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Candidato é suspeito de ter ajuda da facção



10/11/2020 | 06:59


O Ministério Público Eleitoral e o Grupo de Atuação Especial de Repressão do Crime Organizado (Gaeco) investigam se um advogado candidato a vereador em Ribeirão Preto tem sua candidatura impulsionada pelo (PCC) em redes sociais utilizadas por moradores de favelas.

A operação Kleptos, realizada na cidade nesta segunda, 9, prendeu cinco pessoas ligadas à organização criminosa e cumpriu mandados de busca e apreensão no escritório e em residências vinculadas ao candidato, que não teve o nome divulgado. A Corregedoria da Polícia Militar também participa da investigação e apura se há policiais militares ligados ao PCC facilitando ações da facção na cidade.

Segundo o Gaeco, são apurados organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção ativa, crime eleitoral e lavagem de dinheiro. No escritório do candidato, foram apreendidos computadores, celulares e documentos. Entre os presos está a "Mãe do crime", identificada como uma das fundadoras da facção na região. Seu nome não foi divulgado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Candidato é suspeito de ter ajuda da facção


10/11/2020 | 06:59


O Ministério Público Eleitoral e o Grupo de Atuação Especial de Repressão do Crime Organizado (Gaeco) investigam se um advogado candidato a vereador em Ribeirão Preto tem sua candidatura impulsionada pelo (PCC) em redes sociais utilizadas por moradores de favelas.

A operação Kleptos, realizada na cidade nesta segunda, 9, prendeu cinco pessoas ligadas à organização criminosa e cumpriu mandados de busca e apreensão no escritório e em residências vinculadas ao candidato, que não teve o nome divulgado. A Corregedoria da Polícia Militar também participa da investigação e apura se há policiais militares ligados ao PCC facilitando ações da facção na cidade.

Segundo o Gaeco, são apurados organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção ativa, crime eleitoral e lavagem de dinheiro. No escritório do candidato, foram apreendidos computadores, celulares e documentos. Entre os presos está a "Mãe do crime", identificada como uma das fundadoras da facção na região. Seu nome não foi divulgado.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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