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Funcionários de bares e restaurantes fazem manifestação contra fechamento de comércios

Yasmin Assagra/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ato reuniu proprietários, músicos e garçons de Santo André para passeata contra medidas restritivas


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

26/01/2021 | 16:32


Atualizado em 17h42

Ao som de buzinas e pedidos de ajuda, funcionários de bares e restaurantes de Santo André se reuniram ontem à tarde, na Avenida Prestes Maia, em manifestação contra o fechamento total dos estabelecimentos aos sábados e domingos e após as 20h, durante a semana, conforme a reclassificação do Plano São Paulo. Pelo menos 35 pessoas, entre proprietários, garçons, funcionários administrativos e músicos participaram do ato representando cinco comércios.

Eles pediram a revisão das medidas restritivas e autorização para, ao menos, atenderem nos fins de semana até as 20h. O grupo seguiu em carreata pela Rua das Figueiras, passando pela Prefeitura de Santo André e percorrendo também a Avenida Goiás, em São Caetano. 

“Nossa proposta é que os bares e restaurantes possam funcionar aos fins de semana, até as 20h, seguindo a mesma regra dos dias úteis. Assim, conseguimos equilibrar as despesas e custos”, detalhou o organizador do ato e proprietário de três comércios, Rafael Correia, 41 anos. 

Ele reforça que o atendimento por delivery não supre a demanda do presencial. “Não vemos como uma opção, já que, por exemplo, em nosso caso, utilizamos o serviço das 19h30 às 23h, se fecharmos às 20h, não compensa”, comentou. 

Em cada restaurante coordenado por Correia, trabalham de 20 a 30 funcionários. Com a pandemia ele foi obrigado a demitir pelo menos 40% do pessoal, além de colocar outros em férias. 

A categoria assegura que os cuidados, como distanciamento, tótens com álcool gel e fiscalização para uso da máscara para circulação no espaço, vão ser mantidos. 

O presidente do Sehal (Sindicato de Hospedagem e Alimentação) do Grande ABC, Beto Moreira, sabe que as Prefeituras não podem ir contra a decisão estadual, mas ressalta as dificuldades enfrentadas pelo setor. “O que já estava ruim, piorou. Isso mexe, não só com a vida do proprietário, mas com a de muita gente e de empresas que não sobrevivem”, destacou.



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