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Respeito, mas não quero o Pretinho, diz Taka

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Candidato do PSD rejeita apoio do democrata, porém, quer costurar frente antiPT no segundo turno


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2020 | 00:34


Segundo colocado no primeiro turno da eleição em Diadema e credenciado para a reta final do pleito, Taka Yamauchi (PSD) iniciou diálogos com lideranças da cidade em busca de robustecer sua candidatura, mas avisou que não vai procurar o presidente da Câmara, Pretinho do Água Santa (DEM), candidato governista e quarto lugar no domingo. “Respeito muito o Pretinho, é o presidente do Legislativo, mas não coaduno com a ideologia dele. Por isso, não vamos buscar a ajuda dele”, citou o pessedista, que, por outro lado, abriu diálogo com outras figuras que orbitaram no governo do prefeito Lauro Michels (PV).

No começo da semana, Taka esteve na Assembleia Legislativa com objetivo de conversar com o deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos). O filho do parlamentar e vereador reeleito, Márcio Júnior (Podemos), já confidenciou que vai votar e apoiar Taka no segundo turno – o rival é o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT). “Vi que o Marcinho declarou voto em mim e agradeço muito o apoio”, disse Taka. Márcio da Farmácia era para ser o candidato do governo na eleição deste ano, mas declinou do convite alegando problemas de saúde e desejo de cumprir integralmente seu mandato na Assembleia.

Em sua segunda tentativa de chegar ao Paço, Taka atingiu 31.301 votos (15,42% dos válidos) – Filippi teve 92.670 (45,65% dos válidos). Pretinho obteve 20.524 adesões (10,11%). Para Taka, o cenário favorável para Filippi no primeiro turno decorreu também pelo receio de eleitores de Diadema sobre eventual êxito de Pretinho. “Vamos buscar votos do Filippi. Muita gente votou no Filippi por falta de opção. Agora, clareando o cenário, vendo a gente como alternativa para a cidade, as pessoas podem rever os votos, inclusive no Filippi. Movimento do antipetismo é grande”, disse.

O pessedista também subiu o tom contra Filippi. “O PT perdeu em todas as demais regiões do Estado. Por isso não terá comprometimento com pessoas da cidade. Terá de abrigar derrotados de outras regiões. Se ele (Filippi) ganhar vai virar cabide de emprego, como foi na ETCD (Empresa de Transporte Coletivo de Diadema), na Saned (Companhia de Saneamento Básico de Diadema). Faliram essas duas empresas com esse pensamento e agora querem falir Diadema inteira? Não dá. Diadema na mão do Filippi não terá captação de recursos junto ao governo federal ou ao Estado, ficará isolada. Isso me preocupa. Por isso queremos fazer uma frente e trazer oxigênio à política de Diadema.” 



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Respeito, mas não quero o Pretinho, diz Taka

Candidato do PSD rejeita apoio do democrata, porém, quer costurar frente antiPT no segundo turno

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2020 | 00:34


Segundo colocado no primeiro turno da eleição em Diadema e credenciado para a reta final do pleito, Taka Yamauchi (PSD) iniciou diálogos com lideranças da cidade em busca de robustecer sua candidatura, mas avisou que não vai procurar o presidente da Câmara, Pretinho do Água Santa (DEM), candidato governista e quarto lugar no domingo. “Respeito muito o Pretinho, é o presidente do Legislativo, mas não coaduno com a ideologia dele. Por isso, não vamos buscar a ajuda dele”, citou o pessedista, que, por outro lado, abriu diálogo com outras figuras que orbitaram no governo do prefeito Lauro Michels (PV).

No começo da semana, Taka esteve na Assembleia Legislativa com objetivo de conversar com o deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos). O filho do parlamentar e vereador reeleito, Márcio Júnior (Podemos), já confidenciou que vai votar e apoiar Taka no segundo turno – o rival é o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT). “Vi que o Marcinho declarou voto em mim e agradeço muito o apoio”, disse Taka. Márcio da Farmácia era para ser o candidato do governo na eleição deste ano, mas declinou do convite alegando problemas de saúde e desejo de cumprir integralmente seu mandato na Assembleia.

Em sua segunda tentativa de chegar ao Paço, Taka atingiu 31.301 votos (15,42% dos válidos) – Filippi teve 92.670 (45,65% dos válidos). Pretinho obteve 20.524 adesões (10,11%). Para Taka, o cenário favorável para Filippi no primeiro turno decorreu também pelo receio de eleitores de Diadema sobre eventual êxito de Pretinho. “Vamos buscar votos do Filippi. Muita gente votou no Filippi por falta de opção. Agora, clareando o cenário, vendo a gente como alternativa para a cidade, as pessoas podem rever os votos, inclusive no Filippi. Movimento do antipetismo é grande”, disse.

O pessedista também subiu o tom contra Filippi. “O PT perdeu em todas as demais regiões do Estado. Por isso não terá comprometimento com pessoas da cidade. Terá de abrigar derrotados de outras regiões. Se ele (Filippi) ganhar vai virar cabide de emprego, como foi na ETCD (Empresa de Transporte Coletivo de Diadema), na Saned (Companhia de Saneamento Básico de Diadema). Faliram essas duas empresas com esse pensamento e agora querem falir Diadema inteira? Não dá. Diadema na mão do Filippi não terá captação de recursos junto ao governo federal ou ao Estado, ficará isolada. Isso me preocupa. Por isso queremos fazer uma frente e trazer oxigênio à política de Diadema.” 

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