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China: vendas no varejo sobem 4,6% em dezembro de 2020, na comparação anual



18/01/2021 | 07:15


As vendas no varejo da China tiveram crescimento de 4,6% em dezembro de 2020, na comparação com igual mês de 2019, informou nesta segunda-feira (18) o escritório de estatísticas do país. O avanço foi menor do que o de 5,0% registrado em novembro e também do que a alta de 5,5% prevista pelos analistas consultados pelo The Wall Street Journal. Em todo o ano passado, as vendas no varejo do país tiveram queda de 3,9%, após um crescimento de 8,0% em 2019.

Há uma nova onda de casos da covid-19 no norte da China, centrado na província de Hebei, que circunda Pequim, com centenas de casos suspeitos nos últimos dias. O surto da doença ameaça os gastos do consumidor durante o feriado do Ano Novo Lunar local, que ocorre no próximo mês. Ainda assim, muitos projetam que a economia chinesa possa crescer 8% ou mais em 2021, com outros segmentos da economia compensando as perdas de 2020.

O principal número da taxa de desemprego no país, a taxa de desemprego oficial urbana, seguiu em 5,2% em dezembro.

Já os investimentos em ativos fixos cresceram 2,9% em 2020 ante o ano anterior. O resultado foi mais forte do que o avanço de 2,6% nos 11 primeiros meses de 2020 na comparação com igual intervalo de 2019, mas representa uma desaceleração após a alta de 5,4% em todo o ano de 2019. Fonte: Dow Jones Newswires.



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China: vendas no varejo sobem 4,6% em dezembro de 2020, na comparação anual


18/01/2021 | 07:15


As vendas no varejo da China tiveram crescimento de 4,6% em dezembro de 2020, na comparação com igual mês de 2019, informou nesta segunda-feira (18) o escritório de estatísticas do país. O avanço foi menor do que o de 5,0% registrado em novembro e também do que a alta de 5,5% prevista pelos analistas consultados pelo The Wall Street Journal. Em todo o ano passado, as vendas no varejo do país tiveram queda de 3,9%, após um crescimento de 8,0% em 2019.

Há uma nova onda de casos da covid-19 no norte da China, centrado na província de Hebei, que circunda Pequim, com centenas de casos suspeitos nos últimos dias. O surto da doença ameaça os gastos do consumidor durante o feriado do Ano Novo Lunar local, que ocorre no próximo mês. Ainda assim, muitos projetam que a economia chinesa possa crescer 8% ou mais em 2021, com outros segmentos da economia compensando as perdas de 2020.

O principal número da taxa de desemprego no país, a taxa de desemprego oficial urbana, seguiu em 5,2% em dezembro.

Já os investimentos em ativos fixos cresceram 2,9% em 2020 ante o ano anterior. O resultado foi mais forte do que o avanço de 2,6% nos 11 primeiros meses de 2020 na comparação com igual intervalo de 2019, mas representa uma desaceleração após a alta de 5,4% em todo o ano de 2019. Fonte: Dow Jones Newswires.

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