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Se houver nova eleição, não fugirei da briga, diz Thiago

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Deputado estadual crê na reversão jurídica a favor de Auricchio, mas avisa estar à disposição do grupo


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 00:01


O deputado estadual Thiago Auricchio (PL) aposta na reversão do cenário jurídico atual em São Caetano a favor de seu pai, José Auricchio Júnior (PSDB), reeleito como prefeito da cidade no voto no dia 15 de novembro, mas com registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral. Porém, ele avisa que, se houver nova eleição e o grupo político do qual faz parte convergir em torno de seu nome, pode ser candidato a prefeito. “Não fujo de uma briga dessas.”

Em visita ao Diário, Thiago, advogado de formação, avaliou que Auricchio tem plenas condições de reverter a derrota jurídica no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O registro do tucano foi indeferido pela juíza Ana Lúcia Fusaro, da 166ª Zona Eleitoral de São Caetano, que se balizou em condenação aplicada contra o político por doação irregular na campanha de 2016 – Auricchio recebeu recursos de mulheres sem renda comprovada. O indeferimento foi confirmado pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). Mas a defesa do tucano diz que recurso especial com efeito suspensivo concedido pelo presidente do TRE-SP, Waldir Nuevo Campos, daria condições eleitorais a Auricchio.

“Acredito nos direitos do prefeito e acredito também na Justiça. Eu disputei eleição muito difícil sem nunca ter sido candidato. Então eu costumo dizer que não sou de fugir de nada”, comentou o liberal. “Não é algo que passa pela minha cabeça (ser candidato a prefeito em eventual nova eleição), quero cumprir meu mandato de deputado estadual e considero remota a possibilidade de isso acontecer (novo pleito). Mas se houver e se o grupo entender que eu seria o melhor nome para fortificar o trabalho executado até aqui, eu falo que não costumo fugir de batalha.”

Thiago, que quando foi candidato a deputado estadual uniu boa parte da força política da cidade, colocou outros nomes como potenciais em eventual disputa. Ele citou o prefeito em exercício, Tite Campanella (Cidadania), o presidente interino da Câmara, Pio Mielo (PSDB), o vereador e ex-vice-prefeito Beto Vidoski (PSDB) e o ex-reitor da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) e atual diretor superintendente do Diário, Marcos Bassi (PSDB), como alternativas. “Todos têm muito trabalho prestado por São Caetano. Mas, como sempre aprendo muito com meu pai, uma coisa que ele diz eu levo comigo. Na política você não faz atuação com seu desejo pessoal exclusivo, seu desejo pessoal não pode estar acima do desejo do grupo. Se eu for nome de consenso, eu não fujo de briga.”

Eleito com 73.435 votos, sendo 15.346 deles em São Caetano, Thiago considerou salutar o debate sobre a primeira-dama e presidente do Núcleo de Inovação Social de Santo André, Ana Carolina Barreto Serra, assumir candidatura a deputada estadual. Quatro anos atrás, Thiago conseguiu reunir grupo que trouxe a ele 7.738 votos andreenses. “O Grande ABC é uma região com quase 3 milhões de habitantes e perto de 2,1 milhões de eleitores. Ter seis deputados estaduais é pouco para seu tamanho. Vejo que teríamos de partir com oito, pelo menos. Acho saudável (ter a Ana Carolina como candidata).”

Na segunda metade de seu mandato, Thiago afirmou que o foco será a pauta da defesa da mulher. Ele está em fase avançada da discussão para avançar projeto de lei que consolidará todas as legislações ligadas à proteção feminina. Na primeira parte, destacou recursos ao Atende Fácil Saúde, para farmácia de alto custo e para a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) em São Caetano, além das emendas para cidades do Interior.  



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Se houver nova eleição, não fugirei da briga, diz Thiago

Deputado estadual crê na reversão jurídica a favor de Auricchio, mas avisa estar à disposição do grupo

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

19/01/2021 | 00:01


O deputado estadual Thiago Auricchio (PL) aposta na reversão do cenário jurídico atual em São Caetano a favor de seu pai, José Auricchio Júnior (PSDB), reeleito como prefeito da cidade no voto no dia 15 de novembro, mas com registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral. Porém, ele avisa que, se houver nova eleição e o grupo político do qual faz parte convergir em torno de seu nome, pode ser candidato a prefeito. “Não fujo de uma briga dessas.”

Em visita ao Diário, Thiago, advogado de formação, avaliou que Auricchio tem plenas condições de reverter a derrota jurídica no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O registro do tucano foi indeferido pela juíza Ana Lúcia Fusaro, da 166ª Zona Eleitoral de São Caetano, que se balizou em condenação aplicada contra o político por doação irregular na campanha de 2016 – Auricchio recebeu recursos de mulheres sem renda comprovada. O indeferimento foi confirmado pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). Mas a defesa do tucano diz que recurso especial com efeito suspensivo concedido pelo presidente do TRE-SP, Waldir Nuevo Campos, daria condições eleitorais a Auricchio.

“Acredito nos direitos do prefeito e acredito também na Justiça. Eu disputei eleição muito difícil sem nunca ter sido candidato. Então eu costumo dizer que não sou de fugir de nada”, comentou o liberal. “Não é algo que passa pela minha cabeça (ser candidato a prefeito em eventual nova eleição), quero cumprir meu mandato de deputado estadual e considero remota a possibilidade de isso acontecer (novo pleito). Mas se houver e se o grupo entender que eu seria o melhor nome para fortificar o trabalho executado até aqui, eu falo que não costumo fugir de batalha.”

Thiago, que quando foi candidato a deputado estadual uniu boa parte da força política da cidade, colocou outros nomes como potenciais em eventual disputa. Ele citou o prefeito em exercício, Tite Campanella (Cidadania), o presidente interino da Câmara, Pio Mielo (PSDB), o vereador e ex-vice-prefeito Beto Vidoski (PSDB) e o ex-reitor da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) e atual diretor superintendente do Diário, Marcos Bassi (PSDB), como alternativas. “Todos têm muito trabalho prestado por São Caetano. Mas, como sempre aprendo muito com meu pai, uma coisa que ele diz eu levo comigo. Na política você não faz atuação com seu desejo pessoal exclusivo, seu desejo pessoal não pode estar acima do desejo do grupo. Se eu for nome de consenso, eu não fujo de briga.”

Eleito com 73.435 votos, sendo 15.346 deles em São Caetano, Thiago considerou salutar o debate sobre a primeira-dama e presidente do Núcleo de Inovação Social de Santo André, Ana Carolina Barreto Serra, assumir candidatura a deputada estadual. Quatro anos atrás, Thiago conseguiu reunir grupo que trouxe a ele 7.738 votos andreenses. “O Grande ABC é uma região com quase 3 milhões de habitantes e perto de 2,1 milhões de eleitores. Ter seis deputados estaduais é pouco para seu tamanho. Vejo que teríamos de partir com oito, pelo menos. Acho saudável (ter a Ana Carolina como candidata).”

Na segunda metade de seu mandato, Thiago afirmou que o foco será a pauta da defesa da mulher. Ele está em fase avançada da discussão para avançar projeto de lei que consolidará todas as legislações ligadas à proteção feminina. Na primeira parte, destacou recursos ao Atende Fácil Saúde, para farmácia de alto custo e para a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) em São Caetano, além das emendas para cidades do Interior.  

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