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Mix agora é 'juro mais baixo e câmbio mais em cima, mesmo', reitera Guedes

Rovena Rosa/Ag.Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


06/11/2020 | 17:22


O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a dizer que o mix da economia brasileira agora é "juro mais baixo e câmbio mais em cima, mesmo". Em live promovida pelo Itaú nesta sexta-feira, o ministro afirmou ainda que para quem "não é manipulador de câmbio", ou seja, mantém o regime flutuante, "não precisa de muita reserva".

As reservas internacionais hoje estão na casa dos US$ 355 milhões. Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou ao Banco Central avaliar o custo-benefício de manter as reservas.

Apesar da declaração, Guedes reforçou que ninguém quer "queimar reserva". "Queremos ser credor líquido", disse.

O ministro avaliou ainda que "provavelmente" o câmbio já teve seu overshooting.

Inflação

Em relação aos preços internos, Guedes disse que o "ajuste de preços relativos que está acontecendo" na esteira do aumento da demanda provocada pelo auxílio emergencial já vai se diluindo à medida que esses pagamentos vão "aterrissando".

O benefício será pago até 31 de dezembro de 2020.



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Mix agora é 'juro mais baixo e câmbio mais em cima, mesmo', reitera Guedes


06/11/2020 | 17:22


O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a dizer que o mix da economia brasileira agora é "juro mais baixo e câmbio mais em cima, mesmo". Em live promovida pelo Itaú nesta sexta-feira, o ministro afirmou ainda que para quem "não é manipulador de câmbio", ou seja, mantém o regime flutuante, "não precisa de muita reserva".

As reservas internacionais hoje estão na casa dos US$ 355 milhões. Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou ao Banco Central avaliar o custo-benefício de manter as reservas.

Apesar da declaração, Guedes reforçou que ninguém quer "queimar reserva". "Queremos ser credor líquido", disse.

O ministro avaliou ainda que "provavelmente" o câmbio já teve seu overshooting.

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Em relação aos preços internos, Guedes disse que o "ajuste de preços relativos que está acontecendo" na esteira do aumento da demanda provocada pelo auxílio emergencial já vai se diluindo à medida que esses pagamentos vão "aterrissando".

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