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Beto Vidoski diz não se arrepender de lançar candidatura à chefia da Câmara

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vereador, que concorreu contra Tite à revelia de Auricchio, cita ter agido após reunião do PSDB


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

21/01/2021 | 03:15


Ex-vice-prefeito e atual vereador de São Caetano, Beto Vidoski (PSDB) disse não se arrepender de lançar nome na eleição para a presidência da Câmara, no dia 1º, movimento que provocou afastamento da cúpula do grupo liderado por José Auricchio Júnior (PSDB), que indicou Tite Campanella (Cidadania) para a função. “Se passaram 20 dias e sigo pensando que fiz a coisa correta.”

Em visita ao Diário, Vidoski narrou os passos dados até aquele dia. A eleição para presidência do Legislativo ganhou outros holofotes porque o presidente da casa viraria prefeito interino diante da impossibilidade de posse de Auricchio – reeleito no voto no dia 15 de novembro, o tucano teve registro de candidatura indeferido e aguarda análise de recursos para reverter esse cenário.

Vidoski relatou que, dias antes do Natal, houve reunião do PSDB e da bancada de vereadores do partido, na qual ficou decidido que a legenda iria apresentar um nome como postulante, até pelo entendimento que Auricchio não seria empossado. No dia 31, porém, Tite foi indicado como candidato governista à presidência e, assim, seria prefeito interino.

“Eu me coloquei em possível candidatura e procurei alguns vereadores da base do governo. Meu diálogo foi com os vereadores eleitos que ajudaram na eleição do Auricchio, nenhum nome da oposição. Justifiquei a eles que iria manter minha candidatura até o fim. Não menti. Coloquei minha candidatura e a levei até o fim. Se a eleição fosse hoje, meu pensamento seria o mesmo”, sustentou o tucano.

O parlamentar assegurou que não houve motivação pessoal contra Tite em lançar sua candidatura ao comando da casa. “Não foi, não é e nunca será. O Tite foi líder do governo nos quatro anos em que fui vice-prefeito e secretário (de Esportes). Não tenho nada contra o Tite”, comentou Vidoski, que minimizou o fato de o prefeito interino ter encaminhado exonerações de figuras ligadas a seu grupo. “Entendo ser natural, para mim são normais (as demissões). São fases que você precisa passar.”

Entre os desligados está Marco Astolfi, que ficou como secretário de Esportes no lugar de Vidoski quando ele se desincompatibilizou do cargo para pensar a candidatura – Tite nomeou Renata Trevelin. “Não sei onde falam que a Renata é minha desafeta. Eu, inclusive, fui visitá-la ontem (terça-feira) e fiquei muito contente em ver que a maioria das pessoas que estavam comigo segue lá. Ela falou que seria gestão de continuidade do trabalho.”

Vidoski reconheceu que a candidatura a presidente da Câmara à revelia do núcleo duro de Auricchio provocou mudanças de rota em seu mandato, mas evitou falar que será oposição. “Vou apoiar todos aqueles projetos que forem para o bem da cidade. Mas, logicamente não estou mais dentro do governo, recebo informações e vejo a administração com outros olhares. O que for bom, votarei a favor. O que não for, é discutir para melhorar.” 



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Beto Vidoski diz não se arrepender de lançar candidatura à chefia da Câmara

Vereador, que concorreu contra Tite à revelia de Auricchio, cita ter agido após reunião do PSDB

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

21/01/2021 | 03:15


Ex-vice-prefeito e atual vereador de São Caetano, Beto Vidoski (PSDB) disse não se arrepender de lançar nome na eleição para a presidência da Câmara, no dia 1º, movimento que provocou afastamento da cúpula do grupo liderado por José Auricchio Júnior (PSDB), que indicou Tite Campanella (Cidadania) para a função. “Se passaram 20 dias e sigo pensando que fiz a coisa correta.”

Em visita ao Diário, Vidoski narrou os passos dados até aquele dia. A eleição para presidência do Legislativo ganhou outros holofotes porque o presidente da casa viraria prefeito interino diante da impossibilidade de posse de Auricchio – reeleito no voto no dia 15 de novembro, o tucano teve registro de candidatura indeferido e aguarda análise de recursos para reverter esse cenário.

Vidoski relatou que, dias antes do Natal, houve reunião do PSDB e da bancada de vereadores do partido, na qual ficou decidido que a legenda iria apresentar um nome como postulante, até pelo entendimento que Auricchio não seria empossado. No dia 31, porém, Tite foi indicado como candidato governista à presidência e, assim, seria prefeito interino.

“Eu me coloquei em possível candidatura e procurei alguns vereadores da base do governo. Meu diálogo foi com os vereadores eleitos que ajudaram na eleição do Auricchio, nenhum nome da oposição. Justifiquei a eles que iria manter minha candidatura até o fim. Não menti. Coloquei minha candidatura e a levei até o fim. Se a eleição fosse hoje, meu pensamento seria o mesmo”, sustentou o tucano.

O parlamentar assegurou que não houve motivação pessoal contra Tite em lançar sua candidatura ao comando da casa. “Não foi, não é e nunca será. O Tite foi líder do governo nos quatro anos em que fui vice-prefeito e secretário (de Esportes). Não tenho nada contra o Tite”, comentou Vidoski, que minimizou o fato de o prefeito interino ter encaminhado exonerações de figuras ligadas a seu grupo. “Entendo ser natural, para mim são normais (as demissões). São fases que você precisa passar.”

Entre os desligados está Marco Astolfi, que ficou como secretário de Esportes no lugar de Vidoski quando ele se desincompatibilizou do cargo para pensar a candidatura – Tite nomeou Renata Trevelin. “Não sei onde falam que a Renata é minha desafeta. Eu, inclusive, fui visitá-la ontem (terça-feira) e fiquei muito contente em ver que a maioria das pessoas que estavam comigo segue lá. Ela falou que seria gestão de continuidade do trabalho.”

Vidoski reconheceu que a candidatura a presidente da Câmara à revelia do núcleo duro de Auricchio provocou mudanças de rota em seu mandato, mas evitou falar que será oposição. “Vou apoiar todos aqueles projetos que forem para o bem da cidade. Mas, logicamente não estou mais dentro do governo, recebo informações e vejo a administração com outros olhares. O que for bom, votarei a favor. O que não for, é discutir para melhorar.” 

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