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Estudantes criticam Enem na pandemia

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Candidatos se sentiram inseguros ao fazer prova; houve aglomeração antes do início do exame


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

18/01/2021 | 00:34


No primeiro dia de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o clima foi de insegurança em razão da pandemia do novo coronavírus. Os candidatos avaliaram que o exame deveria ter sido adiado. O Diário acompanhou o movimento na Fundação Santo André, onde o volume de estudantes era grande, gerando aglomerações na área externa da instituição.

Kailani Amaral, 17 anos, está fazendo a prova pela primeira vez, porém, como treineira. Ela pretende cursar medicina quando concluir o ensino médio. “Embora eu tenha condições de me proteger, tem pessoas que não têm. É injusto manter a prova quando muita gente pediu para adiar”, observou a estudante.

As amigas Sarah Fukuda e Larissa Calegari, ambas de 17 anos, classificaram como absurdo manter as datas da prova durante um dos piores momentos da pandemia. “É um risco para todo mundo, para nós e, consequentemente, para nossos parentes”, disse Sarah. Elas estão se preparando desde junho do ano passado para o exame. Sarah pretende cursar moda ou dança, e Larissa planeja ingressar em biologia.

Mesmo abrindo às 11h30, meia-hora mais cedo do que o de costume – em razão da pandemia, visando evitar aglomerações –, correria marcou o fechamento dos portões. Na Fundação, minutos antes das 13h, diversos estudantes corriam, sobretudo porque se confundiram sobre o prédio onde fariam a prova.

Caso de uma jovem de 17 anos, que preferiu não se identificar. “É a quarta vez que eu ia fazer o exame. Eu estava lá do outro lado (faculdade de engenharia) e minha prova era na Faeco (faculdade de administração), acabei perdendo (a hora)”, disse ela, que já está matriculada em universidade para cursar letras neste ano.  



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Estudantes criticam Enem na pandemia

Candidatos se sentiram inseguros ao fazer prova; houve aglomeração antes do início do exame

Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

18/01/2021 | 00:34


No primeiro dia de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o clima foi de insegurança em razão da pandemia do novo coronavírus. Os candidatos avaliaram que o exame deveria ter sido adiado. O Diário acompanhou o movimento na Fundação Santo André, onde o volume de estudantes era grande, gerando aglomerações na área externa da instituição.

Kailani Amaral, 17 anos, está fazendo a prova pela primeira vez, porém, como treineira. Ela pretende cursar medicina quando concluir o ensino médio. “Embora eu tenha condições de me proteger, tem pessoas que não têm. É injusto manter a prova quando muita gente pediu para adiar”, observou a estudante.

As amigas Sarah Fukuda e Larissa Calegari, ambas de 17 anos, classificaram como absurdo manter as datas da prova durante um dos piores momentos da pandemia. “É um risco para todo mundo, para nós e, consequentemente, para nossos parentes”, disse Sarah. Elas estão se preparando desde junho do ano passado para o exame. Sarah pretende cursar moda ou dança, e Larissa planeja ingressar em biologia.

Mesmo abrindo às 11h30, meia-hora mais cedo do que o de costume – em razão da pandemia, visando evitar aglomerações –, correria marcou o fechamento dos portões. Na Fundação, minutos antes das 13h, diversos estudantes corriam, sobretudo porque se confundiram sobre o prédio onde fariam a prova.

Caso de uma jovem de 17 anos, que preferiu não se identificar. “É a quarta vez que eu ia fazer o exame. Eu estava lá do outro lado (faculdade de engenharia) e minha prova era na Faeco (faculdade de administração), acabei perdendo (a hora)”, disse ela, que já está matriculada em universidade para cursar letras neste ano.  

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