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Eficácia da Coronavac é de 50,39%, diz Anvisa



17/01/2021 | 11:46


O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que a eficácia da Coronavac é de 50,39%, porcentual em linha com o anunciado pelo Instituto Butantan (50,38%).

Significa que, de cada cem pessoas vacinadas que tiverem contato com o vírus, 50,39% não vão manifestar a doença graças à imunidade conferida pela vacina, pelas contas da agência. O cálculo da eficácia geral leva em conta a análise de todos os casos de covid-19 registrados entre os voluntários dos testes clínicos.

A Anvisa discute neste domingo, 17, se libera o uso emergencial da Coronavac e da vacina de Oxford/AstraZeneca, imunizantes distribuídos, respectivamente, pelo Butantan e pela Fiocruz no Brasil. A agência cobra eficácia acima de 50% para liberar o uso emergencial. Ao explicar os cálculos, Leonardo Fábio Filho, estatístico da Anvisa, apontou um porcentual de 50,4%, mas disse que a diferença decimal deve-se a um arredondamento, sem efeito prático.

A agência afirma que recebeu a base de dados completa apenas na última quinta-feira do Butantan. Mendes afirmou que os dados têm significância estatística.



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Eficácia da Coronavac é de 50,39%, diz Anvisa


17/01/2021 | 11:46


O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que a eficácia da Coronavac é de 50,39%, porcentual em linha com o anunciado pelo Instituto Butantan (50,38%).

Significa que, de cada cem pessoas vacinadas que tiverem contato com o vírus, 50,39% não vão manifestar a doença graças à imunidade conferida pela vacina, pelas contas da agência. O cálculo da eficácia geral leva em conta a análise de todos os casos de covid-19 registrados entre os voluntários dos testes clínicos.

A Anvisa discute neste domingo, 17, se libera o uso emergencial da Coronavac e da vacina de Oxford/AstraZeneca, imunizantes distribuídos, respectivamente, pelo Butantan e pela Fiocruz no Brasil. A agência cobra eficácia acima de 50% para liberar o uso emergencial. Ao explicar os cálculos, Leonardo Fábio Filho, estatístico da Anvisa, apontou um porcentual de 50,4%, mas disse que a diferença decimal deve-se a um arredondamento, sem efeito prático.

A agência afirma que recebeu a base de dados completa apenas na última quinta-feira do Butantan. Mendes afirmou que os dados têm significância estatística.

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