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Bruno Daniel avisa que, se Paulo Serra for reeleito, Psol será oposição 'de verdade'

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Candidato do Psol faz análise com misto de confiança em levar a disputa ao segundo turno com ceticismo sobre favorito do tucano, mas diz que legenda terá vereadores eleitos


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

15/11/2020 | 13:32


Em sua primeira aparição como candidato, Bruno Daniel (Psol) fez balanço positivo de sua campanha e a de seu partido em Santo André. Depois de votar na EE Hermínia Lopes Lobo, no bairro Assunção, o irmão do ex-prefeito Celso Daniel (PT) fez reflexão sobre a empreitada, reconheceu o favoritismo do prefeito e candidato à reeleição, Paulo Serra (PSDB), mas avalia que o Psol terá bancada no Legislativo e que ela será de oposição “para valer” ao governo tucano.

Bruno admitiu que a ascensão de Guilherme Boulos, prefeiturável do Psol na Capital e que tem chances reais de ir ao segundo turno em São Paulo, o favoreceu na empreitada local. Porém, avaliou que a pandemia atrapalhou os planos de divulgação de sua imagem por Santo André, assim como desistência de candidaturas devido à crise sanitária.

“Cumprimos as expectativas. Primeira vez que saio (candidato), num partido sem recursos, pequeno (de estrutura), mas estar em segundo lugar nas pesquisas, independentemente do resultado, mostrou claro que fizemos coisas positivas. Existe margem grande de indecisos, nulos e brancos. Talvez parte dessa parcela de última, sabendo que tem alternativa, faça opção pela gente. Sentimos crescimento da candidatura. Muitos eleitores decidem na reta final. Muitos não sabiam que sou candidato”, salientou o candidato, que, por outro lado, vislumbra que a rejeição ao petismo impulsionou seu projeto. “O PT, de fato, teve desgaste. Tivemos golpe parlamentar (em 2016 contra a então presidente Dilma Rousseff), campanha grande contra o PT, e contra as esquerdas, muitas fake news, manipulação. Isso contruibuiu para esse processo. Houve erros internos, mas tem esse contexto externo que prejudica (para o petismo). Por outro lado, nos colocamos como novidade.”

O prefeiturável mostrou misto de confiança e ceticismo com relação ao segundo turno. Disse ainda acreditar em levar a disputa em Santo André para uma nova etapa, porém, já traçou planos futuros do Psol caso essa possibilidade não se confirme – as pesquisas de intenções de voto apontam para reeleição tranquila de Paulo Serra. “Buscamos sociedade mais justa, aprimorar democracia representativa. São temas que sensibilizam e a campanha do Boulos ajudou neste sentido também, cresceu muito e isso nos favorece, nos coloca em boa posição. Agora, vamos imaginar que não cheguemos ao segundo turno, a partir de 2021, teremos certamente bancada na Câmara e uma verdadeira oposição ao Paulo Serra. De qualquer forma, acredito que vamos decidir no segundo turno. Aí é outra eleição, outro engajamento.”



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Bruno Daniel avisa que, se Paulo Serra for reeleito, Psol será oposição 'de verdade'

Candidato do Psol faz análise com misto de confiança em levar a disputa ao segundo turno com ceticismo sobre favorito do tucano, mas diz que legenda terá vereadores eleitos

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

15/11/2020 | 13:32


Em sua primeira aparição como candidato, Bruno Daniel (Psol) fez balanço positivo de sua campanha e a de seu partido em Santo André. Depois de votar na EE Hermínia Lopes Lobo, no bairro Assunção, o irmão do ex-prefeito Celso Daniel (PT) fez reflexão sobre a empreitada, reconheceu o favoritismo do prefeito e candidato à reeleição, Paulo Serra (PSDB), mas avalia que o Psol terá bancada no Legislativo e que ela será de oposição “para valer” ao governo tucano.

Bruno admitiu que a ascensão de Guilherme Boulos, prefeiturável do Psol na Capital e que tem chances reais de ir ao segundo turno em São Paulo, o favoreceu na empreitada local. Porém, avaliou que a pandemia atrapalhou os planos de divulgação de sua imagem por Santo André, assim como desistência de candidaturas devido à crise sanitária.

“Cumprimos as expectativas. Primeira vez que saio (candidato), num partido sem recursos, pequeno (de estrutura), mas estar em segundo lugar nas pesquisas, independentemente do resultado, mostrou claro que fizemos coisas positivas. Existe margem grande de indecisos, nulos e brancos. Talvez parte dessa parcela de última, sabendo que tem alternativa, faça opção pela gente. Sentimos crescimento da candidatura. Muitos eleitores decidem na reta final. Muitos não sabiam que sou candidato”, salientou o candidato, que, por outro lado, vislumbra que a rejeição ao petismo impulsionou seu projeto. “O PT, de fato, teve desgaste. Tivemos golpe parlamentar (em 2016 contra a então presidente Dilma Rousseff), campanha grande contra o PT, e contra as esquerdas, muitas fake news, manipulação. Isso contruibuiu para esse processo. Houve erros internos, mas tem esse contexto externo que prejudica (para o petismo). Por outro lado, nos colocamos como novidade.”

O prefeiturável mostrou misto de confiança e ceticismo com relação ao segundo turno. Disse ainda acreditar em levar a disputa em Santo André para uma nova etapa, porém, já traçou planos futuros do Psol caso essa possibilidade não se confirme – as pesquisas de intenções de voto apontam para reeleição tranquila de Paulo Serra. “Buscamos sociedade mais justa, aprimorar democracia representativa. São temas que sensibilizam e a campanha do Boulos ajudou neste sentido também, cresceu muito e isso nos favorece, nos coloca em boa posição. Agora, vamos imaginar que não cheguemos ao segundo turno, a partir de 2021, teremos certamente bancada na Câmara e uma verdadeira oposição ao Paulo Serra. De qualquer forma, acredito que vamos decidir no segundo turno. Aí é outra eleição, outro engajamento.”

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