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Dequinha afirma ter esclarecido os questionamentos da Justiça Eleitoral

Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Juiz de Diadema contestou prestação de contas; pessedista critica Bezerra


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

26/01/2021 | 00:50


O vereador Dequinha Potência (PSD), estreante na Câmara de Diadema, informou que fez complementação de prestação de contas de sua campanha à Justiça Eleitoral depois de cobrança formal do juiz José Pedro Rebello Giannini, da 426ª Zona Eleitoral. O pessedista também criticou o fato de o ex-vereador Paulo Bezerra (PSB) tentar impugnar os balancetes do processo eleitoral.

O Diário mostrou no dia 19 que Giannini confeccionou relatório preliminar na avaliação da prestação de contas do pessedista e indicou série de inconsistências. Uma delas é o fato de o parlamentar ter declarado uma única doação ao seu projeto, no valor de R$ 2.500, oriunda de duas transferências do próprio bolso. A Justiça Eleitoral, porém, quer saber a origem desse recurso, já que Dequinha declarou não ter bens.

“Esclarecemos todas as contestações enviadas pelo tribunal eleitoral complementando a prestação de contas elaborada e anteriormente entregue no prazo determinado”, avisou Dequinha, em nota ao Diário.

Essa complementação, segundo Dequinha, envolveu outro apontamento da Justiça Eleitoral: a ausência de declaração de cerca de R$ 2.000 em movimentações financeiras. Esse dinheiro consta em extratos eletrônicos da conta-corrente aberta pela campanha, mas não estava no balancete entregue por Dequinha à Justiça Eleitoral. Também há registros de omissão de despesa, na ordem de R$ 200, com gráfica.

Sobre o pedido de impugnação feito por Bezerra, o vereador disse que “não passam de informações infundadas e sem nenhum embasamento, inclusive mal elaboradas e tendenciosas, haja vista que o referido ex-vereador foi derrotado nas urnas e, por isso, de alguma forma busca desqualificar o pleito do vereador Dequinha Potência, que foi eleito pelo voto do povo, e continuará sempre trabalhando em função de melhorias para a comunidade, pois por esse motivo foi escolhido para exercício de tal cargo”.

Bezerra alega que Dequinha infringiu a legislação eleitoral ao omitir gastos da campanha, como despesas com caminhão de som e pessoal que atuou no projeto, e pede explicitamente que o pessedista tenha o diploma cassado. O socialista acredita que, com a impugnação do pessedista, haverá recontagem dos votos e ele seria beneficiado.

Dequinha recebeu 1.852 votos, sendo o único eleito na chapa que apoiou Taka Yamauchi (PSD). Bezerra obteve 2.447, mas não retornou à casa por causa do quociente eleitoral. 



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Dequinha afirma ter esclarecido os questionamentos da Justiça Eleitoral

Juiz de Diadema contestou prestação de contas; pessedista critica Bezerra

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

26/01/2021 | 00:50


O vereador Dequinha Potência (PSD), estreante na Câmara de Diadema, informou que fez complementação de prestação de contas de sua campanha à Justiça Eleitoral depois de cobrança formal do juiz José Pedro Rebello Giannini, da 426ª Zona Eleitoral. O pessedista também criticou o fato de o ex-vereador Paulo Bezerra (PSB) tentar impugnar os balancetes do processo eleitoral.

O Diário mostrou no dia 19 que Giannini confeccionou relatório preliminar na avaliação da prestação de contas do pessedista e indicou série de inconsistências. Uma delas é o fato de o parlamentar ter declarado uma única doação ao seu projeto, no valor de R$ 2.500, oriunda de duas transferências do próprio bolso. A Justiça Eleitoral, porém, quer saber a origem desse recurso, já que Dequinha declarou não ter bens.

“Esclarecemos todas as contestações enviadas pelo tribunal eleitoral complementando a prestação de contas elaborada e anteriormente entregue no prazo determinado”, avisou Dequinha, em nota ao Diário.

Essa complementação, segundo Dequinha, envolveu outro apontamento da Justiça Eleitoral: a ausência de declaração de cerca de R$ 2.000 em movimentações financeiras. Esse dinheiro consta em extratos eletrônicos da conta-corrente aberta pela campanha, mas não estava no balancete entregue por Dequinha à Justiça Eleitoral. Também há registros de omissão de despesa, na ordem de R$ 200, com gráfica.

Sobre o pedido de impugnação feito por Bezerra, o vereador disse que “não passam de informações infundadas e sem nenhum embasamento, inclusive mal elaboradas e tendenciosas, haja vista que o referido ex-vereador foi derrotado nas urnas e, por isso, de alguma forma busca desqualificar o pleito do vereador Dequinha Potência, que foi eleito pelo voto do povo, e continuará sempre trabalhando em função de melhorias para a comunidade, pois por esse motivo foi escolhido para exercício de tal cargo”.

Bezerra alega que Dequinha infringiu a legislação eleitoral ao omitir gastos da campanha, como despesas com caminhão de som e pessoal que atuou no projeto, e pede explicitamente que o pessedista tenha o diploma cassado. O socialista acredita que, com a impugnação do pessedista, haverá recontagem dos votos e ele seria beneficiado.

Dequinha recebeu 1.852 votos, sendo o único eleito na chapa que apoiou Taka Yamauchi (PSD). Bezerra obteve 2.447, mas não retornou à casa por causa do quociente eleitoral. 

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