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Kiko admite sondagem para atuar em Sto.André ou S.Bernardo

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Ribeirão diz que experiência é predicado enxergado por aliados políticos


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

24/12/2020 | 00:01


Perto de encerrar seu mandato como prefeito de Ribeirão Pires, já que não conquistou a reeleição em novembro, Adler Kiko Teixeira (PSDB) admitiu a possibilidade de atuar em gestões de prefeitos aliados, casos de Paulo Serra (PSDB), em Santo André, e de Orlando Morando (PSDB), em São Bernardo.

Ao Diário, Kiko admitiu que tem recebido sondagens para ingressar em administrações de amigos. “A gente percebe que as pessoas te sondam. Elas dizem: ‘O que você vai fazer no ano que vem?’ Dentro de cenário, recebi sondagens de um amigo de outro Estado que é deputado e de amigos mais próximos, aqui do Grande ABC também”, revelou o tucano. “Mas quero deixar claro que ninguém me convidou oficialmente.”

Na cadeira do Executivo até o dia 31, Kiko avaliou que a possibilidade de convite se deve à sua trajetória política, que, segundo o tucano, não se resume apenas a ser prefeito de Ribeirão. “Antes de eu estar aqui, fui três vezes vereador, duas vezes presidente da Câmara de Rio Grande da Serra e também fui duas vezes prefeito da cidade. Tive a felicidade de ser prefeito em duas cidades, coisa que só o Lauro Gomes fez aqui na região. Ocupei cargos no governo do Estado. Percebi que há um patrimônio imaterial, de conhecimento de experiência”, avaliou. “Avaliarei todos os convites e é provável que eu caminhe com alguma destas pessoas que me sondaram”, afirmou.

Kiko já trabalhou no primeiro escalão da Prefeitura de Diadema, no início da gestão de Lauro Michels (PV), depois de ter saído da Prefeitura de Rio Grande da Serra. Atuou como chefe de Gabinete do verde quando ainda eram próximos. Houve rompimento, porém, quando Kiko tentou apoio de Lauro em sua candidatura a deputado federal, em 2014, mas o verde deu suporte a Márcio da Farmácia (Podemos), hoje deputado estadual.

O Diário apurou que Kiko poderia exercer função de articulação política nos governos de Paulo Serra ou de Morando. Existe, ainda, especulação sobre ida ao governo do Estado ou para a Assembleia Legislativa. 



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Kiko admite sondagem para atuar em Sto.André ou S.Bernardo

Prefeito de Ribeirão diz que experiência é predicado enxergado por aliados políticos

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

24/12/2020 | 00:01


Perto de encerrar seu mandato como prefeito de Ribeirão Pires, já que não conquistou a reeleição em novembro, Adler Kiko Teixeira (PSDB) admitiu a possibilidade de atuar em gestões de prefeitos aliados, casos de Paulo Serra (PSDB), em Santo André, e de Orlando Morando (PSDB), em São Bernardo.

Ao Diário, Kiko admitiu que tem recebido sondagens para ingressar em administrações de amigos. “A gente percebe que as pessoas te sondam. Elas dizem: ‘O que você vai fazer no ano que vem?’ Dentro de cenário, recebi sondagens de um amigo de outro Estado que é deputado e de amigos mais próximos, aqui do Grande ABC também”, revelou o tucano. “Mas quero deixar claro que ninguém me convidou oficialmente.”

Na cadeira do Executivo até o dia 31, Kiko avaliou que a possibilidade de convite se deve à sua trajetória política, que, segundo o tucano, não se resume apenas a ser prefeito de Ribeirão. “Antes de eu estar aqui, fui três vezes vereador, duas vezes presidente da Câmara de Rio Grande da Serra e também fui duas vezes prefeito da cidade. Tive a felicidade de ser prefeito em duas cidades, coisa que só o Lauro Gomes fez aqui na região. Ocupei cargos no governo do Estado. Percebi que há um patrimônio imaterial, de conhecimento de experiência”, avaliou. “Avaliarei todos os convites e é provável que eu caminhe com alguma destas pessoas que me sondaram”, afirmou.

Kiko já trabalhou no primeiro escalão da Prefeitura de Diadema, no início da gestão de Lauro Michels (PV), depois de ter saído da Prefeitura de Rio Grande da Serra. Atuou como chefe de Gabinete do verde quando ainda eram próximos. Houve rompimento, porém, quando Kiko tentou apoio de Lauro em sua candidatura a deputado federal, em 2014, mas o verde deu suporte a Márcio da Farmácia (Podemos), hoje deputado estadual.

O Diário apurou que Kiko poderia exercer função de articulação política nos governos de Paulo Serra ou de Morando. Existe, ainda, especulação sobre ida ao governo do Estado ou para a Assembleia Legislativa. 

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