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Região prevê o remanejamento de profissionais para fazer a vacinação

Divulgação/Governo do Estado Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Estado mantém início da campanha no dia 25 com 77 mil profissionais


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

12/01/2021 | 00:01


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), divulgou ontem o programa de logística para a campanha de vacinação contra a Covid-19, prevista para começar no dia 25. A projeção é que 77 mil funcionários participem das ações. Na região, as cidades se articulam para atender à demanda e projetam remanejamento de profissionais da saúde para aplicação das doses. Apesar da expectativa, a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech e pelo Instituto Butantan, ainda precisa ser aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Santo André vai imunizar a população em 32 unidades de saúde com profissionais que já fazem parte da equipe da Prefeitura, sem necessidade de contratações. Situação parecida com a de São Bernardo, que prevê 100 pontos de vacinação com dez trabalhadores em cada local – a cidade deve utilizar funcionários de outras pastas, além da Saúde.

Em São Caetano, serão 12 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) envolvidas na campanha e, ao todo, serão 60 profissionais diretamente destacados para a vacinação.
Diadema não descartou a possibilidade da contratação de profissionais, mas, de imediato, trabalhará com efetivo que está à disposição. O mesmo cenário de Ribeirão Pires, que prepara dez pontos fixos de vacinação e um ponto volante, em modelo drive thru.

Com oito unidades fixas, Rio Grande da Serra informou que “não dispõe de recursos humanos para atender à demanda”, mas que está se organizando para iniciar a campanha na data solicitada pelo Estado. Mauá não respondeu à demanda do Diário até o fechamento desta edição.

ESTADO
São Paulo prevê mobilização de 77 mil profissionais na campanha. Do total, 52 mil são profissionais de saúde, que desempenharão o trabalho nos equipamentos municipais e estaduais para preparo e organização dos espaços, aplicação e registro no sistema. Os outros 23 mil são profissionais de segurança, que vão auxiliar na escolta das vacinas até os pontos e na segurança dos locais de imunização.

O secretário executivo da Saúde, Eduardo Ribeiro, lembrou que 10 milhões de doses da Coronavac “estão disponíveis” em solo brasileiro e, em São Paulo, o deslocamento das doses percorrerá trechos partindo do Instituto Butantan até a central de logística e distribuição do Estado e, depois, encaminhadas aos municípios. “Serão 5.200 salas de vacinação abastecidas em tempo oportuno, podendo ser ampliado para 10 mil locais, utilizando escolas, quartéis e terminais de ônibus”, comenta.

“É preciso que tenhamos senso de urgência e agilidade. Respeito pela ciência e pela Anvisa, mas que tenhamos respeito, sobretudo, pela vida”, cobrou João Doria em coletiva de imprensa.  



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