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Derrocada de Donisete e Vanessa coloca em xeque futuro político

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Figurões em 2012, ex-prefeito e ex-deputada ficaram atrás de nanicos


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

07/12/2020 | 07:00


 O ex-prefeito de Mauá, Donisete Braga (PDT) e a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB) protagonizaram o cenário político mauaense nos últimos anos, mas viram seus potenciais eleitorais reduzirem drasticamente nesta eleição. Candidata ao Paço neste ano, a dupla foi superada até por partidos nanicos.

Ex-vereador, deputado estadual por quatro mandatos e prefeito entre 2013 e 2016, Donisete saiu do primeiro turno deste pleito em sexto lugar, com 5.174 votos (2,68%), atrás do debutante nas urnas Mauro Roman (PRTB), que ficou em quinto. Já o desempenho de Vanessa, que acumula mandato de vereadora e três como deputada, foi mais aquém: nona colocação, com 2.948 votos (1,53%).

O saldo eleitoral de Donisete e Vanessa neste ano ficou longe do patamar atingido pela dupla na eleição de 2012, quando foram ao segundo turno na corrida à Prefeitura – a vitória foi do então petista. Acirrada, aquela disputa deu o tom do desfecho da carreira da dupla nos anos seguintes.

Enquanto Vanessa viu a Justiça Eleitoral cassar seu mandato na Assembleia Legislativa quatro anos depois por crime eleitoral cometido naquele pleito, Donisete assistiu a seu próprio governo patrocinar a ascensão política de Atila Jacomussi (PSB), hoje prefeito, ao alçar o socialista ao cargo de superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá) em troca de apoio do socialista no segundo turno contra Vanessa. A posição, estratégica, abriu caminho para Atila asfaltar a vitoriosa candidatura a deputado dois anos depois e, em 2016, ser candidato a prefeito e derrotar Donisete na tentativa à reeleição.

Nos últimos quatro anos, a dupla patinou. Donisete deixou o petismo, mas foi novamente derrotado nas urnas em 2018, quando foi candidato a deputado federal pelo Pros. Depois de breve aproximação com Atila – inelegível, apoiou o socialista em 2016 –, Vanessa rompeu com o hoje prefeito quando a mãe, a vice-prefeita Alaíde Damo (MDB), passou a assumir interinamente o governo com os afastamentos de Atila. Além disso, também se esquivou dos holofotes após o processo de separação, quando relatou ter sofrido agressões do então marido, Júnior Orosco (PDT).



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