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ING: PMI da zona do euro mostra que covid alonga crise e PIB deve ter contração



22/01/2021 | 10:47


A queda no índice de gerentes de empresas (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro em dezembro mostra que a segunda onda de casos de covid-19 na região está alongando a crise econômica. A avaliação é do ING e consta em relatório enviado a clientes. "Espere contração do Produto Interno Bruto (PIB) outra vez no primeiro trimestre", prevê.

O recuo no indicador foi puxado pelo desempenho negativo do setor de serviços, enquanto o industrial segue acima de 50, que indica expansão no período. "Com os lockdowns sendo estendidos ainda mais no primeiro trimestre, o risco é que os setores que carregam o peso dessas restrições enfrentem um impacto muito mais significativo e mais duradouro, como falências", explica o banco.

Para a instituição, a economia europeia deve entrar em um padrão de recuperação em formato de K, isto é, crescimento em algumas áreas e perdas em outros, o que o ING caracteriza de "desolador começo de um ano que deve, em algum ponto, ver uma rápida reviravolta na produção econômica à medida que as vacinações se firmam".



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ING: PMI da zona do euro mostra que covid alonga crise e PIB deve ter contração


22/01/2021 | 10:47


A queda no índice de gerentes de empresas (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro em dezembro mostra que a segunda onda de casos de covid-19 na região está alongando a crise econômica. A avaliação é do ING e consta em relatório enviado a clientes. "Espere contração do Produto Interno Bruto (PIB) outra vez no primeiro trimestre", prevê.

O recuo no indicador foi puxado pelo desempenho negativo do setor de serviços, enquanto o industrial segue acima de 50, que indica expansão no período. "Com os lockdowns sendo estendidos ainda mais no primeiro trimestre, o risco é que os setores que carregam o peso dessas restrições enfrentem um impacto muito mais significativo e mais duradouro, como falências", explica o banco.

Para a instituição, a economia europeia deve entrar em um padrão de recuperação em formato de K, isto é, crescimento em algumas áreas e perdas em outros, o que o ING caracteriza de "desolador começo de um ano que deve, em algum ponto, ver uma rápida reviravolta na produção econômica à medida que as vacinações se firmam".

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