Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 13 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Nacional

nacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Lote com mais 2 milhões de doses da Coronavac chega a São Paulo

Divulgação/Governo do Estado Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

O Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em parceria com a Sinovac, deve pedir autorização de uso emergencial da Coronavac à Anvisa no dia 23



18/12/2020 | 10:52


O terceiro lote da Coronavac, com 2 milhões de doses prontas da vacina contra a Covid-19, chegou a São Paulo na manhã desta sexta-feira, 18. O Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, deve pedir autorização de uso emergencial da Coronavac à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 23 de dezembro. De acordo com o Governo de São Paulo, com a chegada do novo lote o Butantan totaliza 3,12 milhões de doses da Coronavac prontas para uso imediato após aprovação da agência, que estabeleceu dez dias para a avaliação do pedido.

Segundo Dimas Covas, diretor do Butantan, 9 milhões de doses da vacina devem estar disponíveis a partir do dia 15 de janeiro, antes da data divulgada anteriormente pelo governo de São Paulo, que previa iniciar a vacinação em 25 de janeiro.

As 3,12 milhões de doses já prontas são suficientes para imunizar o primeiro grupo prioritário definido pelo Estado de São Paulo, formado por profissionais de saúde, indígenas e quilombolas, num total de 1,5 milhão de pessoas. A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de 21 dias entre elas.

A primeira remessa chegou ao Brasil em novembro, com 120 mil doses da vacina. No início deste mês, o Butantan recebeu 600 litros de insumos para fabricação da Coronavac no País. Cerca de 40 milhões de doses devem ser produzidas pelo instituto até o fim de janeiro.

Os resultados da fase 3 de estudos clínicos da Coronavac, que determinam a eficácia do imunizante, ainda não foram divulgados. As etapas anteriores mostraram que a vacina é segura e capaz de produzir respostas imunes.

Em audiência no Senado nesta quinta-feira, 17, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o governo federal está "partindo para um contrato" com a Sinovac e o Butantan para garantir 9 milhões de doses da vacina em janeiro. A estimativa é de que a vacinação deve começar em "meados" de fevereiro.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Lote com mais 2 milhões de doses da Coronavac chega a São Paulo

O Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em parceria com a Sinovac, deve pedir autorização de uso emergencial da Coronavac à Anvisa no dia 23


18/12/2020 | 10:52


O terceiro lote da Coronavac, com 2 milhões de doses prontas da vacina contra a Covid-19, chegou a São Paulo na manhã desta sexta-feira, 18. O Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, deve pedir autorização de uso emergencial da Coronavac à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 23 de dezembro. De acordo com o Governo de São Paulo, com a chegada do novo lote o Butantan totaliza 3,12 milhões de doses da Coronavac prontas para uso imediato após aprovação da agência, que estabeleceu dez dias para a avaliação do pedido.

Segundo Dimas Covas, diretor do Butantan, 9 milhões de doses da vacina devem estar disponíveis a partir do dia 15 de janeiro, antes da data divulgada anteriormente pelo governo de São Paulo, que previa iniciar a vacinação em 25 de janeiro.

As 3,12 milhões de doses já prontas são suficientes para imunizar o primeiro grupo prioritário definido pelo Estado de São Paulo, formado por profissionais de saúde, indígenas e quilombolas, num total de 1,5 milhão de pessoas. A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de 21 dias entre elas.

A primeira remessa chegou ao Brasil em novembro, com 120 mil doses da vacina. No início deste mês, o Butantan recebeu 600 litros de insumos para fabricação da Coronavac no País. Cerca de 40 milhões de doses devem ser produzidas pelo instituto até o fim de janeiro.

Os resultados da fase 3 de estudos clínicos da Coronavac, que determinam a eficácia do imunizante, ainda não foram divulgados. As etapas anteriores mostraram que a vacina é segura e capaz de produzir respostas imunes.

Em audiência no Senado nesta quinta-feira, 17, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o governo federal está "partindo para um contrato" com a Sinovac e o Butantan para garantir 9 milhões de doses da vacina em janeiro. A estimativa é de que a vacinação deve começar em "meados" de fevereiro.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;