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Paulo Serra tenta quebra de tabu eleitoral em Sto.André

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/11/2020 | 23:18


O prefeito de Santo André e candidato à reeleição, Paulo Serra (PSDB), tenta quebrar tabu eleitoral na cidade depois de três pleitos consecutivos de mudança de rumo no comando do Executivo municipal. Vitória e no primeiro turno. Cenário de renovação de mandato majoritário não acontece desde 2004, com João Avamileno (SD, ex-PT), mas hiato de chefe do Paço eleito e reeleito na esfera local se dá há 20 anos, contados com o êxito de Celso Daniel (morto em 2002), conquistado ainda na etapa inicial do processo, até hoje recorde – 70,13% dos votos válidos (250,5 mil adesões).

A empreitada tucana, embora não admita publicamente, estima bater esse histórico nas urnas hoje, a despeito de outros oito concorrentes no páreo, maior número de prefeituráveis desde a redemocratização do País. O grupo de Paulo Serra aguarda pelo resultado favorável ao apostar na comparação com as administrações anteriores, em obras engrenadas no período e no baixo poder de fogo da oposição durante os quatro anos – não houve surgimento de liderança política contrária de peso neste intervalo.

Com o vácuo, o candidato Bruno Daniel (Psol) – irmão de Celso –, debutante nas urnas, apareceu como novidade. Ele aceitou entrar na disputa majoritária depois de dois recuos em sequência. Até então desconhecido por boa parte dos andreenses, empenha crença na evolução do correligionário Guilherme Boulos, postulante na Capital com boas condições de ir para o segundo turno justamente contra o PSDB, na instabilidade do petismo, associação com Celso e possível evolução dos demais concorrentes para provocar ingresso na fase final.

O PT, que tem a vereadora Bete Siraque como postulante ao cargo, busca sobrevida na reta final levantando a bandeira da trajetória de cinco governos na cidade como plataforma. Além das vitórias, três delas consecutivas, a legenda nunca ficou fora do protagonismo do pleito andreense. Desde a fundação, figurou ao menos no segundo lugar. Em outro momento, a missão partidária, contudo, parece árdua, uma vez que ainda passa por processo de desgaste. Na última eleição municipal, a sigla perdeu projeto de reeleição com Carlos Grana.

Ex-parlamentar e ex-secretário do governo tucano, Ailton Lima (PSB) baseou estratégia na retomada da significativa votação obtida em 2016, quando registrou 49,9 mil votos, e no duelo com Paulo Serra, bem como numa parceria com o ex-prefeito Aidan Ravin (Republicanos) e ascensão do ex-governador Márcio França (PSB) em São Paulo. João Avamileno, por sua vez, sustentou a campanha nas marcas deixadas no passado pela gestão, como Sabina, Viaduto Cassaquera e Cesas. Em outro campo, Sargento Lobo (Patriota) e Dennis Ferrão (PRTB) se escoraram no discurso do presidente Jair Bolsonaro. FM



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Paulo Serra tenta quebra de tabu eleitoral em Sto.André

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/11/2020 | 23:18


O prefeito de Santo André e candidato à reeleição, Paulo Serra (PSDB), tenta quebrar tabu eleitoral na cidade depois de três pleitos consecutivos de mudança de rumo no comando do Executivo municipal. Vitória e no primeiro turno. Cenário de renovação de mandato majoritário não acontece desde 2004, com João Avamileno (SD, ex-PT), mas hiato de chefe do Paço eleito e reeleito na esfera local se dá há 20 anos, contados com o êxito de Celso Daniel (morto em 2002), conquistado ainda na etapa inicial do processo, até hoje recorde – 70,13% dos votos válidos (250,5 mil adesões).

A empreitada tucana, embora não admita publicamente, estima bater esse histórico nas urnas hoje, a despeito de outros oito concorrentes no páreo, maior número de prefeituráveis desde a redemocratização do País. O grupo de Paulo Serra aguarda pelo resultado favorável ao apostar na comparação com as administrações anteriores, em obras engrenadas no período e no baixo poder de fogo da oposição durante os quatro anos – não houve surgimento de liderança política contrária de peso neste intervalo.

Com o vácuo, o candidato Bruno Daniel (Psol) – irmão de Celso –, debutante nas urnas, apareceu como novidade. Ele aceitou entrar na disputa majoritária depois de dois recuos em sequência. Até então desconhecido por boa parte dos andreenses, empenha crença na evolução do correligionário Guilherme Boulos, postulante na Capital com boas condições de ir para o segundo turno justamente contra o PSDB, na instabilidade do petismo, associação com Celso e possível evolução dos demais concorrentes para provocar ingresso na fase final.

O PT, que tem a vereadora Bete Siraque como postulante ao cargo, busca sobrevida na reta final levantando a bandeira da trajetória de cinco governos na cidade como plataforma. Além das vitórias, três delas consecutivas, a legenda nunca ficou fora do protagonismo do pleito andreense. Desde a fundação, figurou ao menos no segundo lugar. Em outro momento, a missão partidária, contudo, parece árdua, uma vez que ainda passa por processo de desgaste. Na última eleição municipal, a sigla perdeu projeto de reeleição com Carlos Grana.

Ex-parlamentar e ex-secretário do governo tucano, Ailton Lima (PSB) baseou estratégia na retomada da significativa votação obtida em 2016, quando registrou 49,9 mil votos, e no duelo com Paulo Serra, bem como numa parceria com o ex-prefeito Aidan Ravin (Republicanos) e ascensão do ex-governador Márcio França (PSB) em São Paulo. João Avamileno, por sua vez, sustentou a campanha nas marcas deixadas no passado pela gestão, como Sabina, Viaduto Cassaquera e Cesas. Em outro campo, Sargento Lobo (Patriota) e Dennis Ferrão (PRTB) se escoraram no discurso do presidente Jair Bolsonaro. FM

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