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Rio Grande dá exemplo


Do Diário do Grande ABC

24/11/2020 | 23:59


No regime democrático a disputa por cargos deve ser finalizada imediatamente após o fechamento das urnas. Daí para frente, o resultado precisa ser soberano e aqueles que até então eram postulantes a cargos devem assumir seus papéis de cidadãos. Os escolhidos pelo povo tomam posse e os que receberam menos votos esperam o próximo ciclo para tentar novamente.

No Grande ABC, cinco cidades tiveram a disputa às prefeituras definida na votação do dia 15. Em duas delas – Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – ocorreu alternância de poder. Nas demais, Santo André, São Bernardo e São Caetano, os atuais prefeitos ganharam o direito de seguir no comando por mais quatro anos. Mauá e Diadema vão conhecer os seus alcaides no próximo fim de semana, após o segundo turno.

E coube a Rio Grande da Serra, justamente o menor dentre os sete municípios, dar exemplo aos vizinhos maiores e mais ricos. Lá, Gabriel Maranhão, que está encerrando o segundo mandato, se encontrou ontem com Claudinho da Geladeira, que o sucederá a partir de 1º de janeiro de 2021, para iniciar a transição de poder.

A dupla superou rixas que surgiram em campanhas anteriores ou mesmo nessa recente, quando a candidata apoiada por Maranhão, Marilza de Oliveira, foi derrotada. Com franqueza, eles trataram do futuro do município.

Segundo Claudinho, Maranhão se comprometeu a facilitar o acesso aos documentos para que sua equipe comece a avaliar o que terá pela frente. Ele, por sua vez, garantiu que não dará pitacos nos últimos dias de governo.

O início do diálogo é demonstração clara de maturidade e de respeito pelas instituições. É a forma mais direta de ‘apresentar’ os bastidores da cidade a quem irá assumi-la.

É o tipo de atitude que a população espera de homens públicos. Que eles respeitem as regras. Não que tentem de todas as formas se agarrar à cadeira que ocupam, que tentem desacreditar o processo eleitoral, ou que passem vários anos culpando antecessores e citando a chamada herança maldita. 



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Rio Grande dá exemplo

Do Diário do Grande ABC

24/11/2020 | 23:59


No regime democrático a disputa por cargos deve ser finalizada imediatamente após o fechamento das urnas. Daí para frente, o resultado precisa ser soberano e aqueles que até então eram postulantes a cargos devem assumir seus papéis de cidadãos. Os escolhidos pelo povo tomam posse e os que receberam menos votos esperam o próximo ciclo para tentar novamente.

No Grande ABC, cinco cidades tiveram a disputa às prefeituras definida na votação do dia 15. Em duas delas – Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – ocorreu alternância de poder. Nas demais, Santo André, São Bernardo e São Caetano, os atuais prefeitos ganharam o direito de seguir no comando por mais quatro anos. Mauá e Diadema vão conhecer os seus alcaides no próximo fim de semana, após o segundo turno.

E coube a Rio Grande da Serra, justamente o menor dentre os sete municípios, dar exemplo aos vizinhos maiores e mais ricos. Lá, Gabriel Maranhão, que está encerrando o segundo mandato, se encontrou ontem com Claudinho da Geladeira, que o sucederá a partir de 1º de janeiro de 2021, para iniciar a transição de poder.

A dupla superou rixas que surgiram em campanhas anteriores ou mesmo nessa recente, quando a candidata apoiada por Maranhão, Marilza de Oliveira, foi derrotada. Com franqueza, eles trataram do futuro do município.

Segundo Claudinho, Maranhão se comprometeu a facilitar o acesso aos documentos para que sua equipe comece a avaliar o que terá pela frente. Ele, por sua vez, garantiu que não dará pitacos nos últimos dias de governo.

O início do diálogo é demonstração clara de maturidade e de respeito pelas instituições. É a forma mais direta de ‘apresentar’ os bastidores da cidade a quem irá assumi-la.

É o tipo de atitude que a população espera de homens públicos. Que eles respeitem as regras. Não que tentem de todas as formas se agarrar à cadeira que ocupam, que tentem desacreditar o processo eleitoral, ou que passem vários anos culpando antecessores e citando a chamada herança maldita. 

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