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PF e Polícia Suíça prendem três por extorsão de funcionário da ONU



02/12/2020 | 14:59


A Polícia Federal e a Polícia Federal Suíça deflagraram na manhã desta quarta, 2, a Operação Geneve para prender dois brasileiros e um homem com dupla nacionalidade - brasileira e suíça - que extorquiam funcionário da Organização das Nações Unidas.

Durante as investigações, a PF identificou que o valor extorquido inicialmente era de 450 mil francos suíços, o equivalente a mais de R$ 2,8 milhões. Os investigadores também apuraram que um irmão da vítima teria sofrido uma tentativa de atentado a bomba no Brasil.

As ordens de prisão cumpridas no Brasil foram expedidas pela 6ª Vara da Justiça Federal em Ribeirão Preto. Em Genebra, as autoridades suíças expediram mandados de prisão e de busca e apreensão e, assim os investigados foram presos simultaneamente.

Os investigados poderão responder, no Brasil, pelos crimes de extorsão e associação criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 15 anos de reclusão.

As investigações tiveram início quando o funcionário da ONU noticiou às autoridades suíças que estava sendo vítima de extorsão e ameaças de morte, que se estendiam a seus familiares, residentes na Suíça e no Brasil.

As autoridades suíças solicitaram o auxílio do Ministério Público Federal em Ribeirão Preto, no interior paulista, que pediu a instauração de inquérito policial para a apuração dos fatos.



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PF e Polícia Suíça prendem três por extorsão de funcionário da ONU


02/12/2020 | 14:59


A Polícia Federal e a Polícia Federal Suíça deflagraram na manhã desta quarta, 2, a Operação Geneve para prender dois brasileiros e um homem com dupla nacionalidade - brasileira e suíça - que extorquiam funcionário da Organização das Nações Unidas.

Durante as investigações, a PF identificou que o valor extorquido inicialmente era de 450 mil francos suíços, o equivalente a mais de R$ 2,8 milhões. Os investigadores também apuraram que um irmão da vítima teria sofrido uma tentativa de atentado a bomba no Brasil.

As ordens de prisão cumpridas no Brasil foram expedidas pela 6ª Vara da Justiça Federal em Ribeirão Preto. Em Genebra, as autoridades suíças expediram mandados de prisão e de busca e apreensão e, assim os investigados foram presos simultaneamente.

Os investigados poderão responder, no Brasil, pelos crimes de extorsão e associação criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 15 anos de reclusão.

As investigações tiveram início quando o funcionário da ONU noticiou às autoridades suíças que estava sendo vítima de extorsão e ameaças de morte, que se estendiam a seus familiares, residentes na Suíça e no Brasil.

As autoridades suíças solicitaram o auxílio do Ministério Público Federal em Ribeirão Preto, no interior paulista, que pediu a instauração de inquérito policial para a apuração dos fatos.

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