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Co-vereadora do PSOL diz que foi alvo de atentado a tiros e que registrará B.O.



27/01/2021 | 17:49


A co-vereadora do PSOL em São Paulo Carolina Iara de Oliveira afirmou nesta quarta-feira, 27, que sofreu um atentado na madrugada de segunda para terça-feira. Ao menos dois tiros foram disparados contra a sua casa, segundo a bancada feminista do PSOL na Câmara de São Paulo.

Carolina Iara, que divide o mandato de vereadora com outras quatro mulheres - Silvia Ferraro, Paula Nunes, Dafne Sena e Natália Chaves -, vai registrar um boletim de ocorrência nesta quarta.

Ela alegará que alguém portando uma arma de fogo fez disparos contra a sua casa.

Também diz que apresentará imagens de uma câmera de segurança em que é possível ver que um carro estacionou em frente de seu portão e permaneceu lá por cerca de três minutos na hora em que houve o atentado.

Carolina Iara é uma mulher negra, travesti e soropositiva que representa as bandeiras desses grupos na Câmara de São Paulo.

O mandato coletivo foi eleito em 2020 com 46.242 votos, sendo a sétima candidatura mais votada da capital paulista.



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Co-vereadora do PSOL diz que foi alvo de atentado a tiros e que registrará B.O.


27/01/2021 | 17:49


A co-vereadora do PSOL em São Paulo Carolina Iara de Oliveira afirmou nesta quarta-feira, 27, que sofreu um atentado na madrugada de segunda para terça-feira. Ao menos dois tiros foram disparados contra a sua casa, segundo a bancada feminista do PSOL na Câmara de São Paulo.

Carolina Iara, que divide o mandato de vereadora com outras quatro mulheres - Silvia Ferraro, Paula Nunes, Dafne Sena e Natália Chaves -, vai registrar um boletim de ocorrência nesta quarta.

Ela alegará que alguém portando uma arma de fogo fez disparos contra a sua casa.

Também diz que apresentará imagens de uma câmera de segurança em que é possível ver que um carro estacionou em frente de seu portão e permaneceu lá por cerca de três minutos na hora em que houve o atentado.

Carolina Iara é uma mulher negra, travesti e soropositiva que representa as bandeiras desses grupos na Câmara de São Paulo.

O mandato coletivo foi eleito em 2020 com 46.242 votos, sendo a sétima candidatura mais votada da capital paulista.

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