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Rejeição de Atila e PT faz rivais adiarem apoio na etapa final

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Veríssimo e Lourencini evitam embarcar em alguma campanha; Marcelo busca frente contra o prefeito


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/11/2020 | 00:34


O segundo turno em Mauá entre o prefeito Atila Jacomussi (PSB) e o vereador Marcelo Oliveira (PT) colocou no divã os nomes que não atingiram votos suficientes para a etapa final. O fato de um petista ter ido para a próxima fase do pleito se tornou fator dificultador na formação de frente contra a reeleição do socialista.

Terceiro e quarto colocados no domingo, o ex-juiz João Veríssimo (PSD), com 37.675 votos, e o empresário José Roberto Lourencini (PSDB), com 18.134, passaram o dia reunidos com suas equipes de campanha. Na pauta, avaliação do que poderia ter sido feito de diferente para chegar ao segundo turno e o futuro eleitoral.

Nenhum dos dois anunciou o que vai fazer na etapa final. “Ainda não falei com meu grupo sobre apoio para o segundo turno. Preciso resolver algumas coisas que ficaram para trás. Ainda é muito cedo para dizer algo, então não decidi nada ainda”, comentou o pessedista, que não escondeu o abatimento. Por 655 votos, ele não superou Marcelo.

Sobre Lourencini, o apoio a Marcelo seria reeditar polêmica vivida pelo PSDB quatro anos atrás. À época, Clóvis Volpi (prefeito eleito de Ribeirão Pires pelo PL) foi o terceiro colocado na corrida eleitoral em Mauá. Na reta final, decidiu apoiar o então prefeito Donisete Braga, que estava no PT. Volpi foi expulso do tucanato na sequência.

O Diário apurou que houve conversa entre Marcelo e outros dois prefeituráveis, casos de Mauro Roman (PRTB, 7.425 votos) e de Donisete (hoje no PDT, 5.174 votos). O martelo, porém, não foi batido sobre apoio. Sobre Donisete, há expectativa de como será o comportamento do ex-chefe do Executivo, que por mais de 30 anos pertenceu ao petismo, foi deputado estadual e prefeito pela sigla e deixou o PT em 2017 com críticas ao partido.

Marcelo entrou no circuito em busca de formação de frente antiAtila. Tanto que vai divulgar material convidando eleitores, políticos e representantes da sociedade civil a unir forças contra a reeleição de Atila Jacomussi.

Atila disse, ao Diário, que “a articulação está só começando”, sem dar pistas do que vai fazer ou com quem pretende conversar. Ontem pela manhã, esteve na estação de trem da cidade agradecendo eleitores. “Estou confiante em ganhar a eleição. Você conhece alguém que foi preso duas vezes, sofreu impeachment e chegou a um segundo turno da eleição? Só eu”, disse.
 



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Rejeição de Atila e PT faz rivais adiarem apoio na etapa final

Veríssimo e Lourencini evitam embarcar em alguma campanha; Marcelo busca frente contra o prefeito

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/11/2020 | 00:34


O segundo turno em Mauá entre o prefeito Atila Jacomussi (PSB) e o vereador Marcelo Oliveira (PT) colocou no divã os nomes que não atingiram votos suficientes para a etapa final. O fato de um petista ter ido para a próxima fase do pleito se tornou fator dificultador na formação de frente contra a reeleição do socialista.

Terceiro e quarto colocados no domingo, o ex-juiz João Veríssimo (PSD), com 37.675 votos, e o empresário José Roberto Lourencini (PSDB), com 18.134, passaram o dia reunidos com suas equipes de campanha. Na pauta, avaliação do que poderia ter sido feito de diferente para chegar ao segundo turno e o futuro eleitoral.

Nenhum dos dois anunciou o que vai fazer na etapa final. “Ainda não falei com meu grupo sobre apoio para o segundo turno. Preciso resolver algumas coisas que ficaram para trás. Ainda é muito cedo para dizer algo, então não decidi nada ainda”, comentou o pessedista, que não escondeu o abatimento. Por 655 votos, ele não superou Marcelo.

Sobre Lourencini, o apoio a Marcelo seria reeditar polêmica vivida pelo PSDB quatro anos atrás. À época, Clóvis Volpi (prefeito eleito de Ribeirão Pires pelo PL) foi o terceiro colocado na corrida eleitoral em Mauá. Na reta final, decidiu apoiar o então prefeito Donisete Braga, que estava no PT. Volpi foi expulso do tucanato na sequência.

O Diário apurou que houve conversa entre Marcelo e outros dois prefeituráveis, casos de Mauro Roman (PRTB, 7.425 votos) e de Donisete (hoje no PDT, 5.174 votos). O martelo, porém, não foi batido sobre apoio. Sobre Donisete, há expectativa de como será o comportamento do ex-chefe do Executivo, que por mais de 30 anos pertenceu ao petismo, foi deputado estadual e prefeito pela sigla e deixou o PT em 2017 com críticas ao partido.

Marcelo entrou no circuito em busca de formação de frente antiAtila. Tanto que vai divulgar material convidando eleitores, políticos e representantes da sociedade civil a unir forças contra a reeleição de Atila Jacomussi.

Atila disse, ao Diário, que “a articulação está só começando”, sem dar pistas do que vai fazer ou com quem pretende conversar. Ontem pela manhã, esteve na estação de trem da cidade agradecendo eleitores. “Estou confiante em ganhar a eleição. Você conhece alguém que foi preso duas vezes, sofreu impeachment e chegou a um segundo turno da eleição? Só eu”, disse.
 

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