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Ribeirão oferece exame auditivo a recém-nascidos


Verônica Fraidenraich
Do Diário do Grande ABC

30/06/2005 | 07:51


Os bebês de Ribeirão Pires contam, desde nesta quarta, com o exame de prevenção da deficiência auditiva neonatal, que permite detectar problemas de audição para seu tratamento precoce. O exame está sendo oferecido aos bebês do Hospital e Maternidade São Lucas, recém-nascidos ou que tenham até seis meses de idade, e é marcado com as mães, pela assistente social do hospital, logo após o parto.

O serviço é fruto de um convênio da Prefeitura de Ribeirão Pires com a Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência), e faz parte do Programa de Triagem Auditiva Neonatal Universal (PTANU), lançado recentemente pelo Ministério da Saúde.

Cada exame custará R$ 46,56. O valor será repassado pelo Ministério para a Prefeitura, tendo como limite 160 exames por mês. Aparelhos auditivos também serão bancados pelo Ministério se necessários. A Associação – que é reconhecida pelo órgão federal como centro de referência da região no atendimento ao deficiente auditivo – ficará responsável pelos profissionais, realização do exame e tratamento. O convênio foi firmado em maio e tem validade até abril de 2006.

O exame auditivo não depende de resposta da criança e utiliza um aparelho semelhante a um fone de ouvido conectado a um computador para medir o grau de audição do bebê. Se detectada alguma alteração, o exame é repetido após alguns dias para confirmar a deficiência. “Como o sistema auditivo dos bebês ainda está em formação, o tratamento precoce é de extrema importância, pois, dependendo do grau de lesão, permite a recuperação de até 100% da audição”, explica Jorge Mitidiero, secretário de Saúde e Higiene de Ribeirão Pires e vice-prefeito do município. Dados da Organização Mundial de Saúde indicam que 10% da população mundial têm algum tipo de deficiência, e destes, 2% têm deficiência auditiva em graus variados.

Eletro – A parceria também prevê oferecer na Associação, a partir desta sexta, exame de eletroencefalograma, para identificação de problemas neurológicos em pessoas de qualquer idade. Leonice Moura, diretora técnica da entidade filantrópica, lembra que, até então, os moradores de Ribeirão têm que enfrentar uma grande fila de espera para ser atendidos no Hospital Estadual Mário Covas, localizado em Santo André. A verba para esse serviço virá da Prefeitura, que vai repassar R$ 11,34 por exame à associação.



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