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Líderes mundiais repercutem certificação da vitória de Biden e violência nos EUA

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


07/01/2021 | 08:42


Líderes políticos de todo o mundo repercutiram a certificação de Joe Biden como presidente eleito dos Estados Unidos e as cenas de violência em meio a sessão oficialização do pleito na sede do Congresso americano, que chegou a ser invadida por apoiadores do atual chefe da Casa Branca, Donald Trump.

A repórteres, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, caracterizou a formalização do resultado como um triunfo das forças democráticas. "Infelizmente, o presidente Trump não aceitou sua derrota desde novembro, nem mesmo ontem, e isso naturalmente criou um ambiente que permitiu tais eventos violentos", comentou.

Pelo Twitter, o primeiro-ministro da Itália, Guiseppe Conte, disse estar preparado para trabalhar com Biden para "promover uma agenda global voltada ao crescimento, sustentabilidade e inclusão".

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, afirmou que o país está preocupado com os "ataques à democracia" em seu "aliado mais próximo". "A violência nunca irá ser bem-sucedida em invalidar o desejo do povo. A democracia nos EUA precisa ser respeita - e será", escreveu, também em redes sociais.

Já o premiê britânico, Boris Johnson, classificou como "vergonhosos" os protestos violentos em Washington. "Os EUA defendem a democracia ao redor do mundo e, agora, é vital que ocorra uma ordeira e pacífica transição de poder", destacou.

A primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, responsabilizou Trump pela situação. "O que estamos vendo em Washington é um completamente inaceitável ataque à democracia dos EUA. O presidente Trump tem que ser responsável para parar isso. Imagens assustadoras", comentou.



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Líderes mundiais repercutem certificação da vitória de Biden e violência nos EUA


07/01/2021 | 08:42


Líderes políticos de todo o mundo repercutiram a certificação de Joe Biden como presidente eleito dos Estados Unidos e as cenas de violência em meio a sessão oficialização do pleito na sede do Congresso americano, que chegou a ser invadida por apoiadores do atual chefe da Casa Branca, Donald Trump.

A repórteres, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, caracterizou a formalização do resultado como um triunfo das forças democráticas. "Infelizmente, o presidente Trump não aceitou sua derrota desde novembro, nem mesmo ontem, e isso naturalmente criou um ambiente que permitiu tais eventos violentos", comentou.

Pelo Twitter, o primeiro-ministro da Itália, Guiseppe Conte, disse estar preparado para trabalhar com Biden para "promover uma agenda global voltada ao crescimento, sustentabilidade e inclusão".

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, afirmou que o país está preocupado com os "ataques à democracia" em seu "aliado mais próximo". "A violência nunca irá ser bem-sucedida em invalidar o desejo do povo. A democracia nos EUA precisa ser respeita - e será", escreveu, também em redes sociais.

Já o premiê britânico, Boris Johnson, classificou como "vergonhosos" os protestos violentos em Washington. "Os EUA defendem a democracia ao redor do mundo e, agora, é vital que ocorra uma ordeira e pacífica transição de poder", destacou.

A primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, responsabilizou Trump pela situação. "O que estamos vendo em Washington é um completamente inaceitável ataque à democracia dos EUA. O presidente Trump tem que ser responsável para parar isso. Imagens assustadoras", comentou.

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