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Um corretor contra expressões preconceituosas



18/01/2021 | 07:12


A agência Leo Burnett Tailor Made criou uma campanha intitulada Palavras Importam para promover o "teclado antipreconceito", aplicativo que pode ser baixado no celular e que sugere palavras alternativas todas as vezes que o usuário utilizar uma expressão de cunho racista, homofóbico, xenófobo ou sexista. O projeto é capitaneado pela Edições Globo Condé Nast, detentora de revistas como Vogue, Glamour e GQ no Brasil.

Construir a ferramenta, que também terá versões em português e espanhol e por ora estará disponível para celulares Android (os mais usados no Brasil), consumiu mais de um ano de trabalho da produtora Savoir. Para organizar esse novo corretor ortográfico, a equipe se baseou em um estudo do linguista Thomas Finbow, doutor do Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo (USP). Segundo o levantamento de Finbow, existem cerca de 300 palavras ainda usadas de forma corriqueira que reforçam preconceitos e podem ser substituídas facilmente por sinônimos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Um corretor contra expressões preconceituosas


18/01/2021 | 07:12


A agência Leo Burnett Tailor Made criou uma campanha intitulada Palavras Importam para promover o "teclado antipreconceito", aplicativo que pode ser baixado no celular e que sugere palavras alternativas todas as vezes que o usuário utilizar uma expressão de cunho racista, homofóbico, xenófobo ou sexista. O projeto é capitaneado pela Edições Globo Condé Nast, detentora de revistas como Vogue, Glamour e GQ no Brasil.

Construir a ferramenta, que também terá versões em português e espanhol e por ora estará disponível para celulares Android (os mais usados no Brasil), consumiu mais de um ano de trabalho da produtora Savoir. Para organizar esse novo corretor ortográfico, a equipe se baseou em um estudo do linguista Thomas Finbow, doutor do Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo (USP). Segundo o levantamento de Finbow, existem cerca de 300 palavras ainda usadas de forma corriqueira que reforçam preconceitos e podem ser substituídas facilmente por sinônimos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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