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Sindipetro-NF pede para Petrobras rever ações após contaminação em plataformas



02/12/2020 | 12:45


Depois do surto na P-69, mais três plataformas da Petrobras tiveram que retirar empregados contaminados pelo covid-19 no final de novembro - P-47, P-35 e P-18, no campo de Marlim, bacia de Campos - no total de 38 trabalhadores desembarcados, o que levou o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) a pedir à Petrobras que reveja seus protocolos de testagem.

"O sindicato já apresentou à empresa um protocolo que inclui a retestagem das pessoas a bordo para prevenir surtos, devido a falsos negativos, bem como a testagem no desembarque, para evitar que trabalhadores que eventualmente se contaminem nas plataformas, mas estejam assintomáticos, contaminem suas famílias", afirmou o Sindipetro-NF em nota.

Parecer técnico da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado em outubro, comprova que a frequência dos casos de Covid-19 (expressa na incidência contaminados por 100 mil) entre os petroleiros é mais que o dobro da frequência registrada na população brasileira.

Até segunda-feira, 30, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), a estatal registrava três óbitos entre empregados próprios por covid-19 e 2.872 empregados contaminados, sendo que 2.624 já haviam se recuperado.

A Petrobras confirmou os novos casos de contaminação nas três plataformas, mas argumentou que foram casos pontuais. A empresa argumenta que sempre que um caso suspeito é identificado em unidade offshore, o colaborador com sintomas e todos os seus contactantes desembarcam para teste em terra.

"A companhia adota procedimentos robustos em todas as suas unidades desde o início da pandemia. Todas as ações têm base em evidências científicas e orientações de autoridades sanitárias", informou a Petrobras em nota.

Segundo a estatal, para unidades com confinamento, como plataformas, os procedimentos envolvem monitoramento de saúde desde 14 dias antes do embarque, quando todos os colaboradores são acompanhados por equipes de saúde e orientados a ficar em casa e reportar qualquer sintoma.

Antes do embarque é realizado o teste RT-PCR, tipo de teste com maior confiabilidade disponível no mercado. De acordo com a Petrobras, já foram realizados 350 mil testes.



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Sindipetro-NF pede para Petrobras rever ações após contaminação em plataformas


02/12/2020 | 12:45


Depois do surto na P-69, mais três plataformas da Petrobras tiveram que retirar empregados contaminados pelo covid-19 no final de novembro - P-47, P-35 e P-18, no campo de Marlim, bacia de Campos - no total de 38 trabalhadores desembarcados, o que levou o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) a pedir à Petrobras que reveja seus protocolos de testagem.

"O sindicato já apresentou à empresa um protocolo que inclui a retestagem das pessoas a bordo para prevenir surtos, devido a falsos negativos, bem como a testagem no desembarque, para evitar que trabalhadores que eventualmente se contaminem nas plataformas, mas estejam assintomáticos, contaminem suas famílias", afirmou o Sindipetro-NF em nota.

Parecer técnico da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado em outubro, comprova que a frequência dos casos de Covid-19 (expressa na incidência contaminados por 100 mil) entre os petroleiros é mais que o dobro da frequência registrada na população brasileira.

Até segunda-feira, 30, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), a estatal registrava três óbitos entre empregados próprios por covid-19 e 2.872 empregados contaminados, sendo que 2.624 já haviam se recuperado.

A Petrobras confirmou os novos casos de contaminação nas três plataformas, mas argumentou que foram casos pontuais. A empresa argumenta que sempre que um caso suspeito é identificado em unidade offshore, o colaborador com sintomas e todos os seus contactantes desembarcam para teste em terra.

"A companhia adota procedimentos robustos em todas as suas unidades desde o início da pandemia. Todas as ações têm base em evidências científicas e orientações de autoridades sanitárias", informou a Petrobras em nota.

Segundo a estatal, para unidades com confinamento, como plataformas, os procedimentos envolvem monitoramento de saúde desde 14 dias antes do embarque, quando todos os colaboradores são acompanhados por equipes de saúde e orientados a ficar em casa e reportar qualquer sintoma.

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