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Confiança do comerciante cai 2,2% em janeiro ante dezembro de 2020, revela CNC



19/01/2021 | 11:03


O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 2,2% em janeiro ante dezembro de 2020, caindo a 105,8 pontos, informou nesta terça-feira, 19, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi a segunda queda seguida. Mesmo assim, o indicador permanece no patamar de otimismo (acima de 100 pontos) pelo quarto mês consecutivo, informou a CNC. Na comparação com janeiro de 2020, houve queda de 16,4%.

Dois dos principais índices que compõem o Icec registraram retrações e tiveram papel determinante no resultado negativo do indicador principal. O referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais caiu (-5,8%) para 80,5 pontos, e o indicador que avalia as expectativas no curto prazo recuou pela segunda vez consecutiva (-2,3%), alcançando 142,1 pontos. O segundo componente é o único acima dos 100 pontos.

O aumento do dólar, o endividamento das empresas, o reajuste dos aluguéis e a cautela do consumidor para efetuar compras podem ter influenciado o resultado negativo, segundo a CNC. "A predominância das percepções adversas também pode ter relação com a necessidade de se fazer investimentos em tecnologia e logística para avançar no e-commerce", diz a nota divulgada há pouco pela confederação.



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Confiança do comerciante cai 2,2% em janeiro ante dezembro de 2020, revela CNC


19/01/2021 | 11:03


O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 2,2% em janeiro ante dezembro de 2020, caindo a 105,8 pontos, informou nesta terça-feira, 19, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi a segunda queda seguida. Mesmo assim, o indicador permanece no patamar de otimismo (acima de 100 pontos) pelo quarto mês consecutivo, informou a CNC. Na comparação com janeiro de 2020, houve queda de 16,4%.

Dois dos principais índices que compõem o Icec registraram retrações e tiveram papel determinante no resultado negativo do indicador principal. O referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais caiu (-5,8%) para 80,5 pontos, e o indicador que avalia as expectativas no curto prazo recuou pela segunda vez consecutiva (-2,3%), alcançando 142,1 pontos. O segundo componente é o único acima dos 100 pontos.

O aumento do dólar, o endividamento das empresas, o reajuste dos aluguéis e a cautela do consumidor para efetuar compras podem ter influenciado o resultado negativo, segundo a CNC. "A predominância das percepções adversas também pode ter relação com a necessidade de se fazer investimentos em tecnologia e logística para avançar no e-commerce", diz a nota divulgada há pouco pela confederação.

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