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Em São Bernardo, Haddad compara Morando a Doria e Bolsonaro

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-presidenciável participou de ato eleitoral de Marinho, candidato do PT


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

11/11/2020 | 17:29


Em atividade no conjunto habitacional Três Marias, no Bairro Cooperativa, na manhã desta quarta-feira (11), em São Bernardo, o ex-prefeito da cidade Luiz Marinho (PT) e o ex-prefeito da Capital Fernando Haddad criticaram a atual gestão do prefeito Orlando Morando (PSDB) e traçaram paralelo entre a administração do tucano com o modo de atuar do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Para os petistas, Morando age para reduzir o atendimento às camadas mais pobres da cidade, sucateia equipamentos públicos essenciais e busca a reeleição para continuar “a perseguir os moradores da periferia”. “Este prefeitinho (Morando) que está aí continua inaugurando obras que foram iniciadas nas gestões de Luiz Marinho e fica dizendo que as obras são dele. O pessoal apertou 17 nas urnas (número do PSL, partido pelo qual Bolsonaro foi eleito presidente) e aconteceu esse monte de desgraça. E (no Estado de) São Paulo, que acabou apostando no tal gestor Doria? Gestor do quê? Nunca fez nada”, disparou Haddad, em discurso inflamado. Haddad foi presidenciável do petismo em 2018 e foi superado por Bolsonaro.

Como prova de prestígio de Marinho junto ao petismo nacional, Haddad esteve ao lado do ex-prefeito são-bernardense pelas ruas do conjunto habitacional inaugurado no mandato de marinho. Parou para conversar com populares e tirar fotos com moradores e simpatizantes que vivem no local. Cerca de 300 pessoas acompanharam a caminhada dos ex-prefeitos, que foram bem recebidos no local.

Durante sua fala, Marinho afirmou que pretende retomar o projeto do orçamento participativo na cidade, além de restabelecer o Cartão Legal para os idosos, que conforme ele, foi retirado por Morando. “As minhas primeiras ações como prefeito serão realizar adequação do transporte público e trazer de volta a gratuidade da passagem para os idosos. Além disso vou congelar a tarifa do transporte municipal por dois anos”, comentou o petista, que esteve acompanhado de candidatos a vereador, como Zé Ferreira e Matias Fiúza.

MATERIAL
Marinho classificou como ''''''''''''''''''''''''''''''''fake news'''''''''''''''''''''''''''''''' a acusação de Morando de que, na noite de terça-feira, a polícia apreendeu material irregular de campanha por ordem judicial. O petista assegurou que nenhum panfleto foi encontrado nos escritórios de campanha, contradizendo a acusação do tucano.

“Pergunta se acharam alguma coisa no diretório ou no comitê? Se tinha, como ele diz com segurança, cadê o material? Não tem nenhuma fake news de nossa parte. Fake news é o que o prefeito Orlando Morando fez pedindo uma liminar de busca e apreensão e a Justiça conceder. É disso que se trata. Nós assinamos (o material, com inscrição de CNPJ da campanha), incluímos reportagens do próprio Diário e demais veículos de imprensa. Isso não é fake news, só reproduzimos o que os jornais publicaram”, declarou o ex-prefeito.

Marinho ainda relembrou a ação de Morando que tentou censurar o Diário e chamou a atitude de “ultrapassada e autoritária”. “Pensei que, em pleno século 21 não viria mais isso. É um sujeito que, apesar da pouca idade, é ultrapassado e atrasado na política. O povo deve varrer isso da política através do voto”, emendou. 



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Em São Bernardo, Haddad compara Morando a Doria e Bolsonaro

Ex-presidenciável participou de ato eleitoral de Marinho, candidato do PT

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

11/11/2020 | 17:29


Em atividade no conjunto habitacional Três Marias, no Bairro Cooperativa, na manhã desta quarta-feira (11), em São Bernardo, o ex-prefeito da cidade Luiz Marinho (PT) e o ex-prefeito da Capital Fernando Haddad criticaram a atual gestão do prefeito Orlando Morando (PSDB) e traçaram paralelo entre a administração do tucano com o modo de atuar do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Para os petistas, Morando age para reduzir o atendimento às camadas mais pobres da cidade, sucateia equipamentos públicos essenciais e busca a reeleição para continuar “a perseguir os moradores da periferia”. “Este prefeitinho (Morando) que está aí continua inaugurando obras que foram iniciadas nas gestões de Luiz Marinho e fica dizendo que as obras são dele. O pessoal apertou 17 nas urnas (número do PSL, partido pelo qual Bolsonaro foi eleito presidente) e aconteceu esse monte de desgraça. E (no Estado de) São Paulo, que acabou apostando no tal gestor Doria? Gestor do quê? Nunca fez nada”, disparou Haddad, em discurso inflamado. Haddad foi presidenciável do petismo em 2018 e foi superado por Bolsonaro.

Como prova de prestígio de Marinho junto ao petismo nacional, Haddad esteve ao lado do ex-prefeito são-bernardense pelas ruas do conjunto habitacional inaugurado no mandato de marinho. Parou para conversar com populares e tirar fotos com moradores e simpatizantes que vivem no local. Cerca de 300 pessoas acompanharam a caminhada dos ex-prefeitos, que foram bem recebidos no local.

Durante sua fala, Marinho afirmou que pretende retomar o projeto do orçamento participativo na cidade, além de restabelecer o Cartão Legal para os idosos, que conforme ele, foi retirado por Morando. “As minhas primeiras ações como prefeito serão realizar adequação do transporte público e trazer de volta a gratuidade da passagem para os idosos. Além disso vou congelar a tarifa do transporte municipal por dois anos”, comentou o petista, que esteve acompanhado de candidatos a vereador, como Zé Ferreira e Matias Fiúza.

MATERIAL
Marinho classificou como ''''''''''''''''''''''''''''''''fake news'''''''''''''''''''''''''''''''' a acusação de Morando de que, na noite de terça-feira, a polícia apreendeu material irregular de campanha por ordem judicial. O petista assegurou que nenhum panfleto foi encontrado nos escritórios de campanha, contradizendo a acusação do tucano.

“Pergunta se acharam alguma coisa no diretório ou no comitê? Se tinha, como ele diz com segurança, cadê o material? Não tem nenhuma fake news de nossa parte. Fake news é o que o prefeito Orlando Morando fez pedindo uma liminar de busca e apreensão e a Justiça conceder. É disso que se trata. Nós assinamos (o material, com inscrição de CNPJ da campanha), incluímos reportagens do próprio Diário e demais veículos de imprensa. Isso não é fake news, só reproduzimos o que os jornais publicaram”, declarou o ex-prefeito.

Marinho ainda relembrou a ação de Morando que tentou censurar o Diário e chamou a atitude de “ultrapassada e autoritária”. “Pensei que, em pleno século 21 não viria mais isso. É um sujeito que, apesar da pouca idade, é ultrapassado e atrasado na política. O povo deve varrer isso da política através do voto”, emendou. 

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