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PF realiza investigação de fraudes no auxílio emergencial

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, um deles em São Bernardo


da Redação

10/11/2020 | 00:26


A PF (Polícia Federal) deflagrou ontem a Operação Primeira Parcela para identificar e desarticular grupos que cometeram fraudes para sacar valores do auxílio emergencial do governo federal. Os agentes cumpriram quatro mandados de prisão e outros dez de busca e apreensão em São Bernardo, São Paulo e Sorocaba, além dos Estados da Bahia e Tocantins.

As investigações contabilizam os prejuízos causados pela quadrilha aos cofres públicos e, nesta primeira fase, giram em torno de R$ 350 mil só no Estado de São Paulo. Segundo a Polícia Federal informou, a ação é resultado da Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, instituída para racionalizar procedimentos de apuração criminal sobre a temática, com foco na desarticulação de fraudes estruturadas.

Além dos agentes da PF participaram da ação integrantes do Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, Caixa, Receita Federal, CGU (Controladoria-Geral da União) e Tribunal de Contas da União.

“Uma das principais medidas adotadas foi a constituição, na Polícia Federal, de uma unidade especializada para identificar fraudes no auxílio emergencial. Os policiais federais recebem os dados das instituições integrantes da Estratégia Integrada e utilizando de ferramentas de correlacionamento criadas pela própria PF, identificam a atuação dos grupos criminosos e a realização de fraudes massivas dentre os aproximados 60 milhões de pedidos deferidos de pagamento do auxílio emergencial”, informou a PF.

Segundo a PF, máquinas de pagamento por cartão eram utilizadas no golpe. Pessoas simulavam transferências, pagamentos de boletos ou simulavam venda de produtos ou prestação de serviços.

POLÍTICA
No sábado, Diário publicou lista de 88 candidatos da região, que declararam patrimônio igual ou superior a R$ 300 mil e receberam parcelas do auxílio emergencial durante o período da pandemia de Covid-19. Relatório foi produzido pelo Tribunal de Contuas da União. (com Agências)
 



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PF realiza investigação de fraudes no auxílio emergencial

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, um deles em São Bernardo

da Redação

10/11/2020 | 00:26


A PF (Polícia Federal) deflagrou ontem a Operação Primeira Parcela para identificar e desarticular grupos que cometeram fraudes para sacar valores do auxílio emergencial do governo federal. Os agentes cumpriram quatro mandados de prisão e outros dez de busca e apreensão em São Bernardo, São Paulo e Sorocaba, além dos Estados da Bahia e Tocantins.

As investigações contabilizam os prejuízos causados pela quadrilha aos cofres públicos e, nesta primeira fase, giram em torno de R$ 350 mil só no Estado de São Paulo. Segundo a Polícia Federal informou, a ação é resultado da Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, instituída para racionalizar procedimentos de apuração criminal sobre a temática, com foco na desarticulação de fraudes estruturadas.

Além dos agentes da PF participaram da ação integrantes do Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, Caixa, Receita Federal, CGU (Controladoria-Geral da União) e Tribunal de Contas da União.

“Uma das principais medidas adotadas foi a constituição, na Polícia Federal, de uma unidade especializada para identificar fraudes no auxílio emergencial. Os policiais federais recebem os dados das instituições integrantes da Estratégia Integrada e utilizando de ferramentas de correlacionamento criadas pela própria PF, identificam a atuação dos grupos criminosos e a realização de fraudes massivas dentre os aproximados 60 milhões de pedidos deferidos de pagamento do auxílio emergencial”, informou a PF.

Segundo a PF, máquinas de pagamento por cartão eram utilizadas no golpe. Pessoas simulavam transferências, pagamentos de boletos ou simulavam venda de produtos ou prestação de serviços.

POLÍTICA
No sábado, Diário publicou lista de 88 candidatos da região, que declararam patrimônio igual ou superior a R$ 300 mil e receberam parcelas do auxílio emergencial durante o período da pandemia de Covid-19. Relatório foi produzido pelo Tribunal de Contuas da União. (com Agências)
 

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