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Arrecadação já superou valor do 1º turno de 2016

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Antes do prazo, campanhas majoritárias na região movimentaram R$ 17,1 milhões em recursos


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

13/11/2020 | 00:01


Parcial da arrecadação eleitoral das campanhas majoritárias deste ano no Grande ABC já movimentou mais recursos do que a receita consolidada do primeiro turno do pleito de 2016, último municipal. Mesmo antes do fim da etapa inicial e com possíveis atualizações dos números até domingo, as empreitadas a prefeito nas sete cidades contabilizam diferença de 61,6%. Há quatro anos, quando 50 candidatos se colocaram na disputa, os valores investidos nas corridas pelo Paço somaram R$ 10,6 milhões, enquanto que a briga pelo cargo agora – com 59 nomes – computa R$ 17,1 milhões no período.

Considerado o acréscimo de prefeituráveis no páreo corrente, o quadro se dá a despeito de novas regras aplicadas para reduzir o volume de dinheiro nas campanhas, como o teto de gastos estabelecido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), proibição de doações empresariais e limite de autofinanciamento. Destaque do panorama ocorre em São Bernardo, onde a concorrência tem seis postulantes, quantidade idêntica à configuração de 2016. O registro de arrecadação atingiu R$ 5,84 milhões até a data de ontem, ante R$ 3,28 milhões formalizados há quatro anos, um aumento de 78,19%.

Então deputado estadual em 2016, Orlando Morando (PSDB) recebeu R$ 1,27 milhão para a sua campanha majoritária, à época – o tucano faturou a eleição no segundo turno contra Alex Manente (Cidadania). Atualmente na condição de prefeito e candidato à reeleição, ele angariou R$ 4,53 milhões, maior receita oficializada da região. O volume se aproxima à quantia do teto de despesas fixado à cidade pela Justiça Eleitoral, que é de R$ 5,24 milhões na empreitada. O ex-prefeito Luiz Marinho (PT) levantou R$ 1,03 milhão neste ano. Candidato à sucessão do PT há quatro anos, Tarcisio Secoli movimentou R$ 999,6 mil, montante perto ao alcançado pelo padrinho político.

Em outro patamar, Santo André tem índice mais elevado de diferença, só que o número de candidaturas no município saltou de sete para nove. As atuais campanhas ao Paço apontam receita de R$ 2,93 milhões. Cenário 143% maior na comparação entre as duas disputas. Isso porque, na eleição anterior, o valor arrecadado entre todos da lista de prefeituráveis foi de R$ 1,2 milhão – inferior ao registrado pela empreitada governista de Paulo Serra (PSDB), de R$ 1,5 milhão. Naquela oportunidade, o tucano, estreante na corrida majoritária, apresentou R$ 197,5 mil no intervalo.

Diadema cataloga também acréscimo significativo de 96,59% – número de postulantes pulou de nove para 13. São R$ 2,68 milhões de receita. Mauá aparece na sequência do quadro, com movimentação de R$ 1,98 milhão. Aumento de 72,87%. Frise-se que a quantidade de pleiteantes subiu de sete para 13. A única cidade da região a marcar queda na arrecadação foi São Caetano: 4,59% a menos. Houve anotação de R$ 2,66 milhões até agora. Há quatro anos, esse valor ficou em R$ 2,78 milhões, com o mesmo contingente nas urnas. 



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Arrecadação já superou valor do 1º turno de 2016

Antes do prazo, campanhas majoritárias na região movimentaram R$ 17,1 milhões em recursos

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

13/11/2020 | 00:01


Parcial da arrecadação eleitoral das campanhas majoritárias deste ano no Grande ABC já movimentou mais recursos do que a receita consolidada do primeiro turno do pleito de 2016, último municipal. Mesmo antes do fim da etapa inicial e com possíveis atualizações dos números até domingo, as empreitadas a prefeito nas sete cidades contabilizam diferença de 61,6%. Há quatro anos, quando 50 candidatos se colocaram na disputa, os valores investidos nas corridas pelo Paço somaram R$ 10,6 milhões, enquanto que a briga pelo cargo agora – com 59 nomes – computa R$ 17,1 milhões no período.

Considerado o acréscimo de prefeituráveis no páreo corrente, o quadro se dá a despeito de novas regras aplicadas para reduzir o volume de dinheiro nas campanhas, como o teto de gastos estabelecido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), proibição de doações empresariais e limite de autofinanciamento. Destaque do panorama ocorre em São Bernardo, onde a concorrência tem seis postulantes, quantidade idêntica à configuração de 2016. O registro de arrecadação atingiu R$ 5,84 milhões até a data de ontem, ante R$ 3,28 milhões formalizados há quatro anos, um aumento de 78,19%.

Então deputado estadual em 2016, Orlando Morando (PSDB) recebeu R$ 1,27 milhão para a sua campanha majoritária, à época – o tucano faturou a eleição no segundo turno contra Alex Manente (Cidadania). Atualmente na condição de prefeito e candidato à reeleição, ele angariou R$ 4,53 milhões, maior receita oficializada da região. O volume se aproxima à quantia do teto de despesas fixado à cidade pela Justiça Eleitoral, que é de R$ 5,24 milhões na empreitada. O ex-prefeito Luiz Marinho (PT) levantou R$ 1,03 milhão neste ano. Candidato à sucessão do PT há quatro anos, Tarcisio Secoli movimentou R$ 999,6 mil, montante perto ao alcançado pelo padrinho político.

Em outro patamar, Santo André tem índice mais elevado de diferença, só que o número de candidaturas no município saltou de sete para nove. As atuais campanhas ao Paço apontam receita de R$ 2,93 milhões. Cenário 143% maior na comparação entre as duas disputas. Isso porque, na eleição anterior, o valor arrecadado entre todos da lista de prefeituráveis foi de R$ 1,2 milhão – inferior ao registrado pela empreitada governista de Paulo Serra (PSDB), de R$ 1,5 milhão. Naquela oportunidade, o tucano, estreante na corrida majoritária, apresentou R$ 197,5 mil no intervalo.

Diadema cataloga também acréscimo significativo de 96,59% – número de postulantes pulou de nove para 13. São R$ 2,68 milhões de receita. Mauá aparece na sequência do quadro, com movimentação de R$ 1,98 milhão. Aumento de 72,87%. Frise-se que a quantidade de pleiteantes subiu de sete para 13. A única cidade da região a marcar queda na arrecadação foi São Caetano: 4,59% a menos. Houve anotação de R$ 2,66 milhões até agora. Há quatro anos, esse valor ficou em R$ 2,78 milhões, com o mesmo contingente nas urnas. 

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