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Quarto lugar, Lourencini admite chance de neutralidade

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Tucano mostra frustração com votação por esperar mais adesões e diz que reunirá grupo para definir futuro


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2020 | 00:02


O empresário José Roberto Lourencini (PSDB), quarto colocado na eleição à Prefeitura de Mauá, cogita adotar tom de neutralidade no segundo turno da corrida eleitoral entre o atual prefeito Atila Jacomussi (PSB) e o vereador Marcelo Oliveira (PT).

O tucano recebeu 18.134 votos, com 9,38% dos válidos, ficando atrás de Atila, Marcelo e do ex-juiz João Veríssimo (PSD), que obteve 37.675 votos (19,5% dos válidos).

“Estamos reunindo o grupo para ver o que todos querem. Estamos conversando com os vereadores, ver qual a melhor posição para eles também. Ver se a gente apoia alguém ou ninguém. Há uma possibilidade, sim, de ficar neutro”, reconheceu o empresário, citando os dois vereadores tucanos eleitos no domingo: Leonardo Alves e Eugênio Rufino.

Em 2016, o PSDB se dividiu com relação ao segundo turno. O então candidato tucano em Mauá era o hoje prefeito eleito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL), que optou por apoiar Donisete Braga (ex-PT, atual PDT). A cúpula do partido endossou a campanha de Atila. Houve rompimento, entretanto, ao longo do governo do socialista.

Lourencini, que concorreu pela primeira vez à Prefeitura de Mauá, admitiu ter ficado chateado com a votação. “Esperava que a gente teria um pouco mais. Não foi uma votação pequena, mas poderia ter sido maior”, lamentou. Apesar disso, ele afirmou que pretende se manter na política.

“Com essa quantidade de votos, embora esperasse mais, posso fazer plano para o futuro. Tudo depende da ocasião das eleições. Fico chateado por perder uma eleição, mas sou pessoa que sempre acreditou na cidade de Mauá. Sou empreendedor aqui. Temos oito lojas (é dono de rede de supermercados), construindo mais uma no Jardim Zaíra. Sempre acreditei na cidade, e defendo que Mauá precisa de bons políticos, engajados em fazer a cidade crescer”, citou. 



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Quarto lugar, Lourencini admite chance de neutralidade

Tucano mostra frustração com votação por esperar mais adesões e diz que reunirá grupo para definir futuro

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

18/11/2020 | 00:02


O empresário José Roberto Lourencini (PSDB), quarto colocado na eleição à Prefeitura de Mauá, cogita adotar tom de neutralidade no segundo turno da corrida eleitoral entre o atual prefeito Atila Jacomussi (PSB) e o vereador Marcelo Oliveira (PT).

O tucano recebeu 18.134 votos, com 9,38% dos válidos, ficando atrás de Atila, Marcelo e do ex-juiz João Veríssimo (PSD), que obteve 37.675 votos (19,5% dos válidos).

“Estamos reunindo o grupo para ver o que todos querem. Estamos conversando com os vereadores, ver qual a melhor posição para eles também. Ver se a gente apoia alguém ou ninguém. Há uma possibilidade, sim, de ficar neutro”, reconheceu o empresário, citando os dois vereadores tucanos eleitos no domingo: Leonardo Alves e Eugênio Rufino.

Em 2016, o PSDB se dividiu com relação ao segundo turno. O então candidato tucano em Mauá era o hoje prefeito eleito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL), que optou por apoiar Donisete Braga (ex-PT, atual PDT). A cúpula do partido endossou a campanha de Atila. Houve rompimento, entretanto, ao longo do governo do socialista.

Lourencini, que concorreu pela primeira vez à Prefeitura de Mauá, admitiu ter ficado chateado com a votação. “Esperava que a gente teria um pouco mais. Não foi uma votação pequena, mas poderia ter sido maior”, lamentou. Apesar disso, ele afirmou que pretende se manter na política.

“Com essa quantidade de votos, embora esperasse mais, posso fazer plano para o futuro. Tudo depende da ocasião das eleições. Fico chateado por perder uma eleição, mas sou pessoa que sempre acreditou na cidade de Mauá. Sou empreendedor aqui. Temos oito lojas (é dono de rede de supermercados), construindo mais uma no Jardim Zaíra. Sempre acreditei na cidade, e defendo que Mauá precisa de bons políticos, engajados em fazer a cidade crescer”, citou. 

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