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Ex-presidentes participam de ato em defesa da vacina

Divulgação/Governo do Estado Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer e José Sarney falam, em coletiva do governo do Estado, sobre a importância da imunização para contenção da pandemia


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

25/01/2021 | 12:45


No dia dos 467 anos da cidade de São Paulo, três ex-presidentes da república, Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer e José Sarney - os dois últimos de maneira virtual - participaram hoje de ato em defesa da vacina. A ação foi feita durante coletiva de imprensa, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, liderada pelo governador João Doria (PSDB).

Fernando Henrique Cardoso (PSDB), presidente do País por oito anos (1995-2003), lembrou da preocupação dos pais contra a gripe espanhola, em 1918. "Não me recordo de outra situação como esta que estamos passando agora. Lembro apenas de passar por isso na Segunda Guerra Mundial, de sabermos de muitas mortes, mas nada comparável a agora. Este virus não perdoa, ele mata. Ou é vacina ou ficar em casa." O ex-presidente falou sobre solidariedade, sobretudo com quem não tem uma moradia digna, que sofre com as agruras da desigualdade social, e também com os profissionais da linha de frente, que têm lutado há meses contra o vírus. "Nós vamos vencer, assim como vencemos outros períodos difíceis da história da humanidade."

Presidente do Brasil entre os anos de 1985 a 1990, José Sarney (MDB) lembrou de um seminário que participou em Xangai, há 30 anos, que tratava sobre ameaças para humanidade e alertou para uma doença com dificuldade de tratamento. "Estamos vivendo agora o perigo da realização dessa profecia, com a terrível pandemia causada pelo coronavírus para qual não encontramos até agora nenhum tratamento. Nos resta, portanto, a esperança para vencer essa tragédia: a vacinação. Que deve ser feita com espírito de solidariedade, de união de todos, com a colaboração de todos. É hora de juntarmos esforços, para dizermos à população brasileira que colaborem com as autoridades sanitárias. Junto-me aos meus colegas ex-presidentes a este apelo", disse.

Já Michel Temer (MDB), que liderou o País de 2016 a 2019, falou também sobre união entre os brasileiros e de que a prioriddade, no momento, é preservar as vidas. "As vidas não têm volta, mas a economia se recupera. Estou esperando para que quando chegar a minha vez, e com muita tranquilidade, com a certeza de que isso ajudará a preservar a nossa vida."

Também receberam o convite Fernando Collor, Lula e Dilma, mas eles preferiram não participar. "Não é um encontro de natureza política, mas de natureza humanitária. Duzentos e dezessete mil brasileiros perderam suas vidas e estamos ainda no processo de enfrentamento da Covid-19. Mais do que nunca precisamos estar unidos, ter sentimento de compaixão, amor pela vida, pelas pessoas e fazer apelo para os brasileiros que usem máscaras", disse Doria. Até o momento, 143.966 pessoas foram vacinadas no Estado.



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Ex-presidentes participam de ato em defesa da vacina

Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer e José Sarney falam, em coletiva do governo do Estado, sobre a importância da imunização para contenção da pandemia

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

25/01/2021 | 12:45


No dia dos 467 anos da cidade de São Paulo, três ex-presidentes da república, Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer e José Sarney - os dois últimos de maneira virtual - participaram hoje de ato em defesa da vacina. A ação foi feita durante coletiva de imprensa, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, liderada pelo governador João Doria (PSDB).

Fernando Henrique Cardoso (PSDB), presidente do País por oito anos (1995-2003), lembrou da preocupação dos pais contra a gripe espanhola, em 1918. "Não me recordo de outra situação como esta que estamos passando agora. Lembro apenas de passar por isso na Segunda Guerra Mundial, de sabermos de muitas mortes, mas nada comparável a agora. Este virus não perdoa, ele mata. Ou é vacina ou ficar em casa." O ex-presidente falou sobre solidariedade, sobretudo com quem não tem uma moradia digna, que sofre com as agruras da desigualdade social, e também com os profissionais da linha de frente, que têm lutado há meses contra o vírus. "Nós vamos vencer, assim como vencemos outros períodos difíceis da história da humanidade."

Presidente do Brasil entre os anos de 1985 a 1990, José Sarney (MDB) lembrou de um seminário que participou em Xangai, há 30 anos, que tratava sobre ameaças para humanidade e alertou para uma doença com dificuldade de tratamento. "Estamos vivendo agora o perigo da realização dessa profecia, com a terrível pandemia causada pelo coronavírus para qual não encontramos até agora nenhum tratamento. Nos resta, portanto, a esperança para vencer essa tragédia: a vacinação. Que deve ser feita com espírito de solidariedade, de união de todos, com a colaboração de todos. É hora de juntarmos esforços, para dizermos à população brasileira que colaborem com as autoridades sanitárias. Junto-me aos meus colegas ex-presidentes a este apelo", disse.

Já Michel Temer (MDB), que liderou o País de 2016 a 2019, falou também sobre união entre os brasileiros e de que a prioriddade, no momento, é preservar as vidas. "As vidas não têm volta, mas a economia se recupera. Estou esperando para que quando chegar a minha vez, e com muita tranquilidade, com a certeza de que isso ajudará a preservar a nossa vida."

Também receberam o convite Fernando Collor, Lula e Dilma, mas eles preferiram não participar. "Não é um encontro de natureza política, mas de natureza humanitária. Duzentos e dezessete mil brasileiros perderam suas vidas e estamos ainda no processo de enfrentamento da Covid-19. Mais do que nunca precisamos estar unidos, ter sentimento de compaixão, amor pela vida, pelas pessoas e fazer apelo para os brasileiros que usem máscaras", disse Doria. Até o momento, 143.966 pessoas foram vacinadas no Estado.

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