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Governador acusa advogados do crime de agir contra Estado



24/06/2006 | 08:32


O governador de São Paulo, Cláudio Lembo (PFL), disse que “advogados a serviço do crime” são os responsáveis pelas denúncias, que ele classificou de “falsas”, sobre maus-tratos contra líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital). Para Lembo, o objetivo deles é “destruir as autoridades”. O governador apontou como prova de que não há maus-tratos o fato de nenhum preso ter sido morto pela polícia nas recentes rebeliões controladas pela Tropa de Choque.

“Isso cala a boca dos arautos do mau, arautos do PCC, que estão ganhando dinheiro, particularmente aqueles que pertencem à minha corporação, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).” Ele disse que, nos últimos dias, a polícia fez prisões e monitorou os movimentos dos líderes do PCC para evitar ataques. Havia boatos de que isso poderia ocorrer durante o jogo Brasil e Japão, na quinta-feira.

Suspensão – Lembo fez essas declarações no mesmo dia em que a regional de Ribeirão Preto da OAB decidiu suspender preventivamente por 90 dias a advogada Adriana Telini Pedro, de Franca. O presidente do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB, Luiz Gastão, disse que a advogada pode até perder o direito de exercer a função no processo que corre no órgão.

A suspensão preventiva, segundo Gastão, ocorreu porque ela ofendeu a dignidade advocatícia. Adriana é investigada em Franca por ligação com o crime organizado e associação para o tráfico de drogas. A defesa da advogada deve recorrer da decisão do tribunal da OAB.

A Polícia Civil investigou Adriana em dois casos. No primeiro, o delegado Wanir José Silveira Júnior concluiu o inquérito que a indiciou por formação de quadrilha por envolvimento com o PCC. Ela passava aos criminosos informações de alguns de seus clientes, que poderiam ser assaltados.


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