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Mauá perde doses de vacina por falha em geladeira


Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

11/05/2006 | 07:42


A Prefeitura de Mauá admitiu quarta-feira que a falta de vacinas contra o rotavírus ocorreu porque, entre os dias 19 e 26 de abril, houve falha no sistema de refrigeração de três UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Com isso, 185 doses apresentaram alterações e foram enviadas à Vigilância Epidemiológica do Estado para que se saiba se podem ou não ser utilizadas. O resultado deve sair em 30 dias. As vacinas devem ser mantidas em temperatura entre 2 ºC e 8 ºC, mas estavam armazenadas a 1 ºC.

No dia 22 de fevereiro, segundo a Vigilância Epidemiológica do município, 150 doses já haviam sido inutilizadas por problemas no refrigerador na UBS do Jardim Zaíra, que estava acima de 8 ºC. A chefe da Vigilância, Cláudia Helena Walendy, disse que assim que ocorreram os problemas o Estado foi comunicado. “Entregamos a solicitação, mas não enviaram mais doses. Além disso, precisamos de 900 doses/mês e não 500 como o Estado informou.”

A Secretaria de Estado da Saúde nega que tenha havido demora na entrega. Informa ainda que se o município precisava de mais vacinas deveria ter informado a quantidade correta. Terça-feira, o município recebeu outras 600 doses e, segundo a Prefeitura, a situação será regularizada nos próximos dias.

A primeira dose contra o rotavírus deve ser aplicada em bebês com dois meses e a segunda, aos quatro meses. A doença pode levar à desidratação.


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Mauá perde doses de vacina por falha em geladeira

Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

11/05/2006 | 07:42


A Prefeitura de Mauá admitiu quarta-feira que a falta de vacinas contra o rotavírus ocorreu porque, entre os dias 19 e 26 de abril, houve falha no sistema de refrigeração de três UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Com isso, 185 doses apresentaram alterações e foram enviadas à Vigilância Epidemiológica do Estado para que se saiba se podem ou não ser utilizadas. O resultado deve sair em 30 dias. As vacinas devem ser mantidas em temperatura entre 2 ºC e 8 ºC, mas estavam armazenadas a 1 ºC.

No dia 22 de fevereiro, segundo a Vigilância Epidemiológica do município, 150 doses já haviam sido inutilizadas por problemas no refrigerador na UBS do Jardim Zaíra, que estava acima de 8 ºC. A chefe da Vigilância, Cláudia Helena Walendy, disse que assim que ocorreram os problemas o Estado foi comunicado. “Entregamos a solicitação, mas não enviaram mais doses. Além disso, precisamos de 900 doses/mês e não 500 como o Estado informou.”

A Secretaria de Estado da Saúde nega que tenha havido demora na entrega. Informa ainda que se o município precisava de mais vacinas deveria ter informado a quantidade correta. Terça-feira, o município recebeu outras 600 doses e, segundo a Prefeitura, a situação será regularizada nos próximos dias.

A primeira dose contra o rotavírus deve ser aplicada em bebês com dois meses e a segunda, aos quatro meses. A doença pode levar à desidratação.

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