagrado na decisão da Libertadores da América, entre Palmeiras e Santos, que ocorreu ontem no Maracanã, no Rio de Janeiro, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), escolheu uma rede social para se defender das críticas.

Após ser flagrado em meio à torcida, acompanhado de seu filho, o tucano declarou que decidiu tirar licença de três dias, sem remuneração, para acompanhar a partida final do campeonato e que deu o bicampeonato para o Palmeiras. Bruno Covas é torcedor do Santos.

“Depois de 24 sessões de radioterapia meus médicos me recomendaram 10 dias de licença para recuperar as energias. Isso foi até a última quinta (feira), 28 de janeiro. Resolvi tirar mais três dias de licença não remunerada para aproveitar uns dias com meu filho. Fomos ver a final da Libertadores da América no Maracanã, um sonho nosso. Respeitamos todas as normas de segurança determinadas pelas autoridades sanitárias do Rio de Janeiro”, declarou Bruno Covas por meio de postagem no Instagram.

Toda a polêmica se deu, pois o governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), em meio à pandemia da Covid-19, decretou fase vermelha do Plano São Paulo, incluindo a Capital. Dessa forma, somete serviços considerados essenciais permanecem em funcionamento normal. Bares, restaurantes, casas de shows devem fechar às 20h e não podem receber clientes, a não ser para retirada e entrega de produtos e mercadorias.

Na postagem do prefeito no Instagram, muitos seguidores criticaram a atitude do prefeito e cobraram “coerência”, já que a Capital se encontra praticamente fechada devido pandemia do novo coronavírus.

“Mas a hipocrisia generalizada que virou nossa sociedade resolveu me julgar como se eu tivesse feito algo ilegal. Todos dentro do estádio poderiam estar lá. Menos eu. Quando decidi ir ao jogo tinha ciência que sofreria críticas. Mas se esse é o preço a pagar para passar algumas horas inesquecíveis com meu filho, pago com a consciência tranquila”, alegou o tucano.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado ontem pela Prefeitura de São Paulo, a Capital registra 564.719 casos da doença desde o início da pandemia e 17.277 mortes.
 



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Flagrado na decisão da Libertadores, Bruno Covas se defende em rede social

Da Redação

31/01/2021 | 15:55


Flagrado na decisão da Libertadores da América, entre Palmeiras e Santos, que ocorreu ontem no Maracanã, no Rio de Janeiro, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), escolheu uma rede social para se defender das críticas.

Após ser flagrado em meio à torcida, acompanhado de seu filho, o tucano declarou que decidiu tirar licença de três dias, sem remuneração, para acompanhar a partida final do campeonato e que deu o bicampeonato para o Palmeiras. Bruno Covas é torcedor do Santos.

“Depois de 24 sessões de radioterapia meus médicos me recomendaram 10 dias de licença para recuperar as energias. Isso foi até a última quinta (feira), 28 de janeiro. Resolvi tirar mais três dias de licença não remunerada para aproveitar uns dias com meu filho. Fomos ver a final da Libertadores da América no Maracanã, um sonho nosso. Respeitamos todas as normas de segurança determinadas pelas autoridades sanitárias do Rio de Janeiro”, declarou Bruno Covas por meio de postagem no Instagram.

Toda a polêmica se deu, pois o governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), em meio à pandemia da Covid-19, decretou fase vermelha do Plano São Paulo, incluindo a Capital. Dessa forma, somete serviços considerados essenciais permanecem em funcionamento normal. Bares, restaurantes, casas de shows devem fechar às 20h e não podem receber clientes, a não ser para retirada e entrega de produtos e mercadorias.

Na postagem do prefeito no Instagram, muitos seguidores criticaram a atitude do prefeito e cobraram “coerência”, já que a Capital se encontra praticamente fechada devido pandemia do novo coronavírus.

“Mas a hipocrisia generalizada que virou nossa sociedade resolveu me julgar como se eu tivesse feito algo ilegal. Todos dentro do estádio poderiam estar lá. Menos eu. Quando decidi ir ao jogo tinha ciência que sofreria críticas. Mas se esse é o preço a pagar para passar algumas horas inesquecíveis com meu filho, pago com a consciência tranquila”, alegou o tucano.

Segundo o boletim epidemiológico divulgado ontem pela Prefeitura de São Paulo, a Capital registra 564.719 casos da doença desde o início da pandemia e 17.277 mortes.
 

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