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Bolsonaro: "Povo armado não será escravizado; isso passa pela Câmara e o Senado"

Alan Santos/PR Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


12/01/2021 | 18:03


Em meio a pedidos de apoio para o candidato do governo nas eleições na Câmara em fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje, 12, que pretende avançar com a pauta armamentista. Para apoiadores, ele destacou querer que "cidadãos de bem" tenham armas por ser uma garantia de liberdade.

"Eu quero destravar a questão de armas no Brasil. Em 2020, vendemos quase o dobro de armas que em 2019, armas legais", ressaltou em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada nesta manhã. "Quero que vocês cidadãos de bem tenham armas porque a arma é uma liberdade para vocês, é a garantia que você, dentro de casa, vai dar o direito da sua família ser protegida", disse.

Na conversa com apoiadores, Bolsonaro afirmou que partidos da oposição, como PT, PCdoB e PSOL, travaram a pauta do Congresso nos últimos dois anos. Ele cobrou apoio ao candidato do governo, Arthur Lira (PP-AL), na disputa da presidência da Câmara para evitar que as pautas prioritárias do Executivo fiquem paradas.

"Povo armado é povo que não será escravizado. Isso passa pelas direções da Câmara e do Senado", disse. "A gente quer que as questões sejam votadas e não sejam travadas porque quem faz a pauta são presidente da Câmara e do Senado e, se não bota em votação, não tem como a gente buscar soluções para muita coisa", destacou.

Ontem, Bolsonaro já havia falado sobre a questão do porte de arma em conversa com simpatizantes. Sem entrar em detalhes, ele afirmou que, a depender de quem ganhar a eleição à presidência da Câmara, um projeto de lei do Executivo que amplia o porte de armas poderia ser colocado em votação no plenário.

Também na conversa de ontem ao retornar para o Palácio da Alvorada, Bolsonaro citou que existem três decretos relativos ao porte de armas por colecionadores, atiradores esportivos e caçadores (CACs) prestes a serem publicados pela Presidência.



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Bolsonaro: "Povo armado não será escravizado; isso passa pela Câmara e o Senado"


12/01/2021 | 18:03


Em meio a pedidos de apoio para o candidato do governo nas eleições na Câmara em fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje, 12, que pretende avançar com a pauta armamentista. Para apoiadores, ele destacou querer que "cidadãos de bem" tenham armas por ser uma garantia de liberdade.

"Eu quero destravar a questão de armas no Brasil. Em 2020, vendemos quase o dobro de armas que em 2019, armas legais", ressaltou em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada nesta manhã. "Quero que vocês cidadãos de bem tenham armas porque a arma é uma liberdade para vocês, é a garantia que você, dentro de casa, vai dar o direito da sua família ser protegida", disse.

Na conversa com apoiadores, Bolsonaro afirmou que partidos da oposição, como PT, PCdoB e PSOL, travaram a pauta do Congresso nos últimos dois anos. Ele cobrou apoio ao candidato do governo, Arthur Lira (PP-AL), na disputa da presidência da Câmara para evitar que as pautas prioritárias do Executivo fiquem paradas.

"Povo armado é povo que não será escravizado. Isso passa pelas direções da Câmara e do Senado", disse. "A gente quer que as questões sejam votadas e não sejam travadas porque quem faz a pauta são presidente da Câmara e do Senado e, se não bota em votação, não tem como a gente buscar soluções para muita coisa", destacou.

Ontem, Bolsonaro já havia falado sobre a questão do porte de arma em conversa com simpatizantes. Sem entrar em detalhes, ele afirmou que, a depender de quem ganhar a eleição à presidência da Câmara, um projeto de lei do Executivo que amplia o porte de armas poderia ser colocado em votação no plenário.

Também na conversa de ontem ao retornar para o Palácio da Alvorada, Bolsonaro citou que existem três decretos relativos ao porte de armas por colecionadores, atiradores esportivos e caçadores (CACs) prestes a serem publicados pela Presidência.

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