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Bolsonaro: 'Como é bom estar à frente de uma nação que é mais de 90% cristã'

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


12/01/2021 | 13:38


Em clima de campanha, o presidente Jair Bolsonaro aproveitou nesta terça-feira, 12, os resultados positivos da Caixa Econômica para destacar medidas do seu governo no evento de comemoração dos 160 anos do banco público. Em seu discurso, o chefe do Executivo ressaltou a religiosidade dos membros do seu governo e fez propaganda da atuação de ministros, da Caixa e também da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

 

"Como é bom estar na frente de uma nação com mais de 90% do povo cristão. O Estado é laico, mas seu presidente e seu ministério são cristãos. Quem diria, temos ministros terrivelmente católicos e três pastores entre nós", disse. Além da religião, Bolsonaro recorreu à sua defesa pela liberdade da população. "A liberdade não tem preço, quem vai mudar o Brasil não será um homem ou uma mulher, mas todos nós. Estamos aqui porque acreditamos em Deus", declarou.

 

No evento, o presidente elogiou e afirmou se orgulhar do trabalho desempenhado pela Caixa. Ele atribuiu ao presidente do banco, Pedro Guimarães, e à primeira-dama a contratação de pessoas com deficiência, como ação de inclusão do governo. "Também, senhora primeira-dama, você participou e você sabe o seu poder no governo. Em grande parte (devemos) a você e ao Pedro (Guimarães) a contração de 3 mil pessoas com deficiência. Isso era discurso no passado", disse.

 

Para uma plateia que incluía lotéricos e representantes da categoria, o presidente ressaltou que o governo se antecipou às demandas do setor em seu primeiro ano de gestão. "Apresentamos para vocês uma cesta de direitos e de benefícios. Muitos se surpreenderam porque geralmente só se é atendido no Brasil quando se faz reivindicações. Nós nos antecipamos a problemas, buscamos soluções, nós trabalhamos dessa forma."

 

Bolsonaro também enalteceu a atuação da equipe econômica sob a liderança de Paulo Guedes e elogiou o trabalho "incansável" das ministras Tereza Cristina, da Agricultura, e Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos. No evento, o ministro do Turismo, Gilson Machado, tocando sanfona e cantando, acompanhou a apresentação da Orquestra Criança Cidadã, projeto social de Recife (PE).

 

Ao final de seu discurso, após dias seguidos de duras críticas à imprensa brasileira, Bolsonaro afirmou que a mídia "nunca teve tanta liberdade" como em seu governo. "Minha adorada imprensa, vocês nunca tiveram tanta liberdade como no nosso governo. Nunca se ouviu falar no meu governo de controle social da mídia ou democratização da mesma. Vocês têm liberdade demais, de sobra."

 

Ele lamentou em seguida "o fechamento, a censura às mídias sociais". "Elas não concorrem com vocês (imprensa), uma estimula a outra", disse. Antes de sua fala, o chefe do Planalto ouviu ainda palavras de apoio de uma beneficiária da Caixa que foi levada ao palco por Pedro Guimarães para falar e cumprimentar o presidente e a primeira-dama.



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Bolsonaro: 'Como é bom estar à frente de uma nação que é mais de 90% cristã'


12/01/2021 | 13:38


Em clima de campanha, o presidente Jair Bolsonaro aproveitou nesta terça-feira, 12, os resultados positivos da Caixa Econômica para destacar medidas do seu governo no evento de comemoração dos 160 anos do banco público. Em seu discurso, o chefe do Executivo ressaltou a religiosidade dos membros do seu governo e fez propaganda da atuação de ministros, da Caixa e também da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

 

"Como é bom estar na frente de uma nação com mais de 90% do povo cristão. O Estado é laico, mas seu presidente e seu ministério são cristãos. Quem diria, temos ministros terrivelmente católicos e três pastores entre nós", disse. Além da religião, Bolsonaro recorreu à sua defesa pela liberdade da população. "A liberdade não tem preço, quem vai mudar o Brasil não será um homem ou uma mulher, mas todos nós. Estamos aqui porque acreditamos em Deus", declarou.

 

No evento, o presidente elogiou e afirmou se orgulhar do trabalho desempenhado pela Caixa. Ele atribuiu ao presidente do banco, Pedro Guimarães, e à primeira-dama a contratação de pessoas com deficiência, como ação de inclusão do governo. "Também, senhora primeira-dama, você participou e você sabe o seu poder no governo. Em grande parte (devemos) a você e ao Pedro (Guimarães) a contração de 3 mil pessoas com deficiência. Isso era discurso no passado", disse.

 

Para uma plateia que incluía lotéricos e representantes da categoria, o presidente ressaltou que o governo se antecipou às demandas do setor em seu primeiro ano de gestão. "Apresentamos para vocês uma cesta de direitos e de benefícios. Muitos se surpreenderam porque geralmente só se é atendido no Brasil quando se faz reivindicações. Nós nos antecipamos a problemas, buscamos soluções, nós trabalhamos dessa forma."

 

Bolsonaro também enalteceu a atuação da equipe econômica sob a liderança de Paulo Guedes e elogiou o trabalho "incansável" das ministras Tereza Cristina, da Agricultura, e Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos. No evento, o ministro do Turismo, Gilson Machado, tocando sanfona e cantando, acompanhou a apresentação da Orquestra Criança Cidadã, projeto social de Recife (PE).

 

Ao final de seu discurso, após dias seguidos de duras críticas à imprensa brasileira, Bolsonaro afirmou que a mídia "nunca teve tanta liberdade" como em seu governo. "Minha adorada imprensa, vocês nunca tiveram tanta liberdade como no nosso governo. Nunca se ouviu falar no meu governo de controle social da mídia ou democratização da mesma. Vocês têm liberdade demais, de sobra."

 

Ele lamentou em seguida "o fechamento, a censura às mídias sociais". "Elas não concorrem com vocês (imprensa), uma estimula a outra", disse. Antes de sua fala, o chefe do Planalto ouviu ainda palavras de apoio de uma beneficiária da Caixa que foi levada ao palco por Pedro Guimarães para falar e cumprimentar o presidente e a primeira-dama.

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