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Opinião: Imprimindo casas

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação
Do 33Giga

04/11/2020 | 19:48


*Por Vivaldo José Breternitz

Startup californiana, a Mighty Buildings está construindo pequenas edificações em quintais de residências da região, a serem usadas como forma de ampliar o espaço disponível para os moradores ou, até mesmo, permitir locações via Airbnb ou similares.

Leia mais: 
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Alexa: 12 curiosidades úteis dos dispositivos Echo que você precisa conhecer

Essas edificações são chamadas pela empresa Accessory Dwelling Units (ADUs, ou Unidades Habitacionais Acessórias). Elas têm aproximadamente 35 metros quadrados e seu custo básico está ao redor de 115 mil dólares, podendo aumentar caso o proprietário deseje que a empresa cuide de detalhes como autorizações das prefeituras, ligações de gás, água e eletricidade, ar-condicionado e outros.

A grande novidade está na tecnologia utilizada para a construção: a empresa utiliza uma grande impressora 3D que “imprime” a edificação utilizando um gel aplicado por braços robóticos. Esse gel endurece imediatamente quando exposto à luz.

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A empresa está iniciando suas operações na área de San Francisco e San Diego e espera produzir cem unidades em 2020 e mil em 2021; oferece dez anos de garantia à estrutura.

A empresa compara seu produto aos kits de madeira que eram vendidos pela Sears, uma grande loja de departamentos que inclusive operou no Brasil e que tinham a mesma finalidade. A principal vantagem é o tempo: uma ADU pode ser entregue totalmente pronta em duas semanas, com uma pequena cozinha equipada e máquinas de lavar e secar roupas e louças. As paredes podem receber pregos e parafusos para instalação de estantes, quadros etc.

Os custos de mão de obra para construção são altos na região, pois há escassez de profissionais; diminuir os problemas logísticos relativos a material de construção também contribuem para tornar as ADUs competitivas.

Pode ser o início de uma nova era na construção civil.


*Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

 



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Opinião: Imprimindo casas

Da Redação
Do 33Giga

04/11/2020 | 19:48


*Por Vivaldo José Breternitz

Startup californiana, a Mighty Buildings está construindo pequenas edificações em quintais de residências da região, a serem usadas como forma de ampliar o espaço disponível para os moradores ou, até mesmo, permitir locações via Airbnb ou similares.

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Essas edificações são chamadas pela empresa Accessory Dwelling Units (ADUs, ou Unidades Habitacionais Acessórias). Elas têm aproximadamente 35 metros quadrados e seu custo básico está ao redor de 115 mil dólares, podendo aumentar caso o proprietário deseje que a empresa cuide de detalhes como autorizações das prefeituras, ligações de gás, água e eletricidade, ar-condicionado e outros.

A grande novidade está na tecnologia utilizada para a construção: a empresa utiliza uma grande impressora 3D que “imprime” a edificação utilizando um gel aplicado por braços robóticos. Esse gel endurece imediatamente quando exposto à luz.

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A empresa está iniciando suas operações na área de San Francisco e San Diego e espera produzir cem unidades em 2020 e mil em 2021; oferece dez anos de garantia à estrutura.

A empresa compara seu produto aos kits de madeira que eram vendidos pela Sears, uma grande loja de departamentos que inclusive operou no Brasil e que tinham a mesma finalidade. A principal vantagem é o tempo: uma ADU pode ser entregue totalmente pronta em duas semanas, com uma pequena cozinha equipada e máquinas de lavar e secar roupas e louças. As paredes podem receber pregos e parafusos para instalação de estantes, quadros etc.

Os custos de mão de obra para construção são altos na região, pois há escassez de profissionais; diminuir os problemas logísticos relativos a material de construção também contribuem para tornar as ADUs competitivas.

Pode ser o início de uma nova era na construção civil.


*Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

 

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