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Mais de 4.000 vidas ceifadas pela Covid

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com 27 registros em 24 horas, região chega à marca apenas 61 dias depois de acumular 3.000 perdas causadas pela Covid-19


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

28/01/2021 | 23:04


Apenas 61 dias depois de completar 3.000 mortes causadas pela Covid, o Grande ABC atingiu ontem a triste marca de 4.000 vidas ceifadas pela doença. Com 27 perdas acumuladas pelas sete cidades nas últimas 24 horas, a região chegou a 4.005 óbitos. É como se todos os 3.951 moradores da Vila Guaraciaba, em Santo André, tivessem morrido em menos de um ano, já que a primeira baixa da doença ocorreu no dia 25 de março de 2020.

O primeiro milhar de mortes causadas pelo coronavírus na região aconteceu dia 23 de julho, ou seja, 90 dias após o primeiro registro. O Grande ABC precisou de 57 dias para atingir 2.000 mortes, no pico da pandemia, em 19 de agosto. Com a desaceleração no segundo semestre de 2020, foram mais 101 dias até que as sete cidades acumulassem 3.000 óbitos, no dia 28 de novembro. Agora, em evolução bem parecida com a do meio do ano passado, foram mais dois meses para a região alcançar a marca de 4.000 pessoas que perderam a batalha para a doença.

A marca é alcançada no momento em que a média móvel de mortes dos últimos 14 dias é 46,6% superior à comparada com a média dos 14 dias imediatamente anteriores. De 1º a 14 de janeiro foram 212 óbitos, contra 313 do dia 15 até ontem. Nesta semana, a cada 24 horas morem, em média, 23 pessoas, ou seja, praticamente uma por hora. O número é o segundo maior de toda a pandemia, perdendo apenas para a semana de 10 a 16 de janeiro, quando a média diária foi de 25, impulsionada por represamento no número de mortes de Mauá, que ficou 14 dias sem emitir boletins epidemiológicos.

O número de novos casos da doença também disparou. Foram 741 apenas nas últimas 24 horas, com média de 600 desde domingo, o maior registro desde a semana entre 29 de novembro e 5 de dezembro, quando foram 637 registros por dia.

ESTADO E BRASIL
O mês de janeiro permanece com o recorde de novos casos de Covid em São Paulo, alcançando a marca de 283.773 infecções confirmadas até ontem. Faltando três dias para terminar o mês, o número já é 120% superior ao registrado em outubro, com 130.499 novos casos.

Desde os primeiros registros da Covid em São Paulo, já ocorreram 52.481 óbitos e 1.746.070 casos confirmados do novo coronavírus, sendo 311 e 14.776, respectivamente, nas últimas 24 horas.

O Brasil registrou 1.386 novas mortes em 24 horas, elevando o total de óbitos a 221.547. No mesmo intervalo, o País registrou 61.811 novos casos, com 9.058.687 desde o início da pandemia. 



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Mais de 4.000 vidas ceifadas pela Covid

Com 27 registros em 24 horas, região chega à marca apenas 61 dias depois de acumular 3.000 perdas causadas pela Covid-19

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

28/01/2021 | 23:04


Apenas 61 dias depois de completar 3.000 mortes causadas pela Covid, o Grande ABC atingiu ontem a triste marca de 4.000 vidas ceifadas pela doença. Com 27 perdas acumuladas pelas sete cidades nas últimas 24 horas, a região chegou a 4.005 óbitos. É como se todos os 3.951 moradores da Vila Guaraciaba, em Santo André, tivessem morrido em menos de um ano, já que a primeira baixa da doença ocorreu no dia 25 de março de 2020.

O primeiro milhar de mortes causadas pelo coronavírus na região aconteceu dia 23 de julho, ou seja, 90 dias após o primeiro registro. O Grande ABC precisou de 57 dias para atingir 2.000 mortes, no pico da pandemia, em 19 de agosto. Com a desaceleração no segundo semestre de 2020, foram mais 101 dias até que as sete cidades acumulassem 3.000 óbitos, no dia 28 de novembro. Agora, em evolução bem parecida com a do meio do ano passado, foram mais dois meses para a região alcançar a marca de 4.000 pessoas que perderam a batalha para a doença.

A marca é alcançada no momento em que a média móvel de mortes dos últimos 14 dias é 46,6% superior à comparada com a média dos 14 dias imediatamente anteriores. De 1º a 14 de janeiro foram 212 óbitos, contra 313 do dia 15 até ontem. Nesta semana, a cada 24 horas morem, em média, 23 pessoas, ou seja, praticamente uma por hora. O número é o segundo maior de toda a pandemia, perdendo apenas para a semana de 10 a 16 de janeiro, quando a média diária foi de 25, impulsionada por represamento no número de mortes de Mauá, que ficou 14 dias sem emitir boletins epidemiológicos.

O número de novos casos da doença também disparou. Foram 741 apenas nas últimas 24 horas, com média de 600 desde domingo, o maior registro desde a semana entre 29 de novembro e 5 de dezembro, quando foram 637 registros por dia.

ESTADO E BRASIL
O mês de janeiro permanece com o recorde de novos casos de Covid em São Paulo, alcançando a marca de 283.773 infecções confirmadas até ontem. Faltando três dias para terminar o mês, o número já é 120% superior ao registrado em outubro, com 130.499 novos casos.

Desde os primeiros registros da Covid em São Paulo, já ocorreram 52.481 óbitos e 1.746.070 casos confirmados do novo coronavírus, sendo 311 e 14.776, respectivamente, nas últimas 24 horas.

O Brasil registrou 1.386 novas mortes em 24 horas, elevando o total de óbitos a 221.547. No mesmo intervalo, o País registrou 61.811 novos casos, com 9.058.687 desde o início da pandemia. 

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