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Lucro líquido ajustado da Caixa sobe 1,7% e atinge R$ 2,6 bi no 3º trimestre



25/11/2020 | 07:39


A Caixa Econômica Federal anunciou lucro líquido ajustado de R$ 2,6 bilhões no terceiro trimestre do ano, 1,7% acima do segundo trimestre.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) do banco público estava em 12,7% ao final de setembro, com redução de 01 ponto porcentual na comparação com junho de 2020.

A margem financeira alcançou R$ 9,9 bilhões no terceiro trimestre de 2020, aumento de 2,7% se comparado ao trimestre anterior, consequência do crescimento de 1,3% nas receitas das operações de crédito e redução de 11,4% nas despesas de captações.

O banco informa que de julho a setembro, as receitas provenientes das operações de crédito habitacionais totalizaram R$ 8,3 bilhões, aumento de 3,9% em relação ao segundo trimestre. Essas receitas representam 52,5% do total das receitas de crédito, de acordo com a Caixa. Houve ainda o crescimento de 15,2% nas receitas com operações de saneamento e infraestrutura.

As despesas de captação foram impactadas principalmente pelas reduções, no trimestre, de 18,9% com as operações de poupança, 35,7% com CDB, 22,1% com operações compromissadas e 29,9% em letras.

O comportamento dessas despesas reflete o forte crescimento nas linhas de menor custo aliado ao cenário atual da taxa básica de juros da economia.

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias totalizaram R$ 6,1 bilhões, crescimento de 13,4% quando comparado ao segundo trimestre de 2020. Destaca-se no período o aumento de 19,1% em serviços de governo, 9,1% em receitas de conta corrente, 37% em cartões e 215,2% em seguros.

As despesas de pessoal, que correspondem a 64,9% das despesas administrativas, apresentaram crescimento de 2,3% no trimestre, influenciadas pelo reajuste anual nas tabelas salariais dos empregados e pelo pagamento do abono único.

Desconsiderando o abono único, pago conforme as regras estabelecidas no Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2022, correspondente ao valor de R$ 166,1 milhões, as despesas de pessoal apresentaram uma redução de aproximadamente 1% no trimestre.

O Índice de Basileia atingiu 17,8%, 0,83 ponto porcentual abaixo do segundo trimestre. O índice de capital principal totalizou 12,3%, enquanto o de nível I 12,6%, mantendo-se acima do mínimo regulatório de 6,75% para o de capital principal, e 8,25% para o de capital nível I.



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Lucro líquido ajustado da Caixa sobe 1,7% e atinge R$ 2,6 bi no 3º trimestre


25/11/2020 | 07:39


A Caixa Econômica Federal anunciou lucro líquido ajustado de R$ 2,6 bilhões no terceiro trimestre do ano, 1,7% acima do segundo trimestre.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) do banco público estava em 12,7% ao final de setembro, com redução de 01 ponto porcentual na comparação com junho de 2020.

A margem financeira alcançou R$ 9,9 bilhões no terceiro trimestre de 2020, aumento de 2,7% se comparado ao trimestre anterior, consequência do crescimento de 1,3% nas receitas das operações de crédito e redução de 11,4% nas despesas de captações.

O banco informa que de julho a setembro, as receitas provenientes das operações de crédito habitacionais totalizaram R$ 8,3 bilhões, aumento de 3,9% em relação ao segundo trimestre. Essas receitas representam 52,5% do total das receitas de crédito, de acordo com a Caixa. Houve ainda o crescimento de 15,2% nas receitas com operações de saneamento e infraestrutura.

As despesas de captação foram impactadas principalmente pelas reduções, no trimestre, de 18,9% com as operações de poupança, 35,7% com CDB, 22,1% com operações compromissadas e 29,9% em letras.

O comportamento dessas despesas reflete o forte crescimento nas linhas de menor custo aliado ao cenário atual da taxa básica de juros da economia.

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias totalizaram R$ 6,1 bilhões, crescimento de 13,4% quando comparado ao segundo trimestre de 2020. Destaca-se no período o aumento de 19,1% em serviços de governo, 9,1% em receitas de conta corrente, 37% em cartões e 215,2% em seguros.

As despesas de pessoal, que correspondem a 64,9% das despesas administrativas, apresentaram crescimento de 2,3% no trimestre, influenciadas pelo reajuste anual nas tabelas salariais dos empregados e pelo pagamento do abono único.

Desconsiderando o abono único, pago conforme as regras estabelecidas no Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2022, correspondente ao valor de R$ 166,1 milhões, as despesas de pessoal apresentaram uma redução de aproximadamente 1% no trimestre.

O Índice de Basileia atingiu 17,8%, 0,83 ponto porcentual abaixo do segundo trimestre. O índice de capital principal totalizou 12,3%, enquanto o de nível I 12,6%, mantendo-se acima do mínimo regulatório de 6,75% para o de capital principal, e 8,25% para o de capital nível I.

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