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Campos Neto: países que não fizeram muito contra covid tiveram queda maior no PIB

Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/11/2020 | 20:40


O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira, 24, que os países que fizeram muito pouco contra a covid-19 experimentaram uma redução maior de seus respectivos Produto Interno Bruto (PIB). Ele disse que o Brasil, entre os países de economia emergente foi o que menor queda sofreu no seu PMI. "O FMI diz que o PMI do Brasil foi o que menos caiu e o que mais rápido se recuperou", disse o banqueiro central, que participou hoje do "Melhores da Bolsa 2020", evento online organizado pela Infomoney que premia os melhores do mercado de ações em 2020.

Por outro lado, de acordo com Campos Neto, o Brasil termina com sua situação fiscal mais frágil, apesar de ter evitado redução do crescimento. Contudo, disse ele, todos os países elevaram gastos para combater os efeitos da pandemia. Os que fizeram mais caíram menos e os que fizeram menos caíram mais.

O presidente do Banco Central disse que o Brasil ainda tem campo de absorção de programas criados pelo governo para combater a pandemia. Neste sentido, de acordo com ele, um exemplo é o canal do crédito que continua tendo grande espaço para crescimento.

Além disso, disse o banqueiro central, "temos um nível de crescimento satisfatório e robusto".

Sobre a inflação, Campos Neto disse que a dividiu em três dimensões e disse que a dimensão do câmbio tem afetado muito a média de preços ao consumidor. Voltou a reafirmar que a autoridade monetária dispõe do instrumento do forward guidance, muito ligado à parte fiscal. "Batemos bastante na tecla do fiscal e achamos importante continuar com essa mensagem", disse o presidente do BC.

Campos Neto afirmou que o Brasil tem vencimentos bastante grandes da dívida, sobretudo da sua parte prefixada. Mas ressaltou que equilíbrio fiscal é muito relevante para a condução da política monetária.



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Campos Neto: países que não fizeram muito contra covid tiveram queda maior no PIB


24/11/2020 | 20:40


O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira, 24, que os países que fizeram muito pouco contra a covid-19 experimentaram uma redução maior de seus respectivos Produto Interno Bruto (PIB). Ele disse que o Brasil, entre os países de economia emergente foi o que menor queda sofreu no seu PMI. "O FMI diz que o PMI do Brasil foi o que menos caiu e o que mais rápido se recuperou", disse o banqueiro central, que participou hoje do "Melhores da Bolsa 2020", evento online organizado pela Infomoney que premia os melhores do mercado de ações em 2020.

Por outro lado, de acordo com Campos Neto, o Brasil termina com sua situação fiscal mais frágil, apesar de ter evitado redução do crescimento. Contudo, disse ele, todos os países elevaram gastos para combater os efeitos da pandemia. Os que fizeram mais caíram menos e os que fizeram menos caíram mais.

O presidente do Banco Central disse que o Brasil ainda tem campo de absorção de programas criados pelo governo para combater a pandemia. Neste sentido, de acordo com ele, um exemplo é o canal do crédito que continua tendo grande espaço para crescimento.

Além disso, disse o banqueiro central, "temos um nível de crescimento satisfatório e robusto".

Sobre a inflação, Campos Neto disse que a dividiu em três dimensões e disse que a dimensão do câmbio tem afetado muito a média de preços ao consumidor. Voltou a reafirmar que a autoridade monetária dispõe do instrumento do forward guidance, muito ligado à parte fiscal. "Batemos bastante na tecla do fiscal e achamos importante continuar com essa mensagem", disse o presidente do BC.

Campos Neto afirmou que o Brasil tem vencimentos bastante grandes da dívida, sobretudo da sua parte prefixada. Mas ressaltou que equilíbrio fiscal é muito relevante para a condução da política monetária.

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