Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 26 de Janeiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Sou soldado do grupo, diz Tite sobre presidência da Câmara

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Líder do governo garante não ter conversado sobre escolha e condiciona pleito a Auricchio


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

01/12/2020 | 00:01


Atual líder do governo de José Auricchio Júnior (PSDB) na Câmara de São Caetano, o vereador Tite Campanella (Cidadania) declarou ser “soldado de um grupo político” ao ser questionado se pode ser candidato a presidente do Legislativo no dia 1º de janeiro.

Em visita ao Diário, Tite, reeleito no dia 15 com 1.678 votos, disse que não conversou com nenhum ator político do município sobre o comando do Legislativo a partir de janeiro. “Sei que há pessoas ansiosas para discutir o assunto. Eu não discuti esse assunto de presidência com ninguém. Até porque o maior articulador político do nosso grupo é o prefeito. Nada mais justo esperar a recuperação dele.”

O pleito para administrar a Câmara tem ingrediente extra desta vez porque há possibilidade de o próximo mandatário do Parlamento ser prefeito interino. Auricchio foi reeleito no dia 15, com 42.842 votos, mas teve a candidatura indeferida em primeira instância e aguarda recursos no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). Se eles não forem analisados até o dia 31 de dezembro – ou forem rejeitados –, o presidente da Câmara assume interinamente a Prefeitura até a realização de nova eleição.

“Sou soldado e faço parte de grupo político. Dentro do grupo político desempenho a função que sou determinado a fazer. Fui líder de governo durante quatro anos. Tivemos pautas com desgaste político, e eu as defendi da mesma forma com as que trouxeram bônus político. Não me assusta nem me preocupa (ser presidente), se isso vier acontecer. Sabendo que é papel transitório”, sustentou Tite. “A opinião do prefeito tem peso político. Temos de esperar, até para que, na eventualidade de o presidente da Câmara assumir, haja transição tranquila, equilibrada. Ruptura seria ruim para a cidade.”

Das 19 cadeiras na casa, 13 foram para figuras da coligação que defendeu o nome de Auricchio nas urnas. Tite é uma das figuras mais experientes do bloco. “Vejo como natural meu nome ser aventado, pela experiência que tenho. Fui líder nos últimos quatro anos, tive proximidade muito grande com Auricchio e com a administração pública. É natural lembrar do meu nome agora. Não é fator determinante, por enquanto, ter essas qualidades que citei”, comentou Tite, que reforçou muito a necessidade de diálogo para evitar uma guerra política no município. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Sou soldado do grupo, diz Tite sobre presidência da Câmara

Líder do governo garante não ter conversado sobre escolha e condiciona pleito a Auricchio

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

01/12/2020 | 00:01


Atual líder do governo de José Auricchio Júnior (PSDB) na Câmara de São Caetano, o vereador Tite Campanella (Cidadania) declarou ser “soldado de um grupo político” ao ser questionado se pode ser candidato a presidente do Legislativo no dia 1º de janeiro.

Em visita ao Diário, Tite, reeleito no dia 15 com 1.678 votos, disse que não conversou com nenhum ator político do município sobre o comando do Legislativo a partir de janeiro. “Sei que há pessoas ansiosas para discutir o assunto. Eu não discuti esse assunto de presidência com ninguém. Até porque o maior articulador político do nosso grupo é o prefeito. Nada mais justo esperar a recuperação dele.”

O pleito para administrar a Câmara tem ingrediente extra desta vez porque há possibilidade de o próximo mandatário do Parlamento ser prefeito interino. Auricchio foi reeleito no dia 15, com 42.842 votos, mas teve a candidatura indeferida em primeira instância e aguarda recursos no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). Se eles não forem analisados até o dia 31 de dezembro – ou forem rejeitados –, o presidente da Câmara assume interinamente a Prefeitura até a realização de nova eleição.

“Sou soldado e faço parte de grupo político. Dentro do grupo político desempenho a função que sou determinado a fazer. Fui líder de governo durante quatro anos. Tivemos pautas com desgaste político, e eu as defendi da mesma forma com as que trouxeram bônus político. Não me assusta nem me preocupa (ser presidente), se isso vier acontecer. Sabendo que é papel transitório”, sustentou Tite. “A opinião do prefeito tem peso político. Temos de esperar, até para que, na eventualidade de o presidente da Câmara assumir, haja transição tranquila, equilibrada. Ruptura seria ruim para a cidade.”

Das 19 cadeiras na casa, 13 foram para figuras da coligação que defendeu o nome de Auricchio nas urnas. Tite é uma das figuras mais experientes do bloco. “Vejo como natural meu nome ser aventado, pela experiência que tenho. Fui líder nos últimos quatro anos, tive proximidade muito grande com Auricchio e com a administração pública. É natural lembrar do meu nome agora. Não é fator determinante, por enquanto, ter essas qualidades que citei”, comentou Tite, que reforçou muito a necessidade de diálogo para evitar uma guerra política no município. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;