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Bolsas de NY fecham em baixa após sanções à China, apesar de vacinas e Yellen



30/11/2020 | 20:03


As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta segunda-feira, 30, em dia marcado por cautela de investidores ante o anúncio de que os Estados Unidos impuseram novas sanções à China. Notícias sobre as vacinas contra a covid-19 da Moderna e Novavax não foram suficientes para impulsionar as bolsas. As negociações desta segunda fecham um novembro marcado por rali nos mercados, com o índice Dow Jones com o melhor desempenho mensal desde 1987.

Hoje, o Dow Jones fechou em queda de 0,91%, a 29638,64 pontos. O S&P 500 recuou 0,46%, aos 3.621,63 pontos, tendo como destaque a ação do IHS Markit, que fechou em alta de 7,43% após a S&P Global confirmar o acordo para a compra da empresa. Já o Nasdaq teve o melhor desempenho entre os três índices, com leve recuo de 0,06%, a 1.2198,74. O índice foi ajudado, especialmente, pelas ações de companhias de tecnologia, como Intel (+1,90) e Spotify (+4,95%), e da farmacêutica Moderna, que fechou o dia em alta de 20,24% após anunciar que sua potencial vacina contra o novo coronavírus teve eficácia de 94,1%. Na comparação mensal, os índices saltaram cerca de 10%.

Além do anúncio da Moderna, outra companhia atualizou a evolução dos testes de sua candidata à vacina. Segundo a Novavax, os resultados de testes de fase final de seu imunizante feitos com voluntários do Reino Unido devem ser divulgados no primeiro trimestre de 2021, aumentando o leque de vacinas possivelmente disponíveis para aprovação nos primeiros meses do ano que vem.

A cautela dos investidores não foi contida mesmo com a confirmação da escolha do presidente eleito, Joe Biden, por Janet Yellen para ocupar o Tesouro americano. O anúncio de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) vai estender por 3 meses as linhas de crédito que venceriam no fim de dezembro também não foi capaz de frear o recuo dos índices nova-iorquinos.

Entre os fatores que contribuíram para a queda das bolsas hoje, os EUA decidiram aplicar sanções contra a estatal China National Electronics Import and Export Corporation (CEIEC), pela suposta venda de bens eletrônicos à Venezuela.

A indecisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) quanto a extensão dos cortes de produção para 2021 também ajudou as bolsas a recuarem nesta segunda. No Dow Jones, as ações de empresas do ramo energético, como a Chevron (-4,52%), e do setor aéreo, como a Boeing (-2,67%), sustentaram a queda do índice.



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Bolsas de NY fecham em baixa após sanções à China, apesar de vacinas e Yellen


30/11/2020 | 20:03


As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta segunda-feira, 30, em dia marcado por cautela de investidores ante o anúncio de que os Estados Unidos impuseram novas sanções à China. Notícias sobre as vacinas contra a covid-19 da Moderna e Novavax não foram suficientes para impulsionar as bolsas. As negociações desta segunda fecham um novembro marcado por rali nos mercados, com o índice Dow Jones com o melhor desempenho mensal desde 1987.

Hoje, o Dow Jones fechou em queda de 0,91%, a 29638,64 pontos. O S&P 500 recuou 0,46%, aos 3.621,63 pontos, tendo como destaque a ação do IHS Markit, que fechou em alta de 7,43% após a S&P Global confirmar o acordo para a compra da empresa. Já o Nasdaq teve o melhor desempenho entre os três índices, com leve recuo de 0,06%, a 1.2198,74. O índice foi ajudado, especialmente, pelas ações de companhias de tecnologia, como Intel (+1,90) e Spotify (+4,95%), e da farmacêutica Moderna, que fechou o dia em alta de 20,24% após anunciar que sua potencial vacina contra o novo coronavírus teve eficácia de 94,1%. Na comparação mensal, os índices saltaram cerca de 10%.

Além do anúncio da Moderna, outra companhia atualizou a evolução dos testes de sua candidata à vacina. Segundo a Novavax, os resultados de testes de fase final de seu imunizante feitos com voluntários do Reino Unido devem ser divulgados no primeiro trimestre de 2021, aumentando o leque de vacinas possivelmente disponíveis para aprovação nos primeiros meses do ano que vem.

A cautela dos investidores não foi contida mesmo com a confirmação da escolha do presidente eleito, Joe Biden, por Janet Yellen para ocupar o Tesouro americano. O anúncio de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) vai estender por 3 meses as linhas de crédito que venceriam no fim de dezembro também não foi capaz de frear o recuo dos índices nova-iorquinos.

Entre os fatores que contribuíram para a queda das bolsas hoje, os EUA decidiram aplicar sanções contra a estatal China National Electronics Import and Export Corporation (CEIEC), pela suposta venda de bens eletrônicos à Venezuela.

A indecisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) quanto a extensão dos cortes de produção para 2021 também ajudou as bolsas a recuarem nesta segunda. No Dow Jones, as ações de empresas do ramo energético, como a Chevron (-4,52%), e do setor aéreo, como a Boeing (-2,67%), sustentaram a queda do índice.

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