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Associação comercial: "lojistas vão respeitar normas, mas lamentamos regressão"

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/11/2020 | 18:10


A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) disse em nota que lamenta as decisões tomadas pelo governo do Estado de regredir para a fase amarela o Plano São Paulo. A nova determinação limita o comércio em 40% de sua capacidade, funcionamento máximo de 10 horas por dia e com horário de fechamento obrigatório até as 22 horas. A Associação esclarece que "vai cumprir com seu papel de orientar os comerciantes em relação a essas novas restrições", mas tece críticas às determinações.

A ACSP defende que o comércio tem respeito às normas sanitárias e que "horários e capacidades restritivas do comércio podem aumentar as aglomerações do lado de fora das lojas"

A instituição diz que entendeu como aceitáveis as medidas tomadas pelo Governo do Estado junto ao comércio, no começo da pandemia, quando ainda não se sabia muito sobre a doença. "Agora, porém, a entidade acredita que este tipo de atitude não se justifica já que o varejo não está entre os lugares onde há mais contaminação da doença", diz a nota.

A entidade também entende que esse tipo de medida pode causar mais fechamento de lojas, porque o comerciante ainda se recupera do primeiro impacto da pandemia.



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Associação comercial: "lojistas vão respeitar normas, mas lamentamos regressão"


30/11/2020 | 18:10


A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) disse em nota que lamenta as decisões tomadas pelo governo do Estado de regredir para a fase amarela o Plano São Paulo. A nova determinação limita o comércio em 40% de sua capacidade, funcionamento máximo de 10 horas por dia e com horário de fechamento obrigatório até as 22 horas. A Associação esclarece que "vai cumprir com seu papel de orientar os comerciantes em relação a essas novas restrições", mas tece críticas às determinações.

A ACSP defende que o comércio tem respeito às normas sanitárias e que "horários e capacidades restritivas do comércio podem aumentar as aglomerações do lado de fora das lojas"

A instituição diz que entendeu como aceitáveis as medidas tomadas pelo Governo do Estado junto ao comércio, no começo da pandemia, quando ainda não se sabia muito sobre a doença. "Agora, porém, a entidade acredita que este tipo de atitude não se justifica já que o varejo não está entre os lugares onde há mais contaminação da doença", diz a nota.

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