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Black Fraude? Veja como evitar ciladas no e-commerce

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

01/12/2020 | 14:48


A pandemia de covid-19 transformou a sociedade como um todo, desde a forma como as pessoas trabalham ou estudam até seus hábitos de consumo. Se antes as compras eram, em sua maioria, feitas presencialmente, o isolamento social trouxe mudança de comportamento. Segundo uma pesquisa da Ebit/Nielsen, feita em parceria com a Elo, o faturamento com as vendas online subiu 47% no primeiro semestre, totalizando R$ 38,8 bilhões.

Tais dados demonstram a força do e-commerce e de como ele deve alcançar patamares bem mais altos com uma das datas mais importantes para o varejo: a Black Friday. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estima um crescimento de vendas online de 77% em 2020 no País na comparação com o ano passado, entre 26 de novembro (quinta-feira) e 1º de dezembro (terça-feira seguinte).

Mas, para que a oportunidade de adquirir produtos a um preço menor não se torne um pesadelo, é necessário estar atento aos golpes da internet, que aumentam consideravelmente nesta época do ano. De acordo com um estudo feito pela Konduto, a taxa de tentativas de fraude sobre o total de pedidos ficou em 1,14% em 2019. Se não quiser fazer parte da estatística neste ano, confira dicas para evitar prejuízos.

Leia mais:
Black Friday: como escolher o smartphone perfeito para você
10 dicas para se dar bem na Black Friday
Você sabe como surgiu o termo Black Friday?

Cuidado com páginas falsas

De acordo com Ralf Germer, CEO e cofundador da PagBrasil, fintech brasileira especializada em processamento de pagamentos para e-commerce, um tipo de golpe muito comum na Black Friday são as páginas de e-commerce falsas. Aqui, o criminoso cria uma página de produto idêntica à de um grande varejista, porém, em outro domínio. Sem perceber a diferença e acreditando estar realizando a compra em uma loja confiável, o usuário faz o pedido e, em seguida, recebe no seu e-mail um boleto fraudado.

“Para esse caso de fraude, um cuidado que o consumidor deve ter é sempre verificar o domínio e buscar o site no Google em vez de clicar em um link recebido por e-mail, redes sociais ou mensagens. Assim, ele se certifica de que não se trata de um endereço falso. Além disso, é sempre importante que a compra seja efetuada dentro do ambiente da loja virtual e evitar ao máximo ‘varejistas’ que atraem o comprador para uma conversa no WhatsApp e tentam convencê-lo a fazer uma transferência bancária, com a promessa de um desconto imperdível”, aponta o especialista.

Prefira pagar as compras pelo cartão de crédito

Nesta época do ano, é melhor que o consumidor utilize o cartão de crédito para comprar online. Isso porque ele garante o estorno no caso de golpe ou mesmo de não entrega do produto, diferentemente de outros métodos de pagamento como boleto e transferência. “Além disso, para receber esse tipo de pagamento, é necessário que a loja apresente uma extensa documentação – e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de oferecer essa possibilidade, já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, cofundador da Konduto.

Busque lojas online com meios de pagamentos confiáveis

Um dos cuidados que o consumidor deve ter é no fornecimento de dados para os e-commerces. Segundo a Fecomércio, o Brasil tem o maior índice de fraudes de identidade da América Latina, tendo prejuízos de R$ 60 bilhões a cada ano. E, para garantir a sua segurança, vale a pena buscar comércios digitais que forneçam tecnologias confiáveis para efetuar o pagamento e também para ser identificado.

O reconhecimento facial é um exemplo de recurso que as lojas online utilizam em suas plataformas para garantir uma compra mais ágil e segura. A FullFace, especializada em biometria facial, é um exemplo de empresa que oferece esse recurso. Por meio de sua tecnologia proprietária, a startup funciona como um CPF facial que capta até 1.024 pontos faciais sem precisar armazenar imagens. A tecnologia garante segurança na autenticação de pessoas, acesso à plataforma de forma segura e potencializa transações de pagamento, sem a necessidade de fornecer nenhum tipo de documento.

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e ainda baixar gratuitamente nosso e-book Manual de Segurança na Internet? Clique aqui e assine a newsletter do 33Giga



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Black Fraude? Veja como evitar ciladas no e-commerce

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

01/12/2020 | 14:48


A pandemia de covid-19 transformou a sociedade como um todo, desde a forma como as pessoas trabalham ou estudam até seus hábitos de consumo. Se antes as compras eram, em sua maioria, feitas presencialmente, o isolamento social trouxe mudança de comportamento. Segundo uma pesquisa da Ebit/Nielsen, feita em parceria com a Elo, o faturamento com as vendas online subiu 47% no primeiro semestre, totalizando R$ 38,8 bilhões.

Tais dados demonstram a força do e-commerce e de como ele deve alcançar patamares bem mais altos com uma das datas mais importantes para o varejo: a Black Friday. Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estima um crescimento de vendas online de 77% em 2020 no País na comparação com o ano passado, entre 26 de novembro (quinta-feira) e 1º de dezembro (terça-feira seguinte).

Mas, para que a oportunidade de adquirir produtos a um preço menor não se torne um pesadelo, é necessário estar atento aos golpes da internet, que aumentam consideravelmente nesta época do ano. De acordo com um estudo feito pela Konduto, a taxa de tentativas de fraude sobre o total de pedidos ficou em 1,14% em 2019. Se não quiser fazer parte da estatística neste ano, confira dicas para evitar prejuízos.

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“Para esse caso de fraude, um cuidado que o consumidor deve ter é sempre verificar o domínio e buscar o site no Google em vez de clicar em um link recebido por e-mail, redes sociais ou mensagens. Assim, ele se certifica de que não se trata de um endereço falso. Além disso, é sempre importante que a compra seja efetuada dentro do ambiente da loja virtual e evitar ao máximo ‘varejistas’ que atraem o comprador para uma conversa no WhatsApp e tentam convencê-lo a fazer uma transferência bancária, com a promessa de um desconto imperdível”, aponta o especialista.

Prefira pagar as compras pelo cartão de crédito

Nesta época do ano, é melhor que o consumidor utilize o cartão de crédito para comprar online. Isso porque ele garante o estorno no caso de golpe ou mesmo de não entrega do produto, diferentemente de outros métodos de pagamento como boleto e transferência. “Além disso, para receber esse tipo de pagamento, é necessário que a loja apresente uma extensa documentação – e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de oferecer essa possibilidade, já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, cofundador da Konduto.

Busque lojas online com meios de pagamentos confiáveis

Um dos cuidados que o consumidor deve ter é no fornecimento de dados para os e-commerces. Segundo a Fecomércio, o Brasil tem o maior índice de fraudes de identidade da América Latina, tendo prejuízos de R$ 60 bilhões a cada ano. E, para garantir a sua segurança, vale a pena buscar comércios digitais que forneçam tecnologias confiáveis para efetuar o pagamento e também para ser identificado.

O reconhecimento facial é um exemplo de recurso que as lojas online utilizam em suas plataformas para garantir uma compra mais ágil e segura. A FullFace, especializada em biometria facial, é um exemplo de empresa que oferece esse recurso. Por meio de sua tecnologia proprietária, a startup funciona como um CPF facial que capta até 1.024 pontos faciais sem precisar armazenar imagens. A tecnologia garante segurança na autenticação de pessoas, acesso à plataforma de forma segura e potencializa transações de pagamento, sem a necessidade de fornecer nenhum tipo de documento.

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