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Candidatos sobem o tom de olho no segundo turno


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

10/11/2020 | 00:01


Prefeituráveis de Diadema e de Mauá que apareceram próximos dos líderes das disputas nas duas cidades nas pesquisas Ibope/Diário, publicadas na semana passada, subiram o tom contra adversários como forma de abocanhar a segunda vaga em eventual segundo turno nas duas cidades.

As sondagens mostraram empate técnico dentro da margem de erro (de quatro pontos percentuais) entre vários candidatos tanto em Diadema quanto em Mauá na disputa pelo segundo lugar, o que indica que está indefinido quem serão os rivais do prefeito mauaense Atila Jacomussi (PSB), candidato à reeleição e líder isolado na pesquisa, e do ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT), que também apareceu como favorito no levantamento.

Em Diadema, o prefeiturável Ronaldo Lacerda (PDT) tem mirado ataques a Taka Yamauchi (PSD) e Ricardo Yoshio (PSDB). Os três aparecem tecnicamente empatados no segundo lugar. Nas redes sociais, Lacerda acusou Yoshio, que é vereador e médico, de “não ter apresentado nenhum projeto de lei que promovesse a melhoria da saúde”. Contra Taka, disse que o pessedista abandonou a cidade nos últimos anos, em referência ao fato de o rival ter sido secretário de Obras em Ribeirão Pires logo após ser derrotado na disputa pelo Paço de 2016 – ficou em quarto lugar.

Já em território mauaense, o duelo pelo segundo lugar é entre Marcelo Oliveira (PT), João Veríssimo (PSD), Donisete Braga (PDT) e José Lourencini (PSDB). De um lado, Donisete acusa Marcelo, ex-aliado, de contribuir com a implementação de aumentos na conta da água devido acordo com a Sabesp. De outro, o petista mira Veríssimo e relembra a passagem do pessedista no governo interino de Alaíde Damo (MDB). “Diz que é o novo na política, mas foi secretário da Alaíde”. Veríssimo, por sua vez, mira Marcelo: “É vereador há 12 anos e nunca fez nada pela cidade”. O trio esteve junto em 2016. 



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Candidatos sobem o tom de olho no segundo turno

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

10/11/2020 | 00:01


Prefeituráveis de Diadema e de Mauá que apareceram próximos dos líderes das disputas nas duas cidades nas pesquisas Ibope/Diário, publicadas na semana passada, subiram o tom contra adversários como forma de abocanhar a segunda vaga em eventual segundo turno nas duas cidades.

As sondagens mostraram empate técnico dentro da margem de erro (de quatro pontos percentuais) entre vários candidatos tanto em Diadema quanto em Mauá na disputa pelo segundo lugar, o que indica que está indefinido quem serão os rivais do prefeito mauaense Atila Jacomussi (PSB), candidato à reeleição e líder isolado na pesquisa, e do ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT), que também apareceu como favorito no levantamento.

Em Diadema, o prefeiturável Ronaldo Lacerda (PDT) tem mirado ataques a Taka Yamauchi (PSD) e Ricardo Yoshio (PSDB). Os três aparecem tecnicamente empatados no segundo lugar. Nas redes sociais, Lacerda acusou Yoshio, que é vereador e médico, de “não ter apresentado nenhum projeto de lei que promovesse a melhoria da saúde”. Contra Taka, disse que o pessedista abandonou a cidade nos últimos anos, em referência ao fato de o rival ter sido secretário de Obras em Ribeirão Pires logo após ser derrotado na disputa pelo Paço de 2016 – ficou em quarto lugar.

Já em território mauaense, o duelo pelo segundo lugar é entre Marcelo Oliveira (PT), João Veríssimo (PSD), Donisete Braga (PDT) e José Lourencini (PSDB). De um lado, Donisete acusa Marcelo, ex-aliado, de contribuir com a implementação de aumentos na conta da água devido acordo com a Sabesp. De outro, o petista mira Veríssimo e relembra a passagem do pessedista no governo interino de Alaíde Damo (MDB). “Diz que é o novo na política, mas foi secretário da Alaíde”. Veríssimo, por sua vez, mira Marcelo: “É vereador há 12 anos e nunca fez nada pela cidade”. O trio esteve junto em 2016. 

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