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Colégio Eleitoral confirma vitória de Biden nas eleições presidenciais americanas

Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


14/12/2020 | 19:52


O Colégio Eleitoral americano sacramentou, há pouco, a vitória do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. Com a confirmação do triunfo na Califórnia, o democrata soma 302 votos no Colégio Eleitoral, acima dos 270 necessários para tomar posse em 20 de janeiro. A expectativa é de que, até o fim do dia ou no início da madrugada desta terça-feira (15), ele reúna os 306 delegados conquistados nas eleições presidenciais de novembro.

Seguindo o rito constitucional, os 538 delegados do Colégio Eleitoral se reúnem nesta segunda-feira (14) para depositar nas urnas seus votos para presidente. Esta etapa é considerada uma formalidade, mas adquiriu importância neste ano diante da contestação, sem provas, da lisura do pleito por parte do atual presidente, Donald Trump. O mandatário da Casa Branca obteve 232 votos no Colégio Eleitoral.

Depois disso, as cédulas seguem para Washington e serão somadas apenas em 6 de janeiro, quando, em sessão do Congresso, o presidente do Senado e vice-presidente, Mike Pence, deve proclamar oficialmente o nome do novo presidente americano e da vice-presidente, Kamala Harris.

Biden pretende discursar sobre a vitória no Colégio Eleitoral ainda nesta noite, às 21h30 de Brasília.

Trump, por outro lado, já afirmou que pretende lutar até o fim para reverter o resultado do pleito. Na semana passada, a Suprema Corte rejeitou duas ações judiciais que tentavam invalidar a votação em estados cruciais, entre eles Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin - todos vencidos por Biden. Mesmo assim, o republicano sustenta que continuará a batalha jurídica.

Brasil

A confirmação do êxito de Biden pelos delegados tende a repercutir no Brasil. Aliado de Trump e descolado de outras lideranças mundiais, o presidente Jair Bolsonaro ainda não cumprimentou o democrata e, a interlocutores, disse que só viria a fazê-lo após a votação no Colégio Eleitoral.



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Colégio Eleitoral confirma vitória de Biden nas eleições presidenciais americanas


14/12/2020 | 19:52


O Colégio Eleitoral americano sacramentou, há pouco, a vitória do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. Com a confirmação do triunfo na Califórnia, o democrata soma 302 votos no Colégio Eleitoral, acima dos 270 necessários para tomar posse em 20 de janeiro. A expectativa é de que, até o fim do dia ou no início da madrugada desta terça-feira (15), ele reúna os 306 delegados conquistados nas eleições presidenciais de novembro.

Seguindo o rito constitucional, os 538 delegados do Colégio Eleitoral se reúnem nesta segunda-feira (14) para depositar nas urnas seus votos para presidente. Esta etapa é considerada uma formalidade, mas adquiriu importância neste ano diante da contestação, sem provas, da lisura do pleito por parte do atual presidente, Donald Trump. O mandatário da Casa Branca obteve 232 votos no Colégio Eleitoral.

Depois disso, as cédulas seguem para Washington e serão somadas apenas em 6 de janeiro, quando, em sessão do Congresso, o presidente do Senado e vice-presidente, Mike Pence, deve proclamar oficialmente o nome do novo presidente americano e da vice-presidente, Kamala Harris.

Biden pretende discursar sobre a vitória no Colégio Eleitoral ainda nesta noite, às 21h30 de Brasília.

Trump, por outro lado, já afirmou que pretende lutar até o fim para reverter o resultado do pleito. Na semana passada, a Suprema Corte rejeitou duas ações judiciais que tentavam invalidar a votação em estados cruciais, entre eles Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin - todos vencidos por Biden. Mesmo assim, o republicano sustenta que continuará a batalha jurídica.

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A confirmação do êxito de Biden pelos delegados tende a repercutir no Brasil. Aliado de Trump e descolado de outras lideranças mundiais, o presidente Jair Bolsonaro ainda não cumprimentou o democrata e, a interlocutores, disse que só viria a fazê-lo após a votação no Colégio Eleitoral.

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