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Sensação de alívio, descreve médico de Santo André após tomar vacina

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Felipe Bortoleto conta os dias para que tudo volte para a normalidade


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 00:01


“É uma sensação de alívio, mas essa luta ainda não acabou.” Assim o médico do departamento de emergências do Hospital das Clínicas de São Paulo, do CHM (Centro Hospitalar Municipal) e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Santo André Felipe Bortoleto, 29 anos, descreveu sua experiência após tomar a primeira dose da Coronavac, imunizante desenvolvido pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, no domingo.

Apesar do início da vacinação, o médico destaca que não é momento de afrouxar as medidas de segurança contra o vírus e sim continuar se cuidando. “Estávamos esperando por esse momento mais do que tudo. Virou o ano e já acho que foi a melhor coisa que poderia acontecer”, detalha o profissional, que atua no departamento de emergências desde 2018. Bortoleto lembra que o ano passado foi o ano Covid-19. “O vírus parou o mundo e, principalmente, na primeira onda, era 24 horas por dia trabalhando em cima disso da Covid e falando sobre isso. Acho que foi assim para todo mundo. Foi um ano muito complicado e cansativo”, completa.

O médico e morador do bairro Campestre, em Santo André, comenta que no domingo, antes de tomar a primeira dose, lembrou de muitas vivências desde o início da pandemia. “Passa muita coisa pela cabeça e, com a vacinação, podemos ver que as coisas vão melhorar. Não vai ser de uma hora para outra, mas vai acontecer ao longo do ano”, comenta Felipe, que seguirá com suas atividades normalmente, mas atento aos possíveis sintomas que podem aparecer, como dor no local da vacina ou até uma febre. Por enquanto ele disse que não sentiu nada.

“Aprendemos a lidar com a doença e aprendemos até hoje. A expectativa é alta e com ajuda de todos, o nosso antigo normal vai voltar”, avalia.

PASSOU ILESO
Mesmo na linha de frente, Felipe não testou positivo para a Covid e agora se sente mais seguro com início da vacinação, já que logo seus familiares, que também são de Santo André, ficarão imunizados, já que a região inicia hoje a vacinação.

“Foram muitas noites sem dormir, transportando pacientes que precisavam de nós, e lutávamos contra o tempo. Agora, acredito que a palavra seja alívio, já que, assim, a expectativa é a de que desafogue todo sistema de saúde e possamos voltar para a casa sem o risco de contaminar nossas famílias”, finaliza.
Assim como Felipe, no domingo, 112 pessoas receberam a imunização e até o início da noite de ontem o Estado contabilizou 1.030 profissionais da saúde já vacinados, que ainda receberão a segunda dose depois de 21 dias. Hoje, a imunização começa nos Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e Marília e no Hospital de Base de São José do Rio Preto.  



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Sensação de alívio, descreve médico de Santo André após tomar vacina

Felipe Bortoleto conta os dias para que tudo volte para a normalidade

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 00:01


“É uma sensação de alívio, mas essa luta ainda não acabou.” Assim o médico do departamento de emergências do Hospital das Clínicas de São Paulo, do CHM (Centro Hospitalar Municipal) e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Santo André Felipe Bortoleto, 29 anos, descreveu sua experiência após tomar a primeira dose da Coronavac, imunizante desenvolvido pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, no domingo.

Apesar do início da vacinação, o médico destaca que não é momento de afrouxar as medidas de segurança contra o vírus e sim continuar se cuidando. “Estávamos esperando por esse momento mais do que tudo. Virou o ano e já acho que foi a melhor coisa que poderia acontecer”, detalha o profissional, que atua no departamento de emergências desde 2018. Bortoleto lembra que o ano passado foi o ano Covid-19. “O vírus parou o mundo e, principalmente, na primeira onda, era 24 horas por dia trabalhando em cima disso da Covid e falando sobre isso. Acho que foi assim para todo mundo. Foi um ano muito complicado e cansativo”, completa.

O médico e morador do bairro Campestre, em Santo André, comenta que no domingo, antes de tomar a primeira dose, lembrou de muitas vivências desde o início da pandemia. “Passa muita coisa pela cabeça e, com a vacinação, podemos ver que as coisas vão melhorar. Não vai ser de uma hora para outra, mas vai acontecer ao longo do ano”, comenta Felipe, que seguirá com suas atividades normalmente, mas atento aos possíveis sintomas que podem aparecer, como dor no local da vacina ou até uma febre. Por enquanto ele disse que não sentiu nada.

“Aprendemos a lidar com a doença e aprendemos até hoje. A expectativa é alta e com ajuda de todos, o nosso antigo normal vai voltar”, avalia.

PASSOU ILESO
Mesmo na linha de frente, Felipe não testou positivo para a Covid e agora se sente mais seguro com início da vacinação, já que logo seus familiares, que também são de Santo André, ficarão imunizados, já que a região inicia hoje a vacinação.

“Foram muitas noites sem dormir, transportando pacientes que precisavam de nós, e lutávamos contra o tempo. Agora, acredito que a palavra seja alívio, já que, assim, a expectativa é a de que desafogue todo sistema de saúde e possamos voltar para a casa sem o risco de contaminar nossas famílias”, finaliza.
Assim como Felipe, no domingo, 112 pessoas receberam a imunização e até o início da noite de ontem o Estado contabilizou 1.030 profissionais da saúde já vacinados, que ainda receberão a segunda dose depois de 21 dias. Hoje, a imunização começa nos Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e Marília e no Hospital de Base de São José do Rio Preto.  

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