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Esperança e vigilância


Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 23:59


A alegria com a chegada da vacina ao Grande ABC não pode ser apenas um sopro de esperança em meio à batalha contra o inimigo mais letal do século até aqui. Alguns dos milhares de profissionais da saúde que atuam na linha de frente no combate à Covid-19 nas sete cidades receberam ontem as primeiras doses da Coronavac, a luz no fim do túnel de um pesadelo iniciado em março do ano passado, quando o primeiro óbito pela doença foi registrado por aqui. Agora é preciso ir além.

É inegável todo trabalho do Estado para o início da imunização. Aos trancos e barrancos chegamos ao dia em que a perspectiva de volta à vida normal ficou mais cristalina. A politização da pandemia trouxe incontáveis prejuízos. Certamente colaborou para as 210 mil mortes de brasileiros pelo novo coronavírus. Desses, 3.802 moravam no Grande ABC. É hora de olhar para o passado, observar os erros cometidos para dar passos certeiros para a frente.

As últimas semanas foram de apreensão com a alta vertiginosa de casos e falecimentos pelo vírus. Não se pode afrouxar as rédeas no momento em que estamos tão perto de sair da pandemia, apesar de ainda serem constantes flagrantes de aglomerações em festas, viagens, comércios.

Nossos governantes precisam assumir a dianteira de cobrança do governo do Estado, do Ministério da Saúde e da Presidência da República para que a atuação seja uníssona em busca da vacinação. É inadmissível que, no mesmo dia em que munícipes da região receberam doses da vacina, a Fiocruz informe que atrasará em ao menos um mês a entrega do imunizante da AstraZeneca, desenvolvido pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, por falta de insumos. A essa altura, não ter a matéria-prima para confeccionar o fármaco que salvará milhares de vidas é inconcebível.

Este Diário, como fez e faz durante toda a pandemia, seguirá vigilante e atuante para que todos façam sua parte em busca da imunização. Ontem, o dia foi de esperança e celebração. Hoje, de olhar atento e de reivindicação da vacina. 



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Esperança e vigilância

Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 23:59


A alegria com a chegada da vacina ao Grande ABC não pode ser apenas um sopro de esperança em meio à batalha contra o inimigo mais letal do século até aqui. Alguns dos milhares de profissionais da saúde que atuam na linha de frente no combate à Covid-19 nas sete cidades receberam ontem as primeiras doses da Coronavac, a luz no fim do túnel de um pesadelo iniciado em março do ano passado, quando o primeiro óbito pela doença foi registrado por aqui. Agora é preciso ir além.

É inegável todo trabalho do Estado para o início da imunização. Aos trancos e barrancos chegamos ao dia em que a perspectiva de volta à vida normal ficou mais cristalina. A politização da pandemia trouxe incontáveis prejuízos. Certamente colaborou para as 210 mil mortes de brasileiros pelo novo coronavírus. Desses, 3.802 moravam no Grande ABC. É hora de olhar para o passado, observar os erros cometidos para dar passos certeiros para a frente.

As últimas semanas foram de apreensão com a alta vertiginosa de casos e falecimentos pelo vírus. Não se pode afrouxar as rédeas no momento em que estamos tão perto de sair da pandemia, apesar de ainda serem constantes flagrantes de aglomerações em festas, viagens, comércios.

Nossos governantes precisam assumir a dianteira de cobrança do governo do Estado, do Ministério da Saúde e da Presidência da República para que a atuação seja uníssona em busca da vacinação. É inadmissível que, no mesmo dia em que munícipes da região receberam doses da vacina, a Fiocruz informe que atrasará em ao menos um mês a entrega do imunizante da AstraZeneca, desenvolvido pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, por falta de insumos. A essa altura, não ter a matéria-prima para confeccionar o fármaco que salvará milhares de vidas é inconcebível.

Este Diário, como fez e faz durante toda a pandemia, seguirá vigilante e atuante para que todos façam sua parte em busca da imunização. Ontem, o dia foi de esperança e celebração. Hoje, de olhar atento e de reivindicação da vacina. 

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