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Com oferta de R$ 4,3 milhões, consórcio vence processo de concessão da Serra do Mar

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grupo de empresas vai administrar parque estadual por 30 anos


Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

04/11/2020 | 18:21


O Consórcio Caminhos da Independência, ofereceu a melhor oferta pela concessão do Parque Caminhos do Mar, entre São Bernardo e Cubatão. O grupo, formado pela Construtora Terravam, Hidropav Pavimentações & Infraestrutura e Habitechne Engenhariae Construção, ofertou R$ 4,3 milhões como outorga pelo direito de administrar o espaço por 30 anos. Os envelopes foram abertos ontem.

“O Caminhos do Mar é um dos passeios mais bonitos e reúne um conjunto de valores extraordinários: cultura, história, memória, atividade física e integração com o meio ambiente. Não tenho dúvida de que, com a criatividade e mobilidade que o setor privado tem, muito maior do que o setor público, quem fizer a exploração transformará o parque num destino turístico para São Paulo e o Brasil”, afirmou o governador João Doria (PSDB).

O concessionário deverá implantar portarias e bilheterias adequadas ao atendimento dos usuários; a requalificação do estacionamento, com adequação da área e abertura de novos espaços; a instalação de tirolesa, que funcionará como atração âncora do núcleo, além do restauro dos monumentos históricos. As trilhas deverão ser melhoradas, e a Casa de Visitas, reformada, com intervenções elétricas e hidráulicas. Uma loja de serviços e outra de alimentação deverão ser instaladas.

Em contrapartida, o consórcio poderá explorar serviços de ecoturismo e uso público. Além da outorga, o grupo deverá realizar investimento mínimo de R$ 11 milhões, sendo R$ 5,5 milhões nos três primeiros anos.

O Caminhos do Mar (ou Estrada Velha de Santos) tem uma área de 274 hectares de Mata Atlântica, além de acervo histórico-cultural. Os monumentos construídos no início do século 20 e que fazem alusão ao período de Independência do País serão restaurados e poderão ser explorados pelo futuro empreendedor em uma concessão de 30 anos. O parque ainda conta com trilhas e outros atrativos e uma vista excepcional da Serra do Mar.

RESTAURO
O consórcio ficará responsável pelo restauro dos nove bens tombados que compõem a Trilha dos Monumentos Históricos do Caminhos do Mar. São eles o Pouso de Paranapiacaba, Rancho da Maioridade, Padrão do Lorena, Monumento do Pico, Marco Quinhentista, Belvedere Circular, Pontilhão Raiz da Serra (projetos do arquiteto Victor Dubugras, inaugurados em 1922), Ruínas e Calçada do Lorena.

Na última semana a equipe de reportagem do Diário esteve no local e verificou que em vários deles já existem marcas de estudo para que as características originais sejam restauradas. A Fundação Florestal aprovou os recursos para execução do projeto de restauro na Câmara de Compensação Ambiental. O valor a ser disponibilizado pelo Poder Concedente para a realização das obras de restauro não poderá exceder R$ 4,2 milhões.

Os projetos executivos das obras já foram aprovados no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico).



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Com oferta de R$ 4,3 milhões, consórcio vence processo de concessão da Serra do Mar

Grupo de empresas vai administrar parque estadual por 30 anos

Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

04/11/2020 | 18:21


O Consórcio Caminhos da Independência, ofereceu a melhor oferta pela concessão do Parque Caminhos do Mar, entre São Bernardo e Cubatão. O grupo, formado pela Construtora Terravam, Hidropav Pavimentações & Infraestrutura e Habitechne Engenhariae Construção, ofertou R$ 4,3 milhões como outorga pelo direito de administrar o espaço por 30 anos. Os envelopes foram abertos ontem.

“O Caminhos do Mar é um dos passeios mais bonitos e reúne um conjunto de valores extraordinários: cultura, história, memória, atividade física e integração com o meio ambiente. Não tenho dúvida de que, com a criatividade e mobilidade que o setor privado tem, muito maior do que o setor público, quem fizer a exploração transformará o parque num destino turístico para São Paulo e o Brasil”, afirmou o governador João Doria (PSDB).

O concessionário deverá implantar portarias e bilheterias adequadas ao atendimento dos usuários; a requalificação do estacionamento, com adequação da área e abertura de novos espaços; a instalação de tirolesa, que funcionará como atração âncora do núcleo, além do restauro dos monumentos históricos. As trilhas deverão ser melhoradas, e a Casa de Visitas, reformada, com intervenções elétricas e hidráulicas. Uma loja de serviços e outra de alimentação deverão ser instaladas.

Em contrapartida, o consórcio poderá explorar serviços de ecoturismo e uso público. Além da outorga, o grupo deverá realizar investimento mínimo de R$ 11 milhões, sendo R$ 5,5 milhões nos três primeiros anos.

O Caminhos do Mar (ou Estrada Velha de Santos) tem uma área de 274 hectares de Mata Atlântica, além de acervo histórico-cultural. Os monumentos construídos no início do século 20 e que fazem alusão ao período de Independência do País serão restaurados e poderão ser explorados pelo futuro empreendedor em uma concessão de 30 anos. O parque ainda conta com trilhas e outros atrativos e uma vista excepcional da Serra do Mar.

RESTAURO
O consórcio ficará responsável pelo restauro dos nove bens tombados que compõem a Trilha dos Monumentos Históricos do Caminhos do Mar. São eles o Pouso de Paranapiacaba, Rancho da Maioridade, Padrão do Lorena, Monumento do Pico, Marco Quinhentista, Belvedere Circular, Pontilhão Raiz da Serra (projetos do arquiteto Victor Dubugras, inaugurados em 1922), Ruínas e Calçada do Lorena.

Na última semana a equipe de reportagem do Diário esteve no local e verificou que em vários deles já existem marcas de estudo para que as características originais sejam restauradas. A Fundação Florestal aprovou os recursos para execução do projeto de restauro na Câmara de Compensação Ambiental. O valor a ser disponibilizado pelo Poder Concedente para a realização das obras de restauro não poderá exceder R$ 4,2 milhões.

Os projetos executivos das obras já foram aprovados no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico).

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