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Região pode sediar os Jogos Abertos outra vez

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grupo de trabalho de esporte deverá ser reativado dentro do Consórcio no intuito de ações interligadas


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

24/01/2021 | 00:01


O Grande ABC pode estar próximo de, a exemplo de 2017, sediar uma edição compartilhada dos Jogos Abertos do Interior. E mais do que simplesmente trazer a Olimpíada Caipira de volta para as sete cidades, um movimento político vem buscando alternativas para integrar as modalidades na região. É com este intuito que reunião amanhã entre secretários e diretores municipais com o secretário executivo do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Acácio Miranda, poderá selar o retorno do GT (Grupo de Trabalho) de Esportes da entidade. A partir do bate-papo, será marcado o primeiro encontro do grupo gestor.

“Fui procurado pelo diretor de Esportes de Diadema, José Alexandre Pena, e pelo secretário de Esportes de São Bernardo, Alex Mognon, para reativar as ações do grupo de trabalho de esportes do Consórcio. Já foi ferramenta muito importante para o cenário esportivo da região, como por exemplo o desenvolvimento da Copa João Ramalho e de ações de escolas de modalidades, envolvendo as sete cidades. Mas isso deu uma parada de uns anos para cá e queremos retomar as conversas, usando o Consórcio como ferramenta real de facilitação do trabalho junto ao esporte na região, que é uma das mais fortes esportivamente do Brasil”, explicou o secretário interino de Santo André, Giba Krauser. “A ideia, inclusive, é a gente trazer para cá os Jogos Regionais de 2022 e, conforme for, podemos trazer (para a região) pelo menos mais uma edição dos Jogos Abertos. Fazer ações regionalizadas facilita para todos, porque não sobrecarrega nem um nem outro. Hoje, fazer Jogos Abertos em só uma cidade é praticamente impossível. São 200 municípios, 17 mil atletas, é a maior competição amadora da América. Fazendo regionalizado ficou tranquilo, cada um ofereceu o que tem de melhor das praças esportivas e todas as cidades estão interligadas”, explicou.

Na visão do diretor de esportes de Diadema, José Alexandre Pena, a fragilização decorrente do novo coronavírus pede ações como esta. “Neste momento, temos de unir forças. Então solicitamos reunião para reativar o grupo de trabalho para tomar medidas, debater como atuar nessa pandemia, haja vista que o esporte pode auxiliar muito nas questões da pandemia, do isolamento social, poder conquistar corações e mentes. Esporte e cultura têm papel fundamental para deixar as mentes saudáveis, então é importante para unificar a fala do esporte na região. Um grande ganho”, destacou.

Segundo Giba Krauser, outro facilitador para o sucesso da ideia é ter a área esportiva alheia a questões e interesses partidários. “O esporte nunca teve problema de relacionamento, independentemente de situações políticas das cidades. Então nunca teve impeditivo para e parar ou continuar por conta de outro tipo de ação que não o esporte em si. Não tem partido, a briga é para o esporte andar. Tudo o que a gente puder fazer em conjunto, vamos buscar fazer.” 



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Região pode sediar os Jogos Abertos outra vez

Grupo de trabalho de esporte deverá ser reativado dentro do Consórcio no intuito de ações interligadas

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

24/01/2021 | 00:01


O Grande ABC pode estar próximo de, a exemplo de 2017, sediar uma edição compartilhada dos Jogos Abertos do Interior. E mais do que simplesmente trazer a Olimpíada Caipira de volta para as sete cidades, um movimento político vem buscando alternativas para integrar as modalidades na região. É com este intuito que reunião amanhã entre secretários e diretores municipais com o secretário executivo do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Acácio Miranda, poderá selar o retorno do GT (Grupo de Trabalho) de Esportes da entidade. A partir do bate-papo, será marcado o primeiro encontro do grupo gestor.

“Fui procurado pelo diretor de Esportes de Diadema, José Alexandre Pena, e pelo secretário de Esportes de São Bernardo, Alex Mognon, para reativar as ações do grupo de trabalho de esportes do Consórcio. Já foi ferramenta muito importante para o cenário esportivo da região, como por exemplo o desenvolvimento da Copa João Ramalho e de ações de escolas de modalidades, envolvendo as sete cidades. Mas isso deu uma parada de uns anos para cá e queremos retomar as conversas, usando o Consórcio como ferramenta real de facilitação do trabalho junto ao esporte na região, que é uma das mais fortes esportivamente do Brasil”, explicou o secretário interino de Santo André, Giba Krauser. “A ideia, inclusive, é a gente trazer para cá os Jogos Regionais de 2022 e, conforme for, podemos trazer (para a região) pelo menos mais uma edição dos Jogos Abertos. Fazer ações regionalizadas facilita para todos, porque não sobrecarrega nem um nem outro. Hoje, fazer Jogos Abertos em só uma cidade é praticamente impossível. São 200 municípios, 17 mil atletas, é a maior competição amadora da América. Fazendo regionalizado ficou tranquilo, cada um ofereceu o que tem de melhor das praças esportivas e todas as cidades estão interligadas”, explicou.

Na visão do diretor de esportes de Diadema, José Alexandre Pena, a fragilização decorrente do novo coronavírus pede ações como esta. “Neste momento, temos de unir forças. Então solicitamos reunião para reativar o grupo de trabalho para tomar medidas, debater como atuar nessa pandemia, haja vista que o esporte pode auxiliar muito nas questões da pandemia, do isolamento social, poder conquistar corações e mentes. Esporte e cultura têm papel fundamental para deixar as mentes saudáveis, então é importante para unificar a fala do esporte na região. Um grande ganho”, destacou.

Segundo Giba Krauser, outro facilitador para o sucesso da ideia é ter a área esportiva alheia a questões e interesses partidários. “O esporte nunca teve problema de relacionamento, independentemente de situações políticas das cidades. Então nunca teve impeditivo para e parar ou continuar por conta de outro tipo de ação que não o esporte em si. Não tem partido, a briga é para o esporte andar. Tudo o que a gente puder fazer em conjunto, vamos buscar fazer.” 

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